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Q4024995 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

O texto apresenta uma explicação sobre reações humanas diante de opiniões divergentes, articulando conceitos e exemplos por meio de retomadas referenciais e conexões entre frases que garantem a continuidade temática.


Considere o trecho do texto-base: 


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade.


De acordo com o trecho apresentado, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4024994 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.
Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade.
Considerando os sentidos produzidos pelos termos no contexto do período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024993 Psicologia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.
O texto apresenta uma reflexão sobre as reações humanas diante de opiniões divergentes, relacionando aspectos do funcionamento cerebral, processos cognitivos e comportamentos observados em situações de discordância.
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024992 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.
Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões.
Assinale a alternativa CORRETA que contenha apenas termos adjetivos.
Alternativas
Q4024990 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.
A neurociência "explica" por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. Em relação à regência verbal do verbo destacado no período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024824 Enfermagem
Os fundamentos de enfermagem estabelecem os princípios éticos e responsabilidades que guiam a prática profissional do Técnico de Enfermagem. No hospital Total Saúde de Paralândia, o Técnico de Enfermagem atende paciente em situação vulnerável que questiona sobre confidencialidade de suas informações de saúde. O profissional reconhece que a confidencialidade é um direito fundamental do paciente e que a divulgação de informações sem consentimento viola princípios éticos e legislação específica. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve atuar conforme Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e Lei nº 7.498/1986. Qual das seguintes opções descreve a responsabilidade do Técnico de Enfermagem em relação à confidencialidade das informações do paciente?
Alternativas
Q4024822 Enfermagem
A hipertensão arterial é uma doença crônica prevalente que exige monitoramento contínuo e assistência de enfermagem qualificada. Em uma Unidade Básica de Saúde do grupo Corpo e Saúde, a técnica de enfermagem Mariana atende um paciente com diagnóstico de hipertensão arterial que relata dificuldade em aderir ao tratamento medicamentoso e às orientações de estilo de vida. O profissional reconhece que a assistência envolve monitoramento de sinais vitais, educação em saúde e apoio para adesão ao tratamento. Considerando a assistência ao paciente hipertenso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024821 Enfermagem
A vigilância epidemiológica é um sistema de monitoramento contínuo que permite identificar e controlar doenças de importância para a saúde pública. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) Bom Jesus, o Técnico de Enfermagem atende paciente com suspeita de dengue que apresenta febre, cefaleia e mialgia. O profissional reconhece que dengue é doença de notificação compulsória e que a comunicação adequada aos órgãos de vigilância é essencial para controle epidemiológico. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de vigilância conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções melhor descreve as responsabilidades do Técnico de Enfermagem na vigilância epidemiológica de doenças notificáveis?
Alternativas
Q4024820 Enfermagem
A assistência de enfermagem ao recém-nascido exige conhecimento específico sobre fisiologia neonatal, termorregulação e identificação de sinais de alerta. Em uma Unidade de Neonatologia do grupo Baby Care, a técnica de enfermagem Luana auxilia na assistência a um recém-nascido prematuro que apresenta dificuldade respiratória leve. O profissional reconhece que os recém-nascidos têm necessidades específicas de temperatura, nutrição e monitoramento contínuo. Considerando a assistência neonatal, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas:

(__) Recém-nascidos prematuros exigem monitoramento contínuo de temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória e saturação de oxigênio.
(__) Banho de recém-nascido prematuro pode ser realizado imediatamente após o nascimento, sem esperar estabilização dos sinais vitais.
(__) Aleitamento materno deve ser iniciado assim que possível, conforme a capacidade de sucção e a estabilidade do recém-nascido.
(__) Icterícia neonatal é sempre patológica e exige intervenção imediata em todos os recém-nascidos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima:
Alternativas
Q4024819 Enfermagem
A saúde do trabalhador é um direito fundamental que exige vigilância contínua e notificação adequada de acidentes e doenças ocupacionais. Em um hospital público chamado Total Clínicas, o Técnico de Enfermagem sofre acidente de trabalho ao se perfurar com agulha contaminada durante procedimento. O profissional reconhece que acidentes de trabalho devem ser notificados e documentados conforme protocolos de saúde do trabalhador. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve seguir protocolos de segurança e notificação conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções melhor descreve as responsabilidades do Técnico de Enfermagem após sofrer acidente de trabalho?
Alternativas
Q4024817 Enfermagem
A comunicação terapêutica é ferramenta essencial que permite estabelecer relação de confiança com paciente e facilita adesão ao tratamento. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) Saúde & Cia, o Técnico de Enfermagem atende paciente idoso com diagnóstico de diabetes que apresenta dificuldade em aderir às orientações de alimentação saudável. O profissional reconhece que comunicação clara, empática e sem julgamentos é fundamental para estabelecer relação terapêutica. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve utilizar técnicas de comunicação terapêutica conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções descreve as técnicas de comunicação terapêutica apropriadas para o Técnico de Enfermagem?
Alternativas
Q4024816 Enfermagem
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição crônica que exige monitoramento contínuo e assistência qualificada. Na Unidade Básica de Saúde Bom Jesus, um Técnico de Enfermagem atende paciente com DPOC apresentando tosse crônica e dispneia. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde, qual das seguintes ações é responsabilidade do Técnico de Enfermagem?
Alternativas
Q4024814 Enfermagem
A asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que exige monitoramento contínuo e assistência de enfermagem qualificada. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do grupo Saúde Express, o Técnico de Enfermagem atende paciente com diagnóstico de asma brônquica que apresenta tosse seca, dispneia e sibilância. O profissional reconhece que a assistência envolve monitoramento de frequência respiratória, orientação sobre uso correto de inaladores e identificação de fatores desencadeantes. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de asma conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e assistência ao paciente asmático, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas:

(__)Paciente com asma deve ser orientado sobre evitar fatores desencadeantes (ácaros, mofo, fumaça, alergênicos) conforme protocolo.
(__)Paciente asmático pode estar exposto a fumaça de cigarro sem restrições, pois fumaça não afeta as vias aéreas.
(__)Monitoramento de frequência respiratória e saturação de oxigênio é essencial em paciente com asma para identificar crise.
(__)Paciente com asma pode interromper o uso de medicação de manutenção quando os sintomas desaparecerem.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4024813 Enfermagem
A técnica de enfermagem Ana Paula atua em uma unidade de pronto-atendimento do grupo Vita Saúde e recebe um paciente de 58 anos, masculino, com histórico de hipertensão arterial há 8 anos, comparecendo com queixa de cefaleia intensa, visão turva e pressão arterial de 180/120 mmHg. O paciente relata ter abandonado a medicação anti-hipertensiva há 3 meses por dificuldades financeiras. Durante a avaliação, apresenta-se ansioso, sudoreico e com frequência cardíaca de 102 bpm. Considerando os Fundamentos de Enfermagem, a legislação profissional e os princípios de assistência segura ao paciente, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024812 Enfermagem
Um técnico de enfermagem trabalha em unidade de internação e recebe prescrição médica para administrar medicações a paciente de 67 anos, pós-operatório de cirurgia abdominal há 2 dias, com náuseas intensas, vômitos frequentes e incapacidade de deglutição segura. O paciente apresenta acesso venoso periférico funcionante, está consciente e colaborativo. A prescrição inclui: analgésico, antiemético, antibiótico e anti-inflamatório. Considerando as características farmacológicas, indicações clínicas, vantagens e desvantagens de cada via de administração, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024811 Enfermagem
A assistência de enfermagem ao paciente em fase terminal exige conhecimento técnico, sensibilidade e respeito à dignidade humana. Em uma Unidade Básica de Saúde do grupo Corpo e Saúde, a técnica de enfermagem Mariana acompanha um paciente em estado grave e agonizante, com progressiva piora clínica e sofrimento intenso. O profissional reconhece que a assistência nessa fase envolve medidas de conforto, alívio do sofrimento e apoio ao paciente e à família. Considerando a assistência de enfermagem ao paciente grave e agonizante, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024810 Enfermagem
A assistência de enfermagem ao parto é um procedimento crítico que exige conhecimento técnico, observação contínua e capacidade de identificar complicações. Na Maternidade Saúde Infantil, o Técnico de Enfermagem auxilia na assistência ao parto vaginal de gestante em trabalho de parto ativo. O profissional reconhece que a assistência envolve monitoramento de sinais vitais, conforto da parturiente, suporte emocional e identificação de sinais de alerta. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro e médico, deve oferecer assistência baseada em protocolos de obstetrícia conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Qual das seguintes opções melhor descreve as responsabilidades do Técnico de Enfermagem durante a assistência ao parto?
Alternativas
Q4024809 Enfermagem
Os cuidados no pré e pós-operatório são essenciais para garantir a segurança do paciente e reduzir complicações cirúrgicas. Em um hospital particular do grupo Saúde Express, a técnica de enfermagem Luana participa da preparação de uma paciente para cirurgia eletiva e acompanha sua recuperação na sala de recuperação pós-anestésica. O profissional reconhece que o pré-operatório envolve orientações, higiene e verificação de documentação, enquanto o pós-operatório imediato exige monitoramento contínuo de sinais vitais e conforto. Considerando as responsabilidades do técnico de enfermagem no pré-operatório imediato, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024808 Enfermagem
O preparo do corpo pós-morte é um procedimento que envolve respeito, dignidade e conformidade com protocolos institucionais e legislação específica. Em um hospital público denominado Saúde Express, o Técnico de Enfermagem é chamado para auxiliar no preparo do corpo de paciente que faleceu após internação prolongada. O profissional reconhece que esse procedimento é delicado e que deve ser realizado com respeito à dignidade do falecido e apoio aos familiares. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de preparo do corpo conforme diretrizes do Ministério da Saúde e legislação específica. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e preparo do corpo pós-morte, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__)O preparo do corpo pós-morte envolve higiene, posicionamento adequado, identificação correta e respeito à dignidade do falecido conforme protocolo.
(__)O Técnico de Enfermagem pode descartar documentos de identificação do falecido para economizar espaço no arquivo hospitalar.

(__)A comunicação respeitosa com familiares durante o preparo do corpo é responsabilidade do Técnico de Enfermagem conforme protocolo de humanização.
(__)O corpo pode ser preparado de forma inadequada, pois o falecido não perceberá a qualidade do procedimento realizado.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4024807 Enfermagem
A farmacologia é a ciência que estuda os medicamentos, seus efeitos no organismo e as melhores formas de administração. Na Unidade de Internação Total Saúde do setor público, o Técnico de Enfermagem recebe prescrição médica para administrar medicação a paciente com dificuldade de deglutição. O profissional reconhece que a escolha da via de administração depende das características do medicamento, condição clínica do paciente e indicações terapêuticas. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve conhecer as diferentes vias de administração e suas particularidades conforme protocolos de farmacologia e administração de medicações. Qual das seguintes opções descreve as características das principais vias de administração de medicações?
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: D
64: C
65: B
66: B
67: B
68: C
69: D
70: D
71: D
72: A
73: A
74: D
75: D
76: D
77: C
78: C
79: C
80: A