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Q457071 Português
Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).

O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas , preferivelmente . Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.

Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
- Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra” - dizia ele ao entanguido vestibulando.

- Catilina,quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.

Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a platéia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.

-Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!

Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.

O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show” . Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
- Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!

- " As margens plácidas'' - respondi

instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.

- Por que não é indeterminado “ouviram,etc''?

- Porque o “as” de “as margens plácidas” não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte” : sujeito: “quem te adora” . Se pusermos na ordem direta...

- Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória!
A Bahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia-, 12 jun. 2013

Altera-se o sentido fundamental do enunciado no texto com a reescrita da seguinte oração:
Alternativas
Q457069 Português
Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).

O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas , preferivelmente . Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.

Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
- Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra” - dizia ele ao entanguido vestibulando.

- Catilina,quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.

Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a platéia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.

-Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!

Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.

O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show” . Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
- Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!

- " As margens plácidas'' - respondi

instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.

- Por que não é indeterminado “ouviram,etc''?

- Porque o “as” de “as margens plácidas” não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte” : sujeito: “quem te adora” . Se pusermos na ordem direta...

- Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória!
A Bahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia-, 12 jun. 2013

No contexto em que se vê empregado,o neologismo “ ruybarbosianamente” (§ 2) dá conta de um estilo acadêmico que deve ser interpretado como:
Alternativas
Q457068 Português
Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).

O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas , preferivelmente . Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.

Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
- Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra” - dizia ele ao entanguido vestibulando.

- Catilina,quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.

Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a platéia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.

-Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!

Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.

O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show” . Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
- Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!

- " As margens plácidas'' - respondi

instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.

- Por que não é indeterminado “ouviram,etc''?

- Porque o “as” de “as margens plácidas” não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte” : sujeito: “quem te adora” . Se pusermos na ordem direta...

- Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória!
A Bahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia-, 12 jun. 2013

A alternativa em que os sinônimos propostos para substituir as palavras em destaque mostram-se, quanto ao sentido, inadequados ao contexto em que estas foram empregadas é:
Alternativas
Q457067 Português
Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas. Acho inadmissível e mesmo chocante (no sentido antigo) um coroa não ser reacionário. Somos uma força histórica de grande valor. Se não agíssemos com o vigor necessário - evidentemente o condizente com a nossa condição provecta tudo sairia fora de controle, mais do que já está. O vestibular, é claro, jamais voltará ao que era outrora e talvez até desapareça, mas julgo necessário falar do antigo às novas gerações e lembrá-lo às minhas coevas (ao dicionário outra vez; domingo, dia de exercício).

O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito tão ruybarbosianamente quanto possível, com citações decoradas , preferivelmente . Os textos em latim eram As Catilinárias ou a Eneida, e das quais até hoje sei o comecinho.

Havia provas escritas e orais. A escrita já dava nervosismo, da oral muitos não se recuperaram inteiramente, pela vida afora. Tirava-se o ponto (sorteava-se o assunto) e partia-se para o martírio, insuperável por qualquer esporte radical desta juventude de hoje. A oral de latim era particularmente espetacular, porque se juntava uma multidão, para assistir à performance do saudoso mestre de Direito Romano Evandro Baltazar de Silveira. Franzino, sempre de colete e olhar vulpino (dicionário, dicionário), o mestre não perdoava.
- Traduza aí “quousque tandem, Catilina, [abutere] patientia nostra” - dizia ele ao entanguido vestibulando.

- Catilina,quanta paciência tens?" - retrucava o infeliz.

Era o bastante para o mestre se levantar, pôr as mãos sobre o estômago, olhar para a platéia como quem pede solidariedade e dar uma carreirinha em direção à porta da sala.

-Ai, minha barriga! - exclamava ele. - Deus, ó Deus, que fiz eu para ouvir tamanha asnice? Que pecados cometi, que ofensas Vos dirigi? Salvai essa alma de alimária, Senhor meu Pai!

Pode-se imaginar o resto do exame. [...] Comigo, a coisa foi um pouco melhor, eu falava um latinzinho e ele me deu seis, nota do mais alto coturno em seu elenco.

O maior público das provas orais era o que já tinha ouvido falar alguma coisa do candidato e vinha vê-lo “dar um show” . Eu dei show de português e inglês. O de português até que foi moleza, em certo sentido. O professor José Lima, de pé e tomando um cafezinho, me dirigiu as seguintes palavras aladas:
- Dou-lhe dez, se o senhor me disser qual é o sujeito da primeira oração do Hino Nacional!

- " As margens plácidas'' - respondi

instantaneamente e o mestre quase deixa cair a xícara.

- Por que não é indeterminado “ouviram,etc''?

- Porque o “as” de “as margens plácidas” não é craseado. Quem ouviu foram as margens plácidas. É uma anástrofe, entre as muitas que existem no Hino. “Nem teme quem te adora a própria morte” : sujeito: “quem te adora” . Se pusermos na ordem direta...

- Chega! - berrou ele. - Dez! Vá para a glória!
A Bahia será sempre a Bahia!

RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal Grande Bahia-, 12 jun. 2013

Em relação à narrativa apresentada, a leitura atenta revela ser improcedente o seguinte comentário:
Alternativas
Q455247 Engenharia de Software
O desenvolvimento de softwares demanda que seus desenvolvedores tenham a possibilidade de estudar esse sistema a partir de várias perspectivas. De acordo com os autores da UML, um sistema pode ser descrito por meio de cinco visões independentes. Uma delas descreve o sistema do ponto de vista externo como um conjunto de interações entre o próprio sistema e os agentes externos ao sistema. Essa visão é criada inicialmente e direciona o desenvolvimento das demais visões do sistema.

Essa abordagem é conhecida como visão de:
Alternativas
Q455246 Engenharia de Software
A UML possui duas formas de relacionamento parte-todo, uma geral, que relaciona uma classe de montagem a uma das c las se s das par tes constituintes e outra, mais restritiva, em que uma parte constituinte pode pertencer a no máximo uma montagem e, quando uma parte constituinte tiver sido atribuída a uma montagem, terá um tempo de vida coincidente com a montagem.

Essas formas de relacionamento parte-todo são denominadas,respectivamente.
Alternativas
Q455245 Engenharia de Software
A UML emprega diversos diagramas, cada um com uma finalidade específica . A seguir , são caracterizadas de três desses diagramas.

I. descreve os aspectos dos objeto que tratam do tempo e da seqüência das operações - eventos que marcam mudanças e que definem o contexto dos eventos, além da sua organização.

II. descreve a estrutura dos objetos em um sistema - sua identidade, seus relacionamentos com outros objetos, seus atributos e suas operações.

III. descreve aspectos específicos dos objetos - como os objetos individuais colaboram para alcançar o comportamento do sistema como um todo.

As descrições em I, II e III estão associadas, respectivamente, aos diagramas de:
Alternativas
Q455242 Engenharia de Software
CVS é uma sigla para um software que tem por finalidade
Alternativas
Q455240 Programação
O JSP já traz diversos objetos implícitos autoinstanciados, dos quais um representa um ServIetContext, em que se pode armazenar beans que valem para todas as páginas do website.
Esse  objeto  JSP  é  conhecido  por:
 

Alternativas
Q455239 Programação
JSP são páginas web, em linguagem fonte que são processadas pelo Web Contêiner, sendo por este convertida em um servlet. Para isso, nas páginas JSP todo o código, diretivas e tags são inseridos entre os seguintes demarcadores:
Alternativas
Q455238 Programação
Servlets são módulos de software compilados que ficam armazenados em um servidor Java. Nesse contexto, um arquivo informa ao Tomcat de todos os Servlets existentes e funciona como um registro deles. Para que possa rodar no servidor, o Servlet precisa estar registrado.

Esse arquivo é denominado
Alternativas
Q455235 Programação
Java possibilita o uso dos recursos da programação orientada a objetos. Um desses recursos oferece um mecanismo para a generalização e representa uma técnica avançada de programação, cuja ideia geral é a de que uma determinada classe mais genérica (a super classe ) possa assumir diferentes comportamentos , gerando o bjetos distintos , dependendo de certas condições. Na prática, quer dizer que um mesmo objeto pode executar métodos diferentes, dependendo do momento de sua criação.

Esse recurso é denominado:
Alternativas
Q455233 Programação
A linguagem Java possui uma classe com diversos métodos especializados em realizar cálculos matemáticos, dos quais dois são descritos a seguir.

I. é utilizado para arredondar um determinado número para o seu inteiro anterior.

II. é utilizado para obter o maior valor entre dois números, que podem ser dos tipos double, float,int ou long

Os métodos I e II são conhecidos, respectivamente,por;
Alternativas
Q455230 Programação
Em Java, string é um tipo de texto que corresponde à união de um conjunto de caracteres. Na classe String, há vários métodos que podem ser usados, como o caso de um que tem por objetivo remover todos os espaços no início e no final de uma determinada string.

A sintaxe desse método é:
Alternativas
Q455229 Programação
Java suporta três qualificadores ou modificadores de acesso, que definem a visibilidade de um método. Um tipo I é visível apenas pela própria classe, sendo o mais restritivo, um tipo II é visível por qualquer classe, sendo o mais aberto no sentido de que qualquer classe pode usar o método e um tipo III é visível pela própria classe, por suas subclasses e pelas classes do mesmo pacote.

Os tipos I, II e III são denominados, respectivamente:
Alternativas
Q455227 Programação
Java utiliza dois diagramas, caracterizados a seguir.

I. mostra os elementos de uma aplicação e os relacionamentos entre eles. Fornece as informações sobre o código-fonte. Apresenta a visualização estática de um programa.

II. mostra os elementos e seus relacionamentos em um momento do tempo durante a execução de uma aplicação. Fornece as informações sobre objetos em tempo de execução. Apresenta a visualização dinâmica de um programa.

Os diagramas I e II sã o denominados ,respectivamente:
Alternativas
Q455226 Programação
Java suporta dois tipos, descritos a seguir.

I. PRIMITIVOS, armazenados nas va r iáveis diretamente. Têm semântica de valor, valores são copiados quando atribuídos à outra variável.

II. OBJETOS, que armazenam as referências dos objetos. Atribuições e passagens de parâmetros têm semântica de referência, somente a referência é copiada, não o objeto.

Dois exemplos de tipos primitivos/objetos são,respectivamente
Alternativas
Q455225 Programação
No contexto da programação orientada a objetos em Java, três componentes de uma classe são definidos a seguir.

I. armazenam dados para uso de cada objeto.
II. implementam o comportamento dos objetos.
III. permitem que cada objeto seja configurado adequadamente quando ele é criado.

Os componentes I, II e III são conhecidos,respectivamente,por:
Alternativas
Q455224 Programação
Classes em Java possuem a linha public static void main (String args[]). Um desses parâmetros é o valor de retorno do método e, quando não há nenhum valor, ele retorna uma espécie de valor vazio que deve ser especificado, enquanto que outro representa o nome do método que indica ao compilador o início do programa, sendo o método principal em que todas as variáveis, argumentos e instruções são interpretados e processados para a execução do programa.

Os parâmetros descritos são, respectivamente
Alternativas
Q455223 Programação
Um programa na linguagem Java é compilado e gera um determinado arquivo com formato específico, que pode ser executado onde quer que a plataforma esteja presente, em qualquer sistema operacional subjacente. Enquanto que cada plataforma possui sua própria implementação da máquina virtual Java, existe somente uma especificação padronizada para a máquina virtual, proporcionando uma interface uniforme para aplicações em qualquer hardware, conhecida por Java Virtual Machine, ideal para uso na internet.

O arquivo e o correspondente formato são,respectivamente ,chamados:
Alternativas
Respostas
6061: E
6062: B
6063: B
6064: C
6065: D
6066: E
6067: D
6068: B
6069: E
6070: A
6071: D
6072: C
6073: A
6074: A
6075: D
6076: E
6077: C
6078: B
6079: A
6080: E