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Um pesquisador está analisando uma amostra sólida de mineral utilizando a técnica de ablação a laser conjugada a um espectrômetro de massa (LA-ICP-MS). Ele ajustou os parâmetros do laser para uma energia de ablação mais alta. De acordo com o impacto que provavelmente acarretará nos resultados da análise mediante o aumento na energia do laser, é correto afirmar que
A drenagem ácida de rocha (DAR) é uma atividade geradora de grandes volumes de efluentes contendo sulfato, que está associada à oxidação natural de minerais sulfetados contidos em rochas quando expostas à ação do ar e da água. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o teor recomendável para a concentração de sulfato em água potável deve ser inferior a 500 mg/L. Já a United States Environmental Protection Agency (USEPA) determina um teor inferior a 250 mg/L. Assim, muitos países recomendam uma faixa entre 250 a 500 mg/L de sulfato como limite máximo em efluentes e em águas para diversos usos, humanos e animais. A gravimetria por precipitação é uma técnica analítica de referência para a determinação do teor de sulfato em amostras de água pela adição de solução de cloreto de bário.
(Disponível em: Ferreira, B. C. S., Lima, R. M. F., & Leão, V. A. (2011). Remoção de sulfato de efluentes industriais por precipitação. Engenharia Sanitária e Ambiental, 16(4), 361–368. https://doi.org/10.1590/S1413-41522011000400007)
Sobre esse procedimento, analise as afirmativas a seguir:
I. É aconselhável fazer a precipitação em solução fracamente ácida.
II. A calcinação final do sulfato de bário não precisa ser feita a uma temperatura superior a 800°C.
III. É importante fazer a precipitação acima da temperatura de ebulição.
IV. O precipitado deve ser lavado com água fria.
Está correto apenas o que se afirma em
“A base da análise gravimétrica é a pesagem de uma substância obtida pela precipitação de uma solução, ou volatizada e subsequentemente absorvida.” (MENDHAM, J. et al. VOGEL, Análise Química Quantitativa. 6. ed. RIO DE JANEIRO: LTC, 2002.)
Considerando os princípios que determinam o sucesso de uma análise por precipitação, assinale a afirmativa incorreta.
Uma atitude a ser elogiada no comportamento de um servidor diante do falecimento de familiar de um colega de trabalho reside em
Se o Governo realiza uma má gestão, o servidor público pode acabar sendo
Sendo o servidor conhecido em sua vida pessoal, no ambiente de trabalho deve ele
Uma das formas de ter clareza é
Uma boa comunicação se dá quando o atendente fala
Olhar nos olhos durante o atendimento ao público transmite
Assinale o item que indique desleixo ao falar com um cidadão durante atendimento.
É importante, num atendimento em Secretaria Escolar, que o atendente sempre receba os pais e responsáveis com
A apresentação social no ambiente de trabalho se caracteriza por
Analise o cenário a seguir e identifique em qual elemento está a falha no processo comunicativo.
Cidadão: “Bom dia!”
Servidora Pública: “Oi, amor. Pode falar.”
É correto afirmar que o problema ilustrado por esse diálogo foi de
Renata, Gisele e Tatiana são irmãs com idades diferentes e possuem profissões distintas. Uma é médica, outra é contadora e a outra enfermeira, não necessariamente nessa ordem. A mais nova é enfermeira. Renata não é médica e é mais velha que Tatiana. A mais velha é contadora. Gisele não é a irmã mais nova nem é a mais velha.
Com base nessas informações, é correto afirmar que
Gisele fez um bolo e o dividiu em 20 pedaços iguais. Ela e seus filhos comeram juntos 1/4 do bolo. Uma vizinha e seu filho comeram, cada um deles, 1/5 do bolo. Sabe-se que ninguém comeu mais o bolo.
O total de pedaços do bolo que sobrou é igual a
A seguir há uma sequência que segue um padrão
3D, 8F, 13H, 18J, ⋯
O décimo termo dessa sequência é
Carlos irá visitar seu pai que mora em outro estado no dia 11 de agosto de 2024, domingo dos Pais. Por causa da distância e do ritmo de trabalho ele só vai conseguir ver o pai novamente, nesse mesmo ano, no dia 25 de dezembro para comemorar o Natal. Esse dia vai cair em uma
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Calor matou mais que deslizamentos de terra no Brasil, aponta estudo
Nos anos de 2010, o Brasil enfrentou de 3 a 11 ondas
de calor por ano, quase quatro vezes mais do que na década
de 1970, quando de zero a no máximotrês desses eventos
climáticos extremos foram registrados.
5 As consequências são fatais: de 2000 a 2018, em
torno de 48 mil brasileiros morreram por efeito de bruscos
aumentos de temperatura – número superior ao de mortes
por deslizamentos de terra.
Os dados inéditos foram compilados em estudo
10 publicado na quarta-feira (24/1) por 12 pesquisadores de
sete universidades e instituições brasileiras e portuguesas,
como a Universidade de Lisboa e a Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), no periódico científico Plos One.
"Os eventos de ondas de calor aumentaram em
15 frequência e intensidade", diz à BBC News Brasil o físico
Djacinto Monteiro dos Santos, que liderou o estudo, como
parte de sua pesquisa no Departamento de Meteorologia
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para definir o que são ondas de calor, usou-se um
20 padrão conhecido como Fator de Excesso de Calor (EHF, na
sigla em inglês), que leva em consideração a intensidade,
duração e frequência de aumentos na temperatura para
prever níveis considerados nocivos à saúde humana.
A pesquisa analisou dados das 14 áreas
25 metropolitanas mais populosas do Brasil, onde vivem 35%
da população nacional, um total de 74 milhões de
brasileiros.
Foram assim consideradas as seguintes cidades:
Manaus e Belém, no Norte; Fortaleza, Salvador e Recife, no
30 Nordeste; São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no
Sudeste; Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, no Sul; e as
regiões metropolitanas de Goiânia, Cuiabá e do Distrito
Federal, no Centro-Oeste.
Além de aumentarem em volume, as ondas de calor
35 também estão cada vez mais prolongadas.
Nas décadas de 1970 e 1980, esses eventos adversos
duravam de três a cinco dias. Entre os anos de 2000 e 2010,
entre quatro e seis dias.
(...)
(Filipe Vilicic. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/01/calor-matou-mais-que-deslizamentos-de-terra-no-brasil-aponta-estudo.shtml)
As consequências são fatais: de 2000 a 2018, em torno de 48 mil brasileiros morreram por efeito de bruscos aumentos de temperatura – número superior ao de mortes por deslizamentos de terra. (L.5-8)
Assinale a alternativa em que a alteração do segmento sublinhado no período acima tenha sido feita de acordo com a norma culta. Não leve em conta as alterações de sentido.
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Calor matou mais que deslizamentos de terra no Brasil, aponta estudo
Nos anos de 2010, o Brasil enfrentou de 3 a 11 ondas
de calor por ano, quase quatro vezes mais do que na década
de 1970, quando de zero a no máximotrês desses eventos
climáticos extremos foram registrados.
5 As consequências são fatais: de 2000 a 2018, em
torno de 48 mil brasileiros morreram por efeito de bruscos
aumentos de temperatura – número superior ao de mortes
por deslizamentos de terra.
Os dados inéditos foram compilados em estudo
10 publicado na quarta-feira (24/1) por 12 pesquisadores de
sete universidades e instituições brasileiras e portuguesas,
como a Universidade de Lisboa e a Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), no periódico científico Plos One.
"Os eventos de ondas de calor aumentaram em
15 frequência e intensidade", diz à BBC News Brasil o físico
Djacinto Monteiro dos Santos, que liderou o estudo, como
parte de sua pesquisa no Departamento de Meteorologia
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para definir o que são ondas de calor, usou-se um
20 padrão conhecido como Fator de Excesso de Calor (EHF, na
sigla em inglês), que leva em consideração a intensidade,
duração e frequência de aumentos na temperatura para
prever níveis considerados nocivos à saúde humana.
A pesquisa analisou dados das 14 áreas
25 metropolitanas mais populosas do Brasil, onde vivem 35%
da população nacional, um total de 74 milhões de
brasileiros.
Foram assim consideradas as seguintes cidades:
Manaus e Belém, no Norte; Fortaleza, Salvador e Recife, no
30 Nordeste; São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no
Sudeste; Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, no Sul; e as
regiões metropolitanas de Goiânia, Cuiabá e do Distrito
Federal, no Centro-Oeste.
Além de aumentarem em volume, as ondas de calor
35 também estão cada vez mais prolongadas.
Nas décadas de 1970 e 1980, esses eventos adversos
duravam de três a cinco dias. Entre os anos de 2000 e 2010,
entre quatro e seis dias.
(...)
(Filipe Vilicic. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/01/calor-matou-mais-que-deslizamentos-de-terra-no-brasil-aponta-estudo.shtml)
As consequências são fatais: de 2000 a 2018, em torno de 48 mil brasileiros morreram por efeito de bruscos aumentos de temperatura – número superior ao de mortes por deslizamentos de terra. (L.5-8)
O segmento sublinhado no período acima revela papel semântico de
Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 10.
Calor matou mais que deslizamentos de terra no Brasil, aponta estudo
Nos anos de 2010, o Brasil enfrentou de 3 a 11 ondas
de calor por ano, quase quatro vezes mais do que na década
de 1970, quando de zero a no máximotrês desses eventos
climáticos extremos foram registrados.
5 As consequências são fatais: de 2000 a 2018, em
torno de 48 mil brasileiros morreram por efeito de bruscos
aumentos de temperatura – número superior ao de mortes
por deslizamentos de terra.
Os dados inéditos foram compilados em estudo
10 publicado na quarta-feira (24/1) por 12 pesquisadores de
sete universidades e instituições brasileiras e portuguesas,
como a Universidade de Lisboa e a Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), no periódico científico Plos One.
"Os eventos de ondas de calor aumentaram em
15 frequência e intensidade", diz à BBC News Brasil o físico
Djacinto Monteiro dos Santos, que liderou o estudo, como
parte de sua pesquisa no Departamento de Meteorologia
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para definir o que são ondas de calor, usou-se um
20 padrão conhecido como Fator de Excesso de Calor (EHF, na
sigla em inglês), que leva em consideração a intensidade,
duração e frequência de aumentos na temperatura para
prever níveis considerados nocivos à saúde humana.
A pesquisa analisou dados das 14 áreas
25 metropolitanas mais populosas do Brasil, onde vivem 35%
da população nacional, um total de 74 milhões de
brasileiros.
Foram assim consideradas as seguintes cidades:
Manaus e Belém, no Norte; Fortaleza, Salvador e Recife, no
30 Nordeste; São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no
Sudeste; Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, no Sul; e as
regiões metropolitanas de Goiânia, Cuiabá e do Distrito
Federal, no Centro-Oeste.
Além de aumentarem em volume, as ondas de calor
35 também estão cada vez mais prolongadas.
Nas décadas de 1970 e 1980, esses eventos adversos
duravam de três a cinco dias. Entre os anos de 2000 e 2010,
entre quatro e seis dias.
(...)
(Filipe Vilicic. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/01/calor-matou-mais-que-deslizamentos-de-terra-no-brasil-aponta-estudo.shtml)
Nos anos de 2010, o Brasil enfrentou de 3 a 11 ondas de calor por ano, quase quatro vezes mais do que na década de 1970, quando de zero a no máximo três desses eventos climáticos extremos foram registrados. (L.1-4)
No período acima há