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Q4018967 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida.
Considerando as regras de pontuação da norma padrão, assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego dos sinais de pontuação no período.
Alternativas
Q4018966 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma.
Em relação às relações sintáticas e semânticas presentes no período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4018965 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade.
Considerando os sentidos produzidos pelos termos no contexto do período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4018964 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

A amígdala está relacionada "às respostas" "a ameaças", enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar.
Em relação ao emprego do acento indicativo de crase nos trechos destacados, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4018963 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

A neurociência "explica" por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador.
Em relação à regência verbal do verbo destacado período, assinale a alternativa CORRETA.         
Alternativas
Q4018962 Enfermagem
A legislação profissional da enfermagem, regulamentada pelo Conselho Regional de Enfermagem (COREN), estabelece diretrizes que orientam a prática profissional e protegem tanto os profissionais quanto os pacientes. Em um hospital público, o Técnico de Enfermagem é informado que deve se registrar no COREN para exercer legalmente sua profissão. Durante uma conversa com colegas, surgem dúvidas sobre as responsabilidades do COREN e a importância do registro profissional. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE uma função fundamental do COREN no exercício profissional da enfermagem.
Alternativas
Q4018961 Enfermagem
O trabalho multiprofissional é essencial para vigilância eficaz de doenças endêmicas e implementação de ações de controle integradas. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem participa de reunião multiprofissional com enfermeiro, médico, assistente social, agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias para definir estratégia integrada de vigilância e controle de dengue. O profissional reconhece que integração de conhecimentos permite identificar determinantes sociais de saúde e implementar ações mais efetivas. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve participar ativamente de reuniões multiprofissionais conforme Lei nº 11.350/2006 e diretrizes do Ministério da Saúde. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a importância do trabalho multiprofissional na vigilância de doenças endêmicas.
Alternativas
Q4018960 Enfermagem
A educação em saúde é componente fundamental da atenção básica. Analise as afirmações e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas:
(__)Educação para a saúde deve adaptar mensagens de forma culturalmente apropriada, respeitando valores da comunidade.
(__)O técnico deve impor mudanças comportamentais por possuir conhecimento técnico superior.
(__)Grupos educativos sobre prevenção são estratégias eficazes de promoção da saúde.
(__)Educação em saúde é processo unidirecional em que o profissional transmite informações sem feedback.
Marque a sequência correta:
Alternativas
Q4018959 Enfermagem
A vigilância em saúde é um sistema de monitoramento contínuo de doenças e agravos que permite identificar surtos, epidemias e tendências de saúde na população. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem participa do sistema de vigilância identificando casos suspeitos de doenças transmissíveis, realizando notificação compulsória e orientando a comunidade sobre prevenção. O profissional reconhece que a vigilância em saúde é fundamental para proteção coletiva e que doenças como dengue, tuberculose e COVID-19 exigem notificação imediata. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de vigilância conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e vigilância em saúde, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)Doenças de notificação compulsória como tuberculose, dengue e COVID-19 devem ser notificadas imediatamente aos órgãos de vigilância epidemiológica conforme protocolo de vigilância em saúde.
(__)O Técnico de Enfermagem não tem responsabilidade na vigilância em saúde, pois essa função é exclusiva de epidemiologistas.
(__)Surtos de doenças transmissíveis devem ser investigados para identificar fonte de infecção, modo de transmissão e população afetada conforme protocolo de investigação epidemiológica.
(__)Informações de vigilância em saúde são confidenciais e não devem ser compartilhadas com a comunidade, mesmo para fins de prevenção.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4018958 Enfermagem
A higiene e o conforto do paciente são componentes fundamentais da assistência de enfermagem que promovem bem-estar, previnem infecções e mantêm a dignidade do paciente. Em uma Unidade de Internação do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza banho de leito em paciente acamado com mobilidade reduzida. O profissional reconhece que essa atividade vai além da limpeza corporal, oferecendo oportunidade de avaliação física, comunicação terapêutica e promoção de conforto. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de higiene e conforto conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE os objetivos e benefícios da higiene e conforto na assistência de enfermagem.
Alternativas
Q4018957 Enfermagem
As urgências respiratórias representam situações clínicas que exigem atendimento rápido e intervenções eficazes para preservar a vida. Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do setor público, o Técnico de Enfermagem atende paciente com dispneia intensa, tosse produtiva, saturação de oxigênio 88%, frequência respiratória 28 irpm e sibilos à ausculta. O paciente relata histórico de asma. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, reconhece que deve executar intervenções imediatas para melhorar a oxigenação e conforto respiratório. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE as intervenções apropriadas de enfermagem para urgência respiratória.
Alternativas
Q4018956 Enfermagem
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelece princípios fundamentais que orientam a conduta profissional em todas as situações. Em um hospital público, o Técnico de Enfermagem é designado para cuidar de um paciente em isolamento por doença infectocontagiosa. Durante o turno, o paciente solicita que o profissional compartilhe informações sobre seu diagnóstico com familiares que aguardam na sala de espera, sem autorização prévia. O paciente não apresenta risco de morte iminente, não há suspeita de crime e não existe notificação compulsória envolvida. O Técnico de Enfermagem, considerando seus deveres éticos e profissionais, reconhece que sua conduta deve estar fundamentada em princípios de sigilo e confidencialidade. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE um princípio ético fundamental que deve guiar a ação do Técnico de Enfermagem nesta situação.
Alternativas
Q4018955 Enfermagem
A cadeia de frio é um componente crítico do Programa Nacional de Imunização, garantindo a potência e eficácia das vacinas desde a fabricação até a administração. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem é responsável pelo monitoramento diário da temperatura da geladeira de vacinas. Durante um turno, identifica que a temperatura atingiu 8°C, no limite máximo da faixa recomendada de 2 a 8°C. O profissional, reconhecendo a importância da cadeia de frio, comunica imediatamente ao enfermeiro e registra o incidente. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a importância da manutenção adequada da cadeia de frio no Programa Nacional de Imunização.
Alternativas
Q4018954 Enfermagem
As intoxicações exógenas representam emergências médicas que exigem atendimento rápido e intervenções eficazes para evitar complicações graves ou morte. Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem atende paciente com suspeita de intoxicação alimentar apresentando náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia. O profissional reconhece que a identificação do agente causador, avaliação clínica e aplicação de primeiros cuidados são fundamentais para minimizar complicações e promover recuperação. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de atendimento a intoxicações conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e assistência a intoxicações, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)Intoxicação alimentar pode ser causada por bactérias, toxinas bacterianas, vírus ou parasitas presentes em alimentos contaminados, apresentando sintomas como náuseas, vômitos e diarreia conforme protocolo de intoxicação alimentar.
(__)Em caso de intoxicação medicamentosa, o Técnico de Enfermagem deve induzir vômito imediatamente em todos os casos para eliminar o medicamento do trato gastrointestinal.
(__)Monitoramento de sinais vitais, manutenção de hidratação, repouso e comunicação ao enfermeiro para avaliação diagnóstica são intervenções apropriadas em intoxicações conforme protocolo de atendimento.
(__)Picadas de animais peçonhentos como cobras e aranhas podem causar envenenamento grave, exigindo soroterapia específica e atendimento hospitalar conforme protocolo de envenenamentos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4018953 Enfermagem
A supervisão em enfermagem é um processo administrativo essencial para garantir qualidade assistencial. Em um hospital público, um enfermeiro supervisiona um Técnico de Enfermagem, verificando cuidados prestados, cumprimento de protocolos e documentação adequada. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE um objetivo central da supervisão em enfermagem.
Alternativas
Q4018952 Enfermagem
As picadas de insetos, animais peçonhentos e mordeduras de animais representam emergências médicas que exigem atendimento rápido e administração apropriada de soros e vacinas. Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem atende paciente com picada de cobra após trabalho em área rural. O profissional reconhece que a identificação correta do animal, avaliação clínica, administração de soro antiofídico e monitoramento de complicações são fundamentais para evitar sequelas ou morte. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de atendimento a envenenamentos conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e assistência a envenenamentos, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)Picada de cobra peçonhenta pode causar manifestações locais como edema, equimose e necrose, e manifestações sistêmicas como coagulopatia insuficiência renal, exigindo soroterpia específica conforme protocolo.
(__)Mordedura de animal suspeito de raiva deve ser lavada com água e sabão, e o paciente deve receber vacina antirrábica e imunoglobulina conforme protocolo de prevenção da raiva.
(__)Picada de aranha peçonhenta não causa complicações graves e pode ser tratada apenas com analgésicos e repouso, sem necessidade de soroterpia.
(__)O Técnico de Enfermagem deve administrar soro antiofídico ou antiaracnídico conforme prescrição do médico, observando sinais de reação anafilática e mantendo acesso venoso conforme protocolo de envenenamentos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.       
Alternativas
Q4018951 Enfermagem
O aleitamento materno exclusivo e a introdução adequada de alimentos complementares são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento infantil. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza orientações sobre alimentação infantil durante consulta de puericultura. Mães questionam sobre a duração do aleitamento materno exclusivo, introdução de alimentos, riscos de doenças diarreicas e importância da vacinação conforme Caderneta de Saúde da Criança. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer orientações baseadas em evidências científicas e diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e atenção à criança, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)O aleitamento materno exclusivo até os seis meses atende todas as necessidades nutricionais, hídricas e imunológicas da criança, não sendo necessária introdução de água, chás ou outros alimentos neste período.
(__)A introdução de alimentos complementares deve iniciar aos três meses de idade, substituindo gradualmente o leite materno conforme orientação do pediatra.
(__)Doenças diarreicas em crianças menores de dois anos podem ser prevenidas através de aleitamento materno exclusivo, higiene adequada e água potável conforme protocolo de saúde infantil.
(__)Vacinação completa conforme calendário do Estado do Pará é desnecessária se a criança receber aleitamento materno exclusivo, pois o leite materno oferece proteção total contra todas as doenças imunopreveníveis.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4018950 Enfermagem
O envelhecimento é um processo natural que traz mudanças fisiológicas, funcionais e sociais que exigem atenção especial à saúde do idoso. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza consulta com idoso de 75 anos que relata dificuldade de equilíbrio, fraqueza muscular e visão reduzida. O paciente questiona sobre o risco de quedas e como preveni-las. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, reconhece que quedas são complicação frequente em idosos com consequências graves como fraturas e perda de autonomia. O profissional deve oferecer orientações baseadas em protocolos de atenção ao idoso conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE as medidas apropriadas de prevenção de quedas em idosos.
Alternativas
Q4018949 Enfermagem
A atenção à saúde da mulher é um componente fundamental da atenção básica, incluindo pré-natal, prevenção do câncer ginecológico, planejamento familiar e promoção da saúde. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza orientações sobre saúde da mulher durante consultas e grupos educativos. Mulheres questionam sobre a importância do pré-natal, coleta de Papanicolau, autoexame das mamas, planejamento familiar e prevenção de complicações na gravidez conforme diretrizes do Ministério da Saúde. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer orientações baseadas em evidências científicas e protocolos de atenção à saúde da mulher.
Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e atenção à mulher, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)A coleta de Papanicolau deve ser realizada regularmente em mulheres entre 25 e 64 anos, mesmo na ausência de sintomas, pois detecta lesões precursoras do câncer cervicouterino antes da manifestação clínica.
(__)O pré-natal deve iniciar apenas no terceiro trimestre de gravidez, quando o feto já está completamente formado e as complicações são menos prováveis.
(__)O autoexame das mamas deve ser realizado mensalmente pela mulher para identificação de nódulos, alterações de pele ou secreção, complementando o exame clínico profissional conforme protocolo de prevenção do câncer de mama.
(__)Planejamento familiar é responsabilidade exclusiva do médico, não sendo função do Técnico de Enfermagem oferecer informações sobre métodos contraceptivos conforme Lei nº 9.263/1996.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4018948 Enfermagem
Os curativos em feridas abertas são procedimentos críticos que promovem cicatrização, previnem infecções e mantêm o conforto do paciente. Em uma Unidade de Internação do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem realiza curativo em ferida cirúrgica aberta com presença de exsudato. O profissional reconhece que a escolha apropriada do material de curativo, a técnica asséptica e a avaliação da ferida são fundamentais para cicatrização adequada e prevenção de complicações. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de curativos conforme diretrizes do Ministério da Saúde e Lei nº 7.498/1986. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE os princípios apropriados na realização de curativos em feridas abertas.
Alternativas
Respostas
421: B
422: C
423: A
424: A
425: C
426: C
427: B
428: C
429: D
430: C
431: C
432: A
433: B
434: A
435: B
436: B
437: D
438: B
439: B
440: B