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Q3236416 Direito Administrativo
Um gestor público está elaborando um edital de licitação e precisa garantir que todos os princípios da licitação sejam respeitados. Dentre os princípios fundamentais, qual dos a seguir relacionados deve ser assegurado para garantir a ampla concorrência e a isonomia entre os licitantes? 
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Q3236408 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Considerando o primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que no encadeamento entre os períodos que o constituem pode-se observar, na introdução dos períodos, a partir do segundo:
Alternativas
Q3236407 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
De acordo com a prosódia, assinale o grupo de palavras que são equivalentes quanto à classificação do acento tônico das palavras.
Alternativas
Q3236404 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Em “Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade.” (2º§), pode-se afirmar que a estruturação sintática do período demonstra:
Alternativas
Q3236403 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
A reescrita do segmento destacado em que há adequação semântica e gramatical de acordo com o texto original está indicada em: 
Alternativas
Q3236400 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Em “Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes.” (1º§), as vírgulas:

I. Podem ser substituídas por travessões.
II. Podem ser substituídas pelos parênteses.
III. Foram empregadas com adequação de acordo com a norma culta.

Está correto o que se afirma em 
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Q3236193 Atualidades
TikTok se une a artistas para promover a segurança dos jovens na internet

Campanha surgiu em decorrência da estatística de que 18% dos pais brasileiros gostariam de controlar a atividade dos filhos nas redes sociais.

    A rede social TikTok e o Instituto Vero, em parceria com os artistas e criadores de conteúdo, se uniram em torno de uma campanha para aumentar a conscientização sobre a segurança de jovens na internet. Com Mônica Martelli e Tadeu França estrelando os primeiros conteúdos, a iniciativa “#Juntos” irá promover debates, cursos de capacitação para pais e responsáveis, além de materiais de orientação aos adolescentes e seus pais.

 (Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/tiktok. Acesso em: dezembro de 2024.)
As redes sociais têm ganhado cada vez mais espaço no cotidiano dos mais jovens, sobretudo, aplicativos de vídeos rápidos e interação, como o TikTok. Tendo em vista a necessidade de pensar formas de garantir a segurança dos adolescentes na internet, além das ferramentas dos aplicativos, são estratégias para promover um ambiente on-line mais seguro:
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Q3236192 Atualidades
Iphan reconhece tradição negra da Marujada como patrimônio do Brasil

    Agora é oficial: as Marujadas de São Benedito, no Pará, são patrimônio cultural do Brasil. Reconhecidas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) durante reunião de seu conselho consultivo no dia 4 de setembro, as Marujadas foram inscritas como bens culturais imateriais no Livro de Registro de Celebrações. Em pormenores, a Marujada é uma forma cultural de expressão e celebração para São Benedito, em que mulheres e homens de diferentes idades homenageiam o “santo preto” através de danças e indumentárias próprias, rezas e ritualizações que caracterizam esse momento de devoção, que ocorre tradicionalmente entre os dias 18 e 26 de dezembro.


(Disponível em: https://www.geledes.org.br/iphan-reconhece-tradicao-negra-da-marujada-como-patrimonio-do-brasil/. Acesso em: dezembro de 2024.)
A Marujada, oficialmente reconhecida como patrimônio brasileiro pelo Iphan, destaca-se por sua herança histórica de contribuição para a cultura paraense. Como movimento tradicional produzido pela população negra, seu reconhecimento representa:
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Q3236191 Atualidades
“A cultura é fundamental para um desenvolvimento sustentável e inclusivo”, diz ministra em reunião do Brics

Margareth Menezes participou da atividade com líderes de Cultura nesta quarta (11). 

    Na manhã desta quarta-feira (11), em São Petersburgo, na Rússia, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou da 9ª Reunião de Ministros de Cultura do Brics, no Museu Russo de Etnografia. O encontro é realizado desde 2015 e, na agenda, está o Plano de Ação para a Implementação do Acordo entre os Governos dos Estados do Brics sobre Cooperação no Campo da Cultura (2022-2026). Em seu discurso, a ministra ressaltou que a cooperação cultural tem o potencial de promover dinâmicas positivas nas nossas economias e sociedades. O tema da difusão da economia criativa e das indústrias culturais foi destaque.

(Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br. Acesso em: dezembro de 2024.)
A cultura tem papel fundamental no desenvolvimento dos países, por seu potencial de criar possibilidades na economia e sociedade, além das questões simbólicas. Nesse sentido, o tema ganha destaque nas relações internacionais, pois:
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Q3236190 Conhecimentos Gerais
G-20 destaca a busca por equidade, a cooperação internacional e os impactos das mudanças climáticas na saúde

Confira as principais propostas da cúpula do Rio de Janeiro para a saúde. 

    [...] Sob o lema “construindo um mundo justo e um planeta sustentável”, a declaração enfatizou a importância de construir sistemas de saúde mais resilientes, equitativos e sustentáveis, com foco no combate à fome, no acesso à água potável, na cobertura universal de saúde e no aprimoramento dos serviços essenciais, incluindo a saúde mental. O G-20 também destacou o fortalecimento da formação da força de trabalho de saúde, com iniciativas como a Academia da OMS, reconhecendo a contribuição dos profissionais no fortalecimento dos sistemas de saúde.

(Disponível em: https://www.cofen.gov.br/g20. Acesso em: dezembro de 2024.)
O G-20, fórum que reuniu países em desenvolvimento para discutir questões econômicas, políticas e sociais, reuniu-se no Brasil e teve como uma das pautas de discussão as relações entre desenvolvimento sustentável e saúde. Assim sendo, sobre os impactos da sustentabilidade na saúde, pode-se relacionar: 
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Q3236189 Atualidades
Funai completa 57 anos com reconhecimento do indígena como protagonista

Instituição passou por mudanças ao longo dos tempos e chega à atual configuração com reconhecimento dos povos indígenas como protagonistas e foco no respeito às diferentes etnias.

    A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) completa 57 anos nesta quinta-feira (5/12). Ao longo de quase seis décadas de existência, a autarquia passou por inúmeras mudanças até chegar à configuração atual, que reconhece os povos indígenas como protagonistas e tem como foco o respeito às diferentes etnias.

(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/. Acesso em: dezembro de 2024.)
Os povos indígenas brasileiros possuem uma trajetória histórica de resistência, que se estende desde a colonização até os desafios atuais. Nesse sentido, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) se destaca com atuação essencial no cenário nacional. Pode-se destacar a relevância do trabalho desenvolvido pela Funai, pois:
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Q3236188 Atualidades
Violência política atinge recorde nas disputas eleitorais municipais de 2024

Nos últimos dois anos, país contabilizou quase a metade dos casos registrados desde 2016.


    A terceira edição da pesquisa Violência Política e Eleitoral no Brasil, lançada nesta segunda-feira (16) pelas organizações Justiça Global e Terra de Direitos, revela um aumento recorde nos casos de violência política em 2024. O levantamento, que analisa o período de 1º de novembro de 2022 a 27 de outubro de 2024, registrou 714 ocorrências envolvendo candidatos e políticos em exercício, o maior número desde o início da série histórica em 2016.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br. Acesso em: dezembro de 2024.)


A violência política se manifesta nos âmbitos psicológico, econômico, físico, simbólico ou sexual quando se impede ou se manipula o acesso do indivíduo aos seus direitos políticos, contra sua vontade. Nesse sentido, tendo em vista a crescente de casos no Brasil, trata-se de atitude que pode combater a violência política:
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Q3236187 Atualidades
O conhecimento agroecológico ‘é uma das nossas últimas saídas’ enquanto civilização, alerta presidente da ABA

O professor José Nunes destacou o papel ‘aglutinador’ da prática na diversidade e pluralidade de saberes. 


A abordagem do conhecimento agroecológico propõe uma transformação em nosso modo de vida, voltada à sustentabilidade socioambiental e à justiça climática. Essa construção cotidiana, segundo movimentos e entidades do setor, combina as práticas e saberes de povos e comunidades tradicionais com os avanços de uma ciência comprometida com o Bem Viver e com a construção de uma sociedade mais agroecológica.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br. Acesso em: dezembro de 2024.)
A agroecologia busca pensar outras formas de desenvolver a agricultura, baseadas em saberes ancestrais com vistas à melhora da qualidade de vida e sustentabilidade, sobretudo, diante da crise climática. Sobre a aplicação da agroecologia, é correto afirmar que se exemplifica por meio de:
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Q3236186 Atualidades

          CPI das bets: relatora acata proposta da Anatel para alterar Marco Civil da Internet

   

Proposição apresentada pela agência sugere alterar artigo sobre responsabilidade de plataformas para        prever sanção administrativa de empresas responsáveis por serviços habilitadores de conectividade.


    A relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal sobre jogos virtuais de apostas on-line, Soraya Thronicke (Podemos-MS), afirmou nesta terça-feira, 17, que prepara o encaminhamento de projeto de lei com sugestões apresentadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para ampliar as atribuições da autarquia no combate aos bets irregulares. 


                                                (Disponível em: https://telesintese.com.br/. Acesso em: dezembro de 2024.)  

As bets se referem a jogos de apostas, que se popularizaram no meio virtual e ganharam notoriedade principalmente através das redes sociais. Apesar da aparência de entretenimento, o assunto tem sido pauta de discussões nos termos legais brasileiros, por seus impactos à vida financeira dos usuários. Sobre o impacto econômico das bets nas finanças dos brasileiros, pode-se apontar:
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Q3236185 Atualidades
Educação inclusiva avança no país

Na última década, o percentual de alunos de 4 a 17 anos com alguma deficiência matriculados na escola, em classes comuns, passou de 77% para 91%. 


O avanço da educação inclusiva no Brasil é uma das melhores notícias do recém-publicado Anuário Brasileiro da Educação Básica 2024 (Todos pela Educação, Fundação Santillana e Moderna). Uma escola boa para crianças e adolescentes com deficiência também é boa para crianças e adolescentes que não têm deficiência. A educação de qualidade inclui todos. 

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social. Acesso em: dezembro de 2024.)

A educação inclusiva é apontada no texto como fator abrangente, que beneficia não apenas os alunos com deficiência, mas também os demais colegas de classe e comunidade escolar. Nesse sentido, trata-se de benefício da educação inclusiva:
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Q3236184 Atualidades
Bienal do Livro Rio já tem mais de 75% dos espaços vendidos

Em comparação com a edição anterior, no mesmo período de vendas, a área negociada já é 80% maior; evento ocorre entre 13 e 22 de junho de 2025. 

Faltando oito meses para um dos maiores festivais de literatura, entretenimento e cultura do país, a Bienal do Livro Rio (13 a 22 de junho de 2025) já reúne um grande número de expositores confirmados, entre veteranos e estreantes. Após o sucesso da edição de 2023, com recordes de público e de vendas, os expositores estão apostando ainda mais na edição de 2025. Até o momento, mais de 75% dos espaços da Bienal já foram comercializados e 75% dos expositores frequentes aumentaram suas áreas, com um incremento médio de 40% no tamanho de seus respectivos estandes.

(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/. Acesso em: dezembro de 2024.)

A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do Brasil e do mundo que ocorre a cada dois anos, contando com um público expressivo. Sobre os objetivos da realização do evento, pode-se afirmar que:
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Q3236180 Matemática
Uma cidade está em estado de calamidade pública devido a um problema climático que a deixou totalmente ilhada. O governo estadual ofereceu ajuda por meio de suprimentos aéreos e pediu que a defesa civil verificasse um local para recebê-los. Em resposta ao governo estadual, após definir o local para receber os suprimentos, a defesa civil enviou a imagem a seguir, considerando que o avião deveria “soltá-los” quando estivesse alinhado com o marco zero do eixo X. Para acertar o alvo, há uma coordenada “x” igual à solução positiva da equação do segundo grau - x2 + 2500 = 0. . Observe:


Imagem associada para resolução da questão



Qual a coordenada “x” do alvo?
Alternativas
Q3236179 Matemática
A prefeitura de uma cidade conta com 4 analistas, os quais em 5 dias conseguem analisar, juntos, 120 processos administrativos em uma carga horária diária de 8 horas de trabalho. Quando um dos analistas entra de férias, os demais devem fazer hora extra para que se mantenha a quantidade de 120 processos administrativos analisados nos mesmos 5 dias. Tendo em vista que a produtividade de todos os analistas é a mesma, quantas horas extras cada um deverá fazer diariamente?
Alternativas
Q3236176 Matemática

A caixa a seguir, de base retangular com 30 centímetros de largura e 50 centímetros de comprimento, precisa de uma tampa.


Imagem associada para resolução da questão


Para confeccioná-la, sabe-se que uma pessoa irá usar um pedaço de papelão retangular (Figura I) com 60 centímetros de comprimento por 40 cm de largura, descartando 4 quadrados idênticos nas pontas (Figura II) para dobrar e colar as bordas retangulares menores (Figura III), formando, assim, a tampa para caixa.



Imagem associada para resolução da questão

 


Sabe-se que para a tampa encaixar perfeitamente suas medidas devem ter 2 centímetros a mais que cada uma das medidas da caixa. Qual a área de cada um dos quadrados descartados?

Alternativas
Q3236173 Português
O menestrel

    Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
    Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
    Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação; sempre existem dois lados.
    Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
    Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!


(Adaptado do poema de Veronica Shoffstall. Versão original registrada em 1971.)
Em “Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação;sempre existem dois lados.” (3º§), os termos “mas” e “ou…ou” denotam, respectivamente:
Alternativas
Respostas
5401: B
5402: A
5403: B
5404: B
5405: D
5406: A
5407: D
5408: A
5409: B
5410: A
5411: D
5412: C
5413: B
5414: B
5415: A
5416: A
5417: D
5418: A
5419: B
5420: B