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Q1389897 Libras
Os educadores e pesquisadores pressupõem a aquisição da língua de sinais como aquisição da primeira língua e propõem a aquisição da escrita da língua oral auditiva como aquisição de uma segunda língua. Sobre a aquisição da segunda língua por alunos surdos, aspectos fundamentais são observados. Assinale a alternativa que NÃO se inclui nesses aspectos.
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Q1389896 Libras
O Decreto n° 5.626, de 2005, prevê a inserção da língua de sinais como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e como disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional. Marque a alternativa que NÃO corresponde ao decreto citado.
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Q1389894 Libras
“É o local do corpo do sinalizador onde o sinal é realizado, assim, uma maior especificação da posição é necessária, já que a região no espaço é muito ampla. Esse espaço é limitado e vai desde o topo da cabeça até a cintura sendo alguns pontos mais precisos, tais como a ponta do nariz, e outros, mais abrangentes, como a frente do tórax”. A denominação do parâmetro descrito é:
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Q1389893 Libras
Strobel (2008) alega que é através da cultura que os sujeitos asseguram a sua sobrevivência e afirmam as suas identidades, a cultura que se tem determina uma forma de ver, de interpretar, de ser, de explicar e de compreender o mundo. A identidade surda se constrói dentro de uma cultura visual. Essa diferença precisa ser entendida não como uma construção isolada, mas como construção:
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Q1389892 Libras
O ensino de uma língua requer critérios metodológicos que favoreçam a contextualização significativa, considerando que nem sempre o signo linguístico é motivado. Na organização do AEE, o professor de libras deve planejar o ensino dessa língua a partir dos diversos aspectos que envolvem sua aprendizagem . A alternativa que NÃO corresponde a um desses diferentes aspectos é:
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Q1389891 Libras
Deve-se estimular bastante o uso da língua portuguesa escrita. A partir de vivências, de dramatizações, o professor deve elaborar textos junto com as crianças e despertar nelas o gosto pela leitura e escrita. O professor deverá fazer uso do apoio escrito, além de desenhos, gravuras e fotos, porque auxilia a criança com surdez e porque estimula todos os alunos a se interessarem pela leitura e escrita. Nessa fase, a leitura que a criança fazé:
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Q1389890 Libras
A comunicação total considerou a pessoa com surdez de forma natural, aceitando suas características e prescrevendo o uso de todo e qualquer recurso possível para a com unicação, procurando potencializar as interações sociais dos alunos, considerando as áreas:
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Q1389889 Libras
Verbos direcionais são os que possuem marca de concordância. A direção do movimento marca no ponto inicial e no final, respectivamente, o(a):
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Q1389888 Libras
A modalidade gestual-visual-espacial pela qual a Libras é produzida e percebida pelos surdos leva muitas vezes, as pessoas a pensarem que todos os sinais são o desenho no ar do referente que representam. É claro que, por decorrência de sua natureza linguística, a realização de um sinal pode ser motivada pelas características do dado da realidade a que se refere, mas isso não é uma regra. A grande maioria dos sinais da Libras são:
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Q1389887 Libras
A apropriação da língua portuguesa escrita demanda atividades de reflexão voltadas para a observação e a análise de seu uso, para o conhecimento de sua estrutura e sistema linguístico, funcionamento e variações em contextos de prática, tanto nos processos de leitura como na produção de texto, MEC (2010). Assinale a alternativa que NÃO corresponde à reflexão sobre a apropriação da língua portuguesa, que permite ao aluno.
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Q1389886 Libras
Segundo MEC (2010), é necessário reinventar as formas de conceber a escola e suas práticas pedagógicas, rompendo com os modos lineares do pensar e agir no que se refere à escolarização. Em relação às pessoas com surdez, desconsideram-se as potencialidades que as integram a outros processos perceptuais, como seres de consciência, pensamento e linguagem, reduzindo-as à condição:
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Q1389883 Pedagogia
Dentre as intervenções em Estratégias de Aprendizagem há uma orientada para apoiar os processos executivos de controle, como o planejamento, o monitoramento e a regulação dos processos cognitivos e do comportamento. Essa intervenção descrita é a do tipo:
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Q1389882 Pedagogia
Na Teoria Associacionista da Aprendizagem, os alunos:
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Q1389881 Pedagogia
Sobre Didática é inadequado afirmar que:
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Q1389880 Pedagogia

Analise as afirmativas a seguir sobre o Conselho de Classe.


I. Como processo auxiliar de aprendizagem, ele deve refletir a ação pedagógica, atendo-se apenas a notas ou problemas comportamentais de determinados alunos.

II. Deve ser encarado como um momento e um espaço privilegiado para a realização de uma avaliação diagnostica da ação pedagógico-educativa.

III. Deve suscita r as decisões a respeito d a recondução do processo de ensino-aprendizagem.


Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

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Q1389877 Pedagogia
A proposta de Piaget é a de que o desenvolvimento cognitivo se realiza em estágios, o que significa que a natureza e a caracterização da inteligência mudam com o passar do tempo. O estágio inicial vai desde o nascimento até aproximadamente 2 anos de idade. A criança percebe o ambiente e age sobre ele. Nesta fase, a criança está presa a situações presentes. Esse estágio é o:
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Q1389876 Pedagogia
A idade mental da criança é tradicionalmente defendida pelas tarefas que elas são capazes de desempenhar de forma independente. Vigotsky cham a a essa capacidade de zona de desenvolvimento:
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Q1389874 Conhecimentos Gerais
Em 2010, o Governo Federal editou uma lei que instituía a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em que estados e municípios deveriam se adequar em quatro anos. Dessa maneira, a partir de agosto de 2014 algumas providências deveriam funcionar, tais como:
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Q1389865 Português

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

De acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da língua, o verbo em destaque em “ERA manteiga da melhor qualidade.” é:
Alternativas
Q1389864 Português

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Considerado o contexto e transpondo-se para a voz passiva analítica o segmento “O Chapeleiro arregalou os olhos...” a forma resultante será:
Alternativas
Respostas
1441: B
1442: E
1443: D
1444: B
1445: E
1446: C
1447: A
1448: D
1449: A
1450: B
1451: D
1452: B
1453: A
1454: E
1455: B
1456: E
1457: C
1458: E
1459: C
1460: A