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Assinale a alternativa que indique corretamente o conteúdo para preencher a lacuna do segmento acima.
Trata-se de
Trata-se de
I. A proposição dos territórios de Arte e Cultura foi desenvolvida por Mirian Celeste Martins, Gisa Picosque e Maria Guerra no livro Teoria e prática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer (2010). Nesse trabalho elas apresentam a ideia de que educadores e educandos fazem conexões, relacionando-as e ampliando saberes, transitando por territórios, campos e conceitos fundamentais.
II. De acordo com Utuari et alli (2018), os territórios de arte e cultura são marcados pela ideia de currículo-mapa, em que o professor traça percursos, escolhe caminhos e é o autor do próprio trabalho.
III. O professor pode criar trajetos percorrendo os campos conceituais, como processos de criação, linguagens artísticas, forma e conteúdo, mediação cultural, saberes estéticos e culturais, materialidade, patrimônio cultural, entre outros.
IV. Os campos conceituais presentes nos territórios de arte e cultura nos ajudam a pensar proposições pedagógicas para investigar os objetos de conhecimento que são expressos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o desenvolvimento de competências e habilidades em Arte no Ensino Fundamental – Anos Finais em várias linguagens.
Assinale
Trata-se de
( ) A Missão Artística Francesa, chefiada por Jacques Lebreton, chegou ao Brasil em 1816, vindos principalmente por motivos políticos relacionados à queda de Napoleão Bonaparte.
( ) Apesar de alguns artistas terem retornado à França, como Nicolas Taunay, outros permaneceram no Brasil conseguindo cumprir em 1826 o objetivo maior da Missão Artística Francesa: a fundação da Academia Imperial de Belas-Artes na Cidade do Rio de Janeiro.
( ) A Academia Imperial de Belas-Artes inaugurou no Brasil o ensino de artes em moldes formais, apoiado nos preceitos básicos do classicismo, como a compreensão da arte como representação do belo ideal, valorização da pintura histórica, a importância do desenho como estruturação básica da composição, a preferência por algumas técnicas como a pintura a óleo e uso de materiais como bronze e mármore na escultura.
( ) O arquiteto da Missão Artística Francesa era Grandjean de Montigny. Duas de suas obras podem ser apreciadas até os dias atuais na cidade do Rio de Janeiro: a antiga Praça do Comércio, atual Casa França-Brasil, e a própria casa em que viveu, no bairro da Gávea, atualmente Solar Grandjean de Montigny, pertencente à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
( ) O pintor Nicolas Taunay, em seus cinco anos de permanência no Rio de Janeiro, produziu cerca de trinta paisagens da cidade, entre elas O Morro de Santo Antônio, de 1816.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) Entre os discípulos do pintor Jean-Baptiste Debret, Manuel de Araújo Porto Alegre foi o que mais se distinguiu como pintor e arquiteto, tornando-se intelectual influente, que teria atuação decisiva na direção da Academia Imperial de BelasArtes entre 1854 e 1857.
( ) Vitor Meireles foi aluno de José Correia de Lima, que havia sido discípulo de Debret; pintou as obras A Primeira Missa no Brasil, Batalha dos Guararapes e Moema, entre outras.
( ) Pedro Américo ganhou notoriedade pintando quadros históricos de grandes dimensões, como A batalha do Avaí. Ele foi responsável pelas obras Independência ou Morte, Tiradentes esquartejado, entre outras.
( ) A escultura Alegoria ao Império Brasileiro, de Francisco Manuel Chaves Pinheiro, pode ser considerada como exemplo de obras que mantêm uma linguagem consonante com o neoclassicismo.
( ) Com o advento da República, a Academia Imperial de BelasArtes foi transformada em Escola Nacional de Belas-Artes.
As afirmativas são, respectivamente,
I. As ações básicas da abordagem triangular são: Fazer Arte, Ler Arte e Contextualizar, fato que permite buscar relações entre a história da arte e outras áreas de conhecimento privilegiando a interdisciplinaridade e a interculturalidade. De acordo com Silva (2016), as ações ler–fazer–contextualizar se alternam e se articulam de diferentes maneiras, pois não há uma indicação metodológica de uma sequência ler–fazer– contextualizar.
II. A Proposta começou a ser sistematizada em 1983, no Festival de Inverno de Campos do Jordão (São Paulo) e foi pesquisada entre 1987 e 1993, no Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP) e na Secretaria de Educação da Cidade de São Paulo, por Ana Mae Barbosa, quando Paulo Freire foi Secretário de Educação.
III. No livro A imagem no ensino da arte: anos 1980 e novos tempos (São Paulo: Perspectiva, 2010), a autora apresenta um breve histórico sobre a Abordagem Triangular e destaca o equivoco inicial de utilizar a expressão Metodologia Triangular, porém compreendeu que não deveria ter o rigor de uma metodologia.
IV. Entre as propostas e experiências importantes que serviram como referências para a sistematização da Abordagem Triangular, podem-se destacar os Critical Studies ingleses, o D.B.A.E. Estadunidense e as Escolas Al Aire Libre Mexicanas.
Assinale
As autoras estão se referindo a
Trata-se de
Trata-se de
Trata-se de