Questões de Concurso Comentadas para funcab

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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447780 Inglês
How Telecommuting Works

Telecommuting, which is growing in popularity, allows employees to avoid long commuts

“Brring,” the alarm startles you out of a deep sleep. It’s 8 a.m. on Monday morning. Time to head to the office. You roll out of bed, brush your teeth and stumble your way to the kitchen to grab some coffee.

Moments later, you head to the office, still wearing your pajamas and fluffy slippers. Luckily for you, you don’t have to go far - you work at home. Telecommuting, or working at home, has grown in popularity over the last 20 years.

On an increasing basis, workers are saying “no” to long commutes and opting to work at home. In fact, the U.S. Census Bureau reports that the number of employees working from home grew by 23 percent from 1990 to 2000.

Telecommuting workers revel in making their own schedule - allowing them to schedule work around family and personal commitments. With the ready availability of technology tools, like the Internet and home computers, companies are more willing to let employees work from home.

(Adapted from: < http://home.howstuffworks.com/ telecommuting.htm> Access on 18th January, 2014)

According to the text, telecommuting refers to:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447777 Português
Ao reescrever-se o verbo em destaque na voz passiva pronominal , comete-se ERRO de concordância verbal em:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447776 Português
É inaceitável, na língua padrão, por constituir ERRO de regência, a substituição do complemento verbal por pronome átono proposta em :
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447773 Português
O recente interesse na regulamentação da astrologia como profissão oferece a oportunidade de refletir sobre questões que vão desde as raízes históricas da ciência até a percepção, infelizmente muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa-me, e imagino que a muitos dos colegas cientistas, a rotulação do cientista como um sujeito inflexível, bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da ciência. Ela vem justamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário, seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às religiões como instrumentos complementares de conhecimento, expressões de como o mundo é visto por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento não científico seria um mundo menor e, na minha opinião, insuportável. O que existe é uma distinção entre as várias formas de conhecimento, distinção baseada no método pertinente a cada uma delas. A confusão começa quando uma tenta entrar no território da outra, e os métodos passam a ser usados fora de seus contexto.

Essa caracterização da astrologia como não ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É importante lembrar que, para a ciência progredir, dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a partir da comparação constante com dados. Erros são consertados, e, aos poucos, chega-se a um resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro, existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou não. E isso tudo ocorre independentemente de raça, religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão contra alguma coisa, eles não vão como donos da verdade, mas com o mesmo ceticismo que caracteriza a sua atitude com relação aos próprios colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.

Será necessário definir a astrologia? Afinal, qualquer definição necessariame nte limita. Se popularidade é medida de importância, existem muito mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a astrologia lida com questões de relevância imediata na vida de cada um, tendo um papel emocional que a astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil, mas é muito mais gratificante. Se erramos por não saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e, com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou não pelos astros.

(GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 22 set. 2002)

O sinal de dois-pontos empregado em: “A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo". (§6) anuncia.
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447770 Português
O recente interesse na regulamentação da astrologia como profissão oferece a oportunidade de refletir sobre questões que vão desde as raízes históricas da ciência até a percepção, infelizmente muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa-me, e imagino que a muitos dos colegas cientistas, a rotulação do cientista como um sujeito inflexível, bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da ciência. Ela vem justamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário, seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às religiões como instrumentos complementares de conhecimento, expressões de como o mundo é visto por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento não científico seria um mundo menor e, na minha opinião, insuportável. O que existe é uma distinção entre as várias formas de conhecimento, distinção baseada no método pertinente a cada uma delas. A confusão começa quando uma tenta entrar no território da outra, e os métodos passam a ser usados fora de seus contexto.

Essa caracterização da astrologia como não ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É importante lembrar que, para a ciência progredir, dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a partir da comparação constante com dados. Erros são consertados, e, aos poucos, chega-se a um resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro, existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou não. E isso tudo ocorre independentemente de raça, religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão contra alguma coisa, eles não vão como donos da verdade, mas com o mesmo ceticismo que caracteriza a sua atitude com relação aos próprios colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.

Será necessário definir a astrologia? Afinal, qualquer definição necessariame nte limita. Se popularidade é medida de importância, existem muito mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a astrologia lida com questões de relevância imediata na vida de cada um, tendo um papel emocional que a astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil, mas é muito mais gratificante. Se erramos por não saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e, com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou não pelos astros.

(GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 22 set. 2002)

Altera-se fundamentalmente o sentido de: “Ela vem jus tamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência.” (§ 1), com a substituição da forma verbal VEM por:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-MG Prova: FUNCAB - 2014 - SEPLAG-MG - Direito |
Q447767 Português
O recente interesse na regulamentação da astrologia como profissão oferece a oportunidade de refletir sobre questões que vão desde as raízes históricas da ciência até a percepção, infelizmente muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa-me, e imagino que a muitos dos colegas cientistas, a rotulação do cientista como um sujeito inflexível, bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da ciência. Ela vem justamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário, seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às religiões como instrumentos complementares de conhecimento, expressões de como o mundo é visto por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento não científico seria um mundo menor e, na minha opinião, insuportável. O que existe é uma distinção entre as várias formas de conhecimento, distinção baseada no método pertinente a cada uma delas. A confusão começa quando uma tenta entrar no território da outra, e os métodos passam a ser usados fora de seus contexto.

Essa caracterização da astrologia como não ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É importante lembrar que, para a ciência progredir, dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a partir da comparação constante com dados. Erros são consertados, e, aos poucos, chega-se a um resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro, existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou não. E isso tudo ocorre independentemente de raça, religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão contra alguma coisa, eles não vão como donos da verdade, mas com o mesmo ceticismo que caracteriza a sua atitude com relação aos próprios colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.

Será necessário definir a astrologia? Afinal, qualquer definição necessariame nte limita. Se popularidade é medida de importância, existem muito mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a astrologia lida com questões de relevância imediata na vida de cada um, tendo um papel emocional que a astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil, mas é muito mais gratificante. Se erramos por não saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e, com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou não pelos astros.

(GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 22 set. 2002)

No desenvolvimento da argumentação, o autor faz concessão a ponto de vista divergente daquele que defende em:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447394 Banco de Dados
O Data Warehouse – DW tem por objetivo disponibilizar informações para apoio às decisões de uma empresa. O Ambiente de DW envolve diversos profissionais, que podem ser considerados “usuários” do ambiente. Um desses profissionais desempenha o papel de integrador dos ambientes transacional e dimensional, constituindo o fator de garantia da qualidade e da existência íntegra do DW, por meio de metodologias de acompanhamento e administração dos metadados entre os sistemas transacionais e seu processo de manutenção de extração, transformação e carga do DW.

Esse profissional é conhecido por:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447393 Banco de Dados
No que diz respeito ao Business Intelligence e ao apoio à decisão, as informações obtidas de um banco de dados podem ser classificadas em três tipos, conforme descritas a seguir.

I. Dados primários, como listagem das vendas diárias e situação semanal do estoque. Período de tempo envolvido: passado e presente.

II. Dados secundários, como a média mensal das vendas e giro de estoques. Período de tempo envolvido: passado, presente e curto prazo.

III. Dados terciários, como previsão de vendas para os próximos cinco anos em vários cenários, simulação do comportamento do consumidor frente a novos produtos e jogos de empresas. Período de tempo envolvido: médio e longo prazo.

As informações descritas em I, II e III são conhecidas, respectivamente, como:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447392 Arquitetura de Software
Na arquitetura Cliente-Servidor “Three-Tier”, uma camada intermediária é inserida entre o cliente e o servidor. Essa camada intermediária tem por objetivo:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447387 Banco de Dados
Existem diversas notações para o Modelo Entidade-Relacionamento. A notação original foi proposta por Peter Chen e é composta de entidades, relacionamentos, atributos, representados, respectivamente, por:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447386 Banco de Dados
No contexto da recuperação das informações em bancos de dados textuais, um processo consiste em aplicar operações em uma palavra para encontrar sua raiz gramatical, como, por exemplo: “recuperar” é raiz de “recuperação”, “recuperações”, “recuperam” e “recuperado”. Além de ser útil para encontrar possíveis textos relevantes, esse processo também ajuda a reduzir o tamanho da estrutura de indexação, já que diminui o número de índices distintos e é denominado:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447385 Banco de Dados
Bancos de dados textuais oferecem várias técnicas de pesquisa direcionadas para consultas de textos livres. Uma delas é representada por uma ferramenta capaz de automaticamente, inovar sinônimos para os argumentos de pesquisa. Assim, o usuário não precisa se lembrar de todos os termos relevantes relacionados à pesquisa.

Exemplo: se uma consulta for feita para a palavra “ automóvel ” , podem ser pesquisados , simultaneamente, os sinônimos “carro” e “veículo”.

Essa técnica é conhecida como:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447384 Banco de Dados
Entre os métodos principais de busca em bancos de dados textuais, um utiliza indexação de textos, por meio de arquivos invertidos. Um arquivo invertido é um método de busca que tem como características: a estrutura de busca é chamada vocabulário; suporta uma lista invertida que armazena os identificadores dos registros contendo o termo; as consultas são feitas tomando-se a lista invertida correspondente ao termo procurado; as consultas booleanas são feitas obtendo-se a conjunção ou disjunção entre as listas relativas aos termos presentes na consulta.

O método de busca descrito é conhecido como arquivos invertidos com:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447383 Banco de Dados
Em TSQL, trigger é um gatilho DML, DDL ou de logon, um tipo especial de procedimento armazenado que é executado automaticamente quando um evento ocorre no servidor de banco de dados.

Os gatilhos DDL são executados em resposta a diversos eventos que correspondem, basicamente, às seguintes instruções Transact-SQL:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447382 Banco de Dados
EmTSQL, o operador módulo tem por função retornar o resto da divisão de um número por outro.

O símbolo utilizado para esse operador é:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447381 Banco de Dados
A sigla OLAP tem por significado On-Line Analytical Processing e pode ser entendida como um software cuja tecnologia analítica de construção permite aos analistas de negócios, gerentes e executivos, analisar e visualizar dados corporativos de forma rápida, consistente e principalmente interativa. Já a sigla OLTP tem por significado Online Transactional Processing e refere-se a sistemas com base em transações.

Com relação ao OLTP e aos aspectos “frequência das atualizações”, “quantidade de dados” e “dados trabalhados ” , OLAP apresenta as seguintes características:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447380 Banco de Dados
Em TSQL, um comando permite a remoção de uma ou mais definições de tabela e todos os dados, índices, gatilhos, restrições e especificações de permissão dessas tabelas. Esse comando é:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447379 Banco de Dados
Em PGSQL, é usado, para o operador de atribuição, o seguinte símbolo:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447376 Banco de Dados
No que diz respeito às consultas SQL em bancos de dados, duas cláusulas devem ser utilizadas na sintaxe do comando SELECT com as finalidades especificadas a seguir.

I. Para expressar a condição que deve satisfazer cada grupo.

II. Para ordenar os registros selecionados com uma ordem específica.

As cláusulas I e II são, respectivamente:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: MDA Prova: FUNCAB - 2014 - MDA - Administrador de Dados |
Q447374 Banco de Dados
No que diz respeito à normalização em bancos de dados, duas formas normais são descritas a seguir.

I. Se somente todos os domínios básicos contiverem exclusivamente valores atômicos. Para atingir esta forma normal deve-se eliminar os grupos de repetição.

II. Se e somente se todos os atributos não chave forem totalmente dependentes da chave primária.

As descrições em I e II indicam condições que devem ser atendidas, respectivamente, pelas seguintes formas normais:
Alternativas
Respostas
6281: C
6282: A
6283: C
6284: B
6285: D
6286: B
6287: C
6288: A
6289: D
6290: A
6291: C
6292: D
6293: B
6294: E
6295: A
6296: B
6297: C
6298: C
6299: E
6300: A