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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1206873 Serviço Social
A assistência social é entendida hoje como:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1206866 Engenharia Mecânica
O diâmetro comercial necessário para que um canal circular de concreto revestido de cimento alisado, com rugosidade n = 0, 012, e que possui uma declividade de 2,5 m/km, possa veicular uma vazão de 1m³/s, admitindo-se no máximo, a utilização de uma seção semicircular do mesmo (50% do diâmetro) é:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1206058 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O espaçamento de plantio influencia para a mesma espécie e mesmo sítio, o número de tratos culturais a serem efetuados, a taxa de crescimento, o volume de madeira produzido, o sortimento de madeira, a taxa de mortalidade e dominância, a idade de estagnação do crescimento, as práticas de exploração manejo e exploração, a qualidade da madeira, o volume da copa, a frutificação e os custos de produção, dentre outros aspectos. Em relação à influência do espaçamento, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO
Q1206021 História e Geografia de Estados e Municípios
A partir da década de 70 do século passado, com a chegada de colonos, migrantes originários, principalmente, dos estados do Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais, teve início em Rondônia a formação de pastagens e o cultivo:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1206005 Engenharia Agronômica (Agronomia)
São características do Sistema de Corte Seletivo os seguintes itens, EXCETO:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1205983 Matemática
Em uma análise de qualidade, as folhas são classificadas por dois avaliadores que utilizam uma escala de 1 (saudável) a 10 (mortas). A natureza subjetiva da classificação não raro resulta em controvérsia. Temos as notas dadas por dois avaliadores, Paulo e Marcos, para uma mesma amostra de folhas. Após realizados os cálculos, foi obtido o valor r = 0,9 para a correlação entre suas notas. Porem a média das notas dadas por Paulo é 3 pontos inferior à média de Marcos. Com este fato, conclui-se que:

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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES
Q1205287 Português
Fala, amendoeira
Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.
Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.
Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:
– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.
– E vais outoneando sozinha?
– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.
– Somos todos assim.
– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.
– Não me entristeças.
– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Na última frase do texto, o verbo foi empregado no:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES
Q1205254 Português
Fala, amendoeira
Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.
Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.
Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:
– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.
– E vais outoneando sozinha?
– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.
– Somos todos assim.
– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.
– Não me entristeças.
– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Por que o “outono é mais estação da alma que da natureza”?
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1205080 Geologia
“Conjunto de operações que são realizadas visando à retirada do minério a partir do depósito mineral” (BETTANCOURT ETAL., 2009):

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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1205024 Geologia
Analise as sentenças abaixo, e assinale a alternativa correta (adaptado de BETTENCOURT ETAL., 2009).
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1204981 Medicina
Mulher com 30 anos de idade realizou uma ultrassonografia para avaliação de dor abdominal inespecífica e foi constatada a presença de nódulo hiperecogênico, de contornos regulares, medindo cerca de 2,5cm no lobo hepático direito. Restante do exame sem alterações. O diagnóstico a ser considerado é de: 
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Vitória - ES
Q1204759 Terapia Ocupacional
Promoção da saúde requer:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO
Q1204744 História
A busca pela extração do látex, no final do século XIX e início do XX, gerou conflitos fronteiriços entre seringueiros brasileiros que subiram os rios Purus e Acre, ocupando seus afluentes, ocasionando atritos com autoridades bolivianas. Com o objetivo de evitar maiores desavenças, os governos do Brasil e da Bolívia concordaram que a área territorial que depois formou o território doAcre, antes pertencente à Bolívia, fosse anexada ao Brasil, com assinatura de um Tratado, com uma série de cláusulas, dentre as quais a que o Brasil comprometeu-se a pagar dois milhões de libras esterlinas. Este Tratado ficou conhecido como:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1204732 Geologia
Considerando as diversas estruturas deformacionais descritas pela literatura relacionada à geologia estrutural, quando há a observação de estiramento mineral nas rochas metamórficas indica que:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1204701 Geologia
Algumas estruturas geológicas são acompanhadas de tipos específicos de materiais, percolação de fluidos, mineralizações, etc. Deste modo, qual o significado da presença das rochas cataclásticas?
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1204696 Geologia
As características morfológicas e mineralógicas dos depósitos clásticos podem revelar muitas informações da área fonte e condições ambientais associadas, que auxiliam muito na obtenção de provas para laudos de infrações ambientais sobre extração ilegal, danos ambientais, etc. Os depósitos de arcózio indicam que tipo de material e condições ambientais?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: PRODAM-AM
Q1204666 Redes de Computadores
Os padrões internacionais para diversas áreas são produzidos e publicados pela ISO (International Standards Organization), uma organização independente, fundada em 1946. Sobre o Comitê 802 do IEEE, qual o assunto associado ao grupo de trabalho 802.15?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1202347 Engenharia Civil
A largura de coroamento de uma barragem de terra deve ser suficiente para fazer com que a linha freática, ou seja, a superfície superior de percolação, mantenha-se no interior do maçiço da barragem quando o reservatório estiver cheio. Muitas fórmulas empíricas já foram propostas para determinação da largura do coroamento. De acordo com a proposta do U. S. Bureau of Reclamation, citado em “Engenharia de recursos hídricos” – Linsley, R. K. & Franzini, J.B., a largura do coroamento de uma barragem de terra com 25 metros de altura deve ser:
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1202321 Sociologia
Diferente de Marx, que via a luta de classes como aspecto constitutivo do capitalismo, Weber reputa como seus traços indeléveis:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SEMARH-GO
Q1202133 Medicina
Muitas doenças que afetam ao homem são transmitidas através de mosquitos, que desempenham o papel de transportadores do agente infeccioso entre a fonte infectante e o homem suscetível. São exemplos desse tipo de transmissão de doenças, EXCETO:

Alternativas
Respostas
14721: A
14722: D
14723: C
14724: E
14725: E
14726: D
14727: C
14728: D
14729: E
14730: B
14731: D
14732: E
14733: A
14734: C
14735: A
14736: A
14737: A
14738: E
14739: C
14740: B