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I. Didática teórica é aquela desenvolvida nos programas da disciplina, segundo pressupostos científicos que visam à ação educativa, mas distanciada desta. São pressupostos abstratos que se acumulam sobre o processo de ensino, na busca de torná-los mais eficientes.
II. A prática cotidiana dos professores se contrapõe aos pressupostos teóricos da Didática teórica, pois o professor não participa, na maioria das vezes, da elaboração dos objetivos que irá perseguir.
III. Didática prática é aquela vivenciada pelos professores nas escolas a partir do trabalho prático em sala de aula, dentro da organização escolar, em relação com as exigências sociais.
Está correto o que se afirma:
I. Em termos mais específicos, na ontogênese, a linguagem tem a função de regular as ações e de propiciar a conduta intencional humana. Através da linguagem, o indivíduo prepara um ato a ser consumado.
II. O grupo social abrange outros que são os amigos, os inimigos, os associados etc, como figuras específicas, mas é preciso considerar também os outros como “uma personalidade em geral”, da humanidade.
III. A noção de indivíduo independe da noção de grupo humano, e corrobora com a ideia de não divisão do ser humano.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):
I. A transformação de uma língua – como ocorreu no latim, que gerou as línguas neolatinas, ou românicas – provoca sua morte.
II. Outro fato que provoca a morte de uma língua é a pressão para que ela deixe de ser praticada, impulsionada pelas relações impostas pela globalização.
III. Ainda provocam a morte de uma língua os empréstimos linguísticos que favorecem o enriquecimento vocabular de determinadas manifestações linguísticas.
Está correto apenas o que se afirma em:
I. recomenda o ensino programado por ser um sistema de ensino e aprendizagem, no qual a matéria preestabelecida é subdividida em etapas reduzidas, discretas e cuidadosamente organizadas em uma sequência lógica, que pode ser prontamente aprendida pelos alunos. II. supõe que o homem é neutro e passivo e que todo o comportamento pode ser descrito em termos mecanicistas. III. qualquer estímulo, cuja apresentação ou afastamento aumenta a probabilidade de uma resposta, é um reforço. Consequentemente, há duas espécies de reforço ou eventos reforçadores - positivo e negativo. IV. a aprendizagem também se caracteriza como uma aquisição realizada pela experiência anterior, mas sem controle sistemático e dirigido pelo próprio aprendiz. V. no processo de aprendizagem podem ser destacadas duas fases: de assimilação e de acomodação. Estão corretas apenas as afirmativas:
Só! Achava-se outra vez só! Outra vez no meio do silêncio, em frente do nada!...[...] A ideia do suicídio, repelida pelo amigo, afastada pela sua presença, veio então erguer-se outra vez como um fantasma ao pé do cadáver de Faria. [...] -Morrer!... oh! não, não!-exclamou!;-não valia a pena ter vivido tanto tempo, padecido tanto, para morrer agora! Morrer era bom, quando o revolvi em outro tempo, há muitos anos; mas hoje seria realmente auxiliar muito o meu miserável destino. Não, quero viver; quero lutar até ao fim; quero reconquistar a ventura que me foi roubada. Antes de morrer esquecia-me que tenho de vingar-me dos meus algozes, e talvez, quem sabe? de recompensar alguns amigos. [...] Puseram o suposto morto na padiola. Edmundo entesou-se para melhor figurar de defunto. O cortejo, alumiado pelo homem da lanterna, que ia adiante, subiu a escada. De súbito, o ar frio e forte da noite banhou o prisioneiro, que logo reconheceu o vento do nordeste. Foi uma repentina sensação, repassada de angústias e de delícias. [...] E logo Dantès sentiu-se atirado para um enorme vácuo, atravessando os ares como um pássaro ferido, caindo, sempre com um terror indescritível que lhe gelava o coração. Embora puxado para baixo por algum objeto que lhe acelerava o rápido voo, pareceu-lhe, contudo, que essa queda durava um século. Por fim, com pavoroso ruído, entrou como uma seta na água gelada, que lhe fez dar um grito, sufocado imediatamente pela imersão. Dantès tinha caído ao mar, para o fundo do qual o puxava uma bala de 36, presa aos pés. O mar era o cemitério da fortaleza de lf. [...] Dantès, atordoado, quase sufocado, teve, entretanto, a presença de espírito de conter a respiração; e como na mão direita, preparado, como dissemos que estava, para todas as eventualidades, levava a faca, rasgou rapidamente o saco, tirou o braço e depois a cabeça; apesar, porém, dos seus movimentos para levantar a bala, continuou a sentir-se puxado para baixo; então vergou o corpo, procurando a corda que lhe amarrava as pernas, e com um esforço supremo conseguiu cortá- la no momento em que se sentia asfixiar. Depois, dando-lhe um pontapé, subiu livre à tona da água, enquanto a bala levava para desconhecidos abismos a serapilheira que ia sendo a sua mortalha. DUMAS, Alexandre. O conde de Monte Cristo. Porto: Lello & Irmão, s/d. p.178-182; p. 183. (Fragmento).
Sobre a palavra destacada nos segmentos (1) “veio então erguer- SE outra vez como um fantasma ao pé do cadáver de Faria.” e (2) “Edmundo entesou-SE para melhor figurar de defunto”, quanto à classe gramatical, são, respectivamente: