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Paciente de 32 anos, vítima de traumatismo craniano há cerca de três meses, com necessidade de intubação orotraqueal por 7 dias. Durante sua recuperação, três meses após o evento agudo, apresenta tosse seca, sensação de “respiração pesada”, dispnéia crescente aos esforços e cornagem. Realizada broncoscopia com diagnóstico de estenose traqueal.
Considerando os fatores que englobam a etiologia da estenose traqueal pós-intubação, destaca-se que
Homem de 27 anos com PTI foi submetido à esplenectomia laparoscópica. No 10º dia, plaquetometria eleva-se, mas reaparece trombocitopenia 1 mês depois.
Nesse caso, a hipótese, a conduta, bem como a profilaxia exigidas no período perioperatório são, respectivamente,
Paciente de 48 anos com massa adrenal de 3,5 cm descoberta ao acaso. PA 170/100, cefaleia e palpitações. Metanefrinas plasmáticas elevadas.
Nesse caso, antes da adrenalectomia laparoscópica, a conduta pré-operatória essencial é
Mulher de 42 anos com DRGE refratária a IBP, endoscopia sem esofagite, esofagografia com hérnia hiatal tipo I pequena.
Nesse caso, qual exame pré-operatório é recomendado para definir a indicação e o tipo de fundoplicatura?
Mulher de 39 anos, 5 dias após colecistectomia laparoscópica, apresenta dor no hipocôndrio direito, icterícia e febre. Ultrassonografia com dilatação de via biliar intra-hepática; exames laboratoriais com colestase.
Nesse caso, a conduta diagnóstica inicial deve ser
Adolescente de 15 anos com dor periumbilical que migra para FID, febre baixa e leucocitose procura hospital terciário. Ultrassonografia de abdome é inconclusiva; Alvarado 7.
Qual é a próxima etapa mais adequada para esse caso?
Homem, 33 anos, apresenta IMC 37 kg/m², DM2 e apneia obstrutiva do sono refratária às medidas clínicas. Avaliação psiquiátrica estável e falha de tratamento clínico.
O paciente desse caso é elegível para cirurgia bariátrica? Por quê?
Um homem de 62 anos chega ao pronto-socorro com choque hipovolêmico após hemorragia digestiva alta. Foi reanimado em outro serviço com 3 L de solução salina 0,9%. Evolui com pH 7,30, HCO₃⁻ 19 mEq/L e Cl⁻ sérico de 116 mEq/L.
Nesse caso, a conduta para continuar a reanimação volêmica minimizando a acidose metabólica é