Questões de Concurso Para funcab

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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SES-MG
Q1235891 Direito Administrativo
O processo em que são especificadas obrigações e responsabilidades para as partes envolvidas e estabelecidos critérios para o monitoramento e avaliação de seu desempenho denomina-se:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: IF-AM
Q1235778 Português
Texto para responder às questões de 01 a 15.
São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós. Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade. O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes. Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”. Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê. O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade. A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade. É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...] BACCEGA. Maria Aparecida. In:. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Preserva-se o sentido de: “... o que está acontecendo em cada uma delas é RESULTADO da dinâmica que faz com que todas interajam...” (§ 3) com a substituição do nome em destaque pela seguinte metáfora:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1235441 Medicina
Sobre o nistagmo na vertigem postural paroxística benigna durante a manobra de Dix-Hallpike, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1235331 Português
O que constrói o elo social, o que faz existirem tantos vínculos? Está ficando cada vez mais difícil viver em sociedade, bem sabemos. Nossos tempos privatizaram muito do que era público. “A praça é do povo, como o céu é do condor”: o verso de Castro Alves parece, hoje, estranho. Quem vai à praça? A praça, aliás, era já uma herdeira pobre da ágora, da praça ateniense, que não foi lugar do footing ou da conversa mole, mas da decisão política. A ágora era praça no sentido forte, onde as questões cruciais da coletividade eram debatidas e decididas.
Mas mesmo a praça, na acepção de espaço em que as pessoas se socializam, se enfraqueceu. É significativo que Roberto DaMatta, ao analisar a oposição entre o mundo doméstico e o público na sociedade brasileira, oponha à casa a rua, e não a praça. A praça favorece a circulação, no sentido quase etimológico, do círculo, da ida e vinda, do encontro e reencontro: quem se lembra do que se chamava footing nas cidades do interior (os rapazes e moças dando voltas na praça, uns no sentido do relógio e outros no contrário, de modo a se cruzarem seguidas vezes) sabe do que falo. Já a rua é caminho de ida sem volta. Fica-se na praça, anda-se na rua. Vai-se, sai-se.
Ou tomemos outro lado da mesma questão. Como puxamos assunto com um estranho? Alfred Jarry, o autor de Ubu rei, dizia que um dia encontrou uma moça linda, na sala de espera de um médico. Não sabia como abordá-la – como iniciar a conversa. Sacou então de um revólver, deu um tiro no espelho que havia ali, voltou-se para ela e disse: Mademoiselle, agora que quebramos la glace (palavra que quer dizer tanto o gelo quanto o espelho)... É óbvio que era uma brincadeira; a piada valia mais para ele do que a conquista amorosa; imagino a moça gritando, fugindo; mas a questão fica: como quebrar o gelo, como criar um elo?
Stendhal, no seu ensaio “A comédia é impossível em 1836”, diz que os cortesãos, reunidos em Versalhes por Luís XIV, obrigados a ficar lá o dia todo, ou achavam assunto – ou morreriam de tédio. Assim, diz ele, nasceu a arte da conversa.Temas pequenos, leves, mas sobretudo agradáveis começaram a constituir um ponto de encontro de seus desejos e interesses. É nesse mesmo século XVII, segundo Peter Burke [...], que franceses, ingleses e italianos reivindicam a invenção da conversa como arte. Regra suprema: não falar de negócios ou trabalho. Regra suplementar: agradar às mulheres. A arte da conversa é uma retórica do dia a dia. Ela se abre até mesmo para uma dimensão segunda, que é a arte da sedução. Casanova era grande conversador e sedutor renomado.
Eis a questão: uma sociedade que se civiliza precisa de assuntos que sirvam de ponto de encontro para as pessoas, e sobretudo para os estranhos que assim entram em contato. No campo, conheço quase todos os vizinhos; na cidade grande, porém, a maioria é de estranhos. Sai-se do mundo rural quando se começa a conhecer o diferente, o outro – e a aceitá-lo. Isso se dá mediante a oferta de assuntos que abram uma conversa.
Daí a importância de expressões que minimizam ou mesmo aparentemente humilham essa conversa mole, como o small talk, o papo furado ou a bela expressão “jogar conversa fora”, que é muitíssimo sutil, porque dilapidamos palavras justamente para construir amizades, isto é, dissipamos nosso tempo, como num potlatch indígena, precisamente para criar o que há de melhor na vida.
(RIBEIRO, Renato J. <www.renatojanine.pro.br/FiloPol/elosocial.html>)
Preserva-se o esquema de oposições observado em: “...oponha à casa a rua, e não a praça.” (§ 2) com a seguinte distribuição de acentos graves:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SES-MG
Q1235154 Direito Sanitário
Sobre a Lei n° 9.782/1999 e a Anvisa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG
Q1234637 Biblioteconomia
De acordo com a NBR 10520/2002 da ABNT, quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação a expressão:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1234337 Algoritmos e Estrutura de Dados
Considerando as proposições abaixo, assinale a alternativa que contém a proposição bicondicional p↔q.
p: Luiza é bela. q: Marta é morena.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG
Q1234201 Biblioteconomia
Localizar uma informação na internet, mesmo no mais poderoso serviço de busca, muitas vezes produz um resultado que, nem sempre, e específico e preciso. À estratégia que utiliza a localização de grafias alternativas de palavras fazendo combinações, mesmo quando as palavras estão grafadas erradamente, denomina-se busca:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1233558 Medicina
Menino de 4 anos apresenta tosse metálica, rouquidão e estridor mesmo em repouso, após 3 dias de febre baixa, coriza e tosse. O diagnóstico mais provável e o tratamento a ser instituído são, respectivamente:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SES-MG
Q1232583 Português
Um mosquito contra a dengue
O método foi inventado por cientistas ingleses, mas saiu de um laboratório localizado em Juazeiro, na Bahia, a tecnologia que permitiu aplicá-lo numa escala inédita. A Moscamed Brasil produz, por semana, 1 milhão de mosquitos que, modificados geneticamente e soltos na natureza, se transformam em um exército de combate à dengue. No ano passado, a doença matou quase 600 pessoas no Brasil. 
Batizada de OX513A, essa linhagem transgênica do Aedes aegypti — formada apenas por machos, que não picam e portanto não transmitem a doença — tem por função copular com as fêmeas que estão na natureza. Dessa forma, eles transferem para os filhotes um gene letal que contêm. Criado pelo laboratório inglês Oxitec, esse gene fabrica em excesso a proteína tTA, que interfere no metabolismo da larva e faz com que ela não consiga produzir outras proteínas necessárias para a sobrevivência. Como a cópula entre os insetos acontece apenas uma vez, o resultado é que cada mosquito transgênico “neutraliza” uma fêmea de Aedes aegypti, fazendo com que ela perca a capacidade de gerar novos transmissores da doença.
Embora sejam portadores do gene mortal, os mosquitos criados em laboratório conseguem sobreviver até a fase adulta porque recebem o antibiótico tetraciclina, que funciona como uma espécie de antídoto ao gene modificado. “Já as novas pupas e larvas que herdam o gene mortal não encontram o antibiótico na natureza. Por isso, morrem antes de chegar à fase adulta”, explica a bióloga Michelle Cristine Pedrosa. Em bairros como Mandacaru e lItaberaba, a soltura dos OX513A reduziu em até 93%a quantidade de mosquitos da dengue. [...] Em junho do ano passado, os testes da Moscamed entraram numa nova fase. Pela primeira vez no mundo, a experiência com os mosquitos transgênicos começou a ser feita não em bairros, como no caso de Juazeiro, mas numa cidade. Jacobina, na Bahia, com 84.000 habitantes, receberá, até o fim do ano, 4 milhões de mosquitos por semana. No bairro Pedra Branca, onde os testes tiveram início, a redução no número de mosquitos selvagens chegou a 92%. Se o resultado final for tão bom quanto o inicial, a técnica será incorporada pelo Ministério da Saúde como um dos mecanismos de combate a dengue em escala nacional. [...] (COURA, Kalleo. Um mosquito contra a dengue. Revista Veja. Ed. Abril, ed. 2376, n. 23, p.72-73, 4 jun. 2014.)
Assinale a opção que pode substituir a locução destacada em: “POR ISSO, morrem antes de chegar à fase adulta...” (§ 3), sem alteração de sentido.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: IF-AM
Q1232470 Serviço Social
O Código de Ética do Assistente Social estabelece ao profissional: “democratizar as informações e o acesso aos programas disponíveis no espaço institucional , como um dos mecanismos indispensáveis à participação dos/as usuários/as”. Tal aspecto de relação do profissional com o usuário consiste, de acordo com esse Código,em um(a):
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1231026 Raciocínio Lógico
Dizer que “Vitor é Deputado Estadual ou Hugo não é técnico em Tecnologia da Informação” é logicamente equivalente a dizer que:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1230198 Redes de Computadores
A tecnologia da comunicação sem fio em alta velocidade que pode ser empregada nas WMANs e que permite a interligação de nós em longas distâncias, é conhecida como:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1230196 Redes de Computadores
A quantidade de ruído presente em uma transmissão numa rede pode ser mensurada em termos da:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1230076 Enfermagem
Muitos trabalhadores são submetidos a estresse em seus locais de trabalho. Segundo Hodge et al, a massagem terapêutica resulta em, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1230059 Biologia
Tecido conjuntivo resistente, que se distribui por todo corpo; permite que o corpo conserve sua forma natural e mantém os órgãos vitais em posição adequada. Esse tecido chama-se:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1229318 Pedagogia
A Resolução CNE/CEB no 04, de 13/07/2010 (Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica), em seu artigo 18, § 1o, preconiza que as etapas e as modalidades do processo de escolarização estruturam-se atendendo a algumas dimensões. Ao serem respeitadas as semelhanças e particularidades inerentes aos diferentes sistemas educativos e, ainda, o que lhes é comum, é atendida a dimensão:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: Câmara de Vitória - ES
Q1229105 Pedagogia
O Projeto de Lei no 8.035-B de 2010 (PNE – Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020) a princípio estabelece vinte metas para esse período, dentre elas, tem-se:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1228971 Direito Civil
Sobre a responsabilidade civil de médicos e de hospitais na prestação de seus serviços, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: FUNASG - RJ
Q1228556 Português
“Não pensar mais em si”
Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...]
NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.
A opção em que a palavra destacada encontra-se em sentido figurado ou conotativo é:
Alternativas
Respostas
5641: A
5642: B
5643: A
5644: A
5645: A
5646: C
5647: D
5648: B
5649: A
5650: D
5651: B
5652: E
5653: C
5654: A
5655: C
5656: C
5657: C
5658: E
5659: A
5660: E