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Q3519655 Português

O manicômio vive dentro de nós



    No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, data que lembra a mobilização do movimento da reforma psiquiátrica, iniciado na década de 1970, que reúne, desde então, pessoas com transtornos mentais, familiares, profissionais de saúde e setores da academia em prol de uma atenção à saúde humanizada e com respeito aos direitos fundamentais.


    No cuidado à pessoa com transtornos mentais, dois modelos estão em tensão. De um lado, a proposta de tratamento como segregação do louco do convívio familiar e social. De outro, parte-se da premissa de que é necessário priorizar a atenção ambulatorial e a convivência familiar e comunitária, sendo cabível a internação apenas mediante solicitação médica, quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, tendo como objetivo a reinserção do paciente no meio social.


    As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema. Apenas como referência, convidamos o leitor a se familiarizar e se conscientizar sobre o tema a partir da leitura de obras como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Nos porões da loucura”, de Hiram Firmino, e, mais recente, o chocante livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, que baseou o documentário produzido pela rede de TV HBO. Ainda, filmes como “O bicho de sete cabeças” e “Em nome da razão” são obras obrigatórias sobre o universo de violações de direitos vivido por pacientes psiquiátricos.


    A história revela que o isolamento e a institucionalização dos doentes rapidamente conduziram à superlotação de hospitais, que se tornaram depósitos de pessoas sem atenção clínica e psiquiátrica adequada, ao uso de práticas sem devido fundamento científico, à privação de liberdade, ao isolamento, à perda da privacidade e à violência, entre outras gravíssimas violações de direitos humanos.


    Muitas vezes, sequer, essas pessoas tiveram um diagnóstico adequado e justificativa para sua internação. Muitas dessas pessoas não encontraram a luz da porta de saída e morreram ainda no ambiente hospitalar. Teriam sido 60 mil apenas no Hospital Colônia de Barbacena, segundo nos conta Daniela Arbex.  


    Mesmo diante desses fatos, ainda hoje, muitas vozes, por vezes camuflando suas reais intenções, insistem em práticas segregacionistas, que “coisificam” o doente, que perde sua condição de pessoa e de sujeito de direitos. Não há dúvidas de que o cuidado com o paciente com transtornos mentais é complexo e impacta gravemente a vida de sua família. No entanto, a institucionalização e a segregação trazem tranquilidade apenas para a consciência daqueles que acreditam que “o que os olhos não veem o coração não sente”.


    Em visita ao Hospital Colônia de Barbacena, o jornalista Hiram Firmino testemunhou: “Não encontramos os loucos terríveis que supúnhamos encontrar. Mas seres humanos como nós. Pessoas que, fora das crises, vivem lúcidas o tempo todo”.


    Portanto, neste dia 18 de maio, proponho que lutemos contra o manicômio que está dentro de cada um de nós e que o poder público, em vez de admitir práticas que configuram retrocesso no cuidado das pessoas com transtornos mentais, esteja empenhado em fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial do SUS (RAPS), promover a inclusão social, resgatar a cidadania e dispensar apoio intersetorial ao paciente e sua família.



(Luciano Moreira de Oliveira, Promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do MPMG, Estado de Minas. Em: maio de 2023.)

A inclusão de informações atribuídas a jornalistas e escritores, como ocorre no texto “O manicômio vive dentro de nós”, indica: 
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Q3519654 Português

O manicômio vive dentro de nós



    No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, data que lembra a mobilização do movimento da reforma psiquiátrica, iniciado na década de 1970, que reúne, desde então, pessoas com transtornos mentais, familiares, profissionais de saúde e setores da academia em prol de uma atenção à saúde humanizada e com respeito aos direitos fundamentais.


    No cuidado à pessoa com transtornos mentais, dois modelos estão em tensão. De um lado, a proposta de tratamento como segregação do louco do convívio familiar e social. De outro, parte-se da premissa de que é necessário priorizar a atenção ambulatorial e a convivência familiar e comunitária, sendo cabível a internação apenas mediante solicitação médica, quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, tendo como objetivo a reinserção do paciente no meio social.


    As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema. Apenas como referência, convidamos o leitor a se familiarizar e se conscientizar sobre o tema a partir da leitura de obras como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Nos porões da loucura”, de Hiram Firmino, e, mais recente, o chocante livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, que baseou o documentário produzido pela rede de TV HBO. Ainda, filmes como “O bicho de sete cabeças” e “Em nome da razão” são obras obrigatórias sobre o universo de violações de direitos vivido por pacientes psiquiátricos.


    A história revela que o isolamento e a institucionalização dos doentes rapidamente conduziram à superlotação de hospitais, que se tornaram depósitos de pessoas sem atenção clínica e psiquiátrica adequada, ao uso de práticas sem devido fundamento científico, à privação de liberdade, ao isolamento, à perda da privacidade e à violência, entre outras gravíssimas violações de direitos humanos.


    Muitas vezes, sequer, essas pessoas tiveram um diagnóstico adequado e justificativa para sua internação. Muitas dessas pessoas não encontraram a luz da porta de saída e morreram ainda no ambiente hospitalar. Teriam sido 60 mil apenas no Hospital Colônia de Barbacena, segundo nos conta Daniela Arbex.  


    Mesmo diante desses fatos, ainda hoje, muitas vozes, por vezes camuflando suas reais intenções, insistem em práticas segregacionistas, que “coisificam” o doente, que perde sua condição de pessoa e de sujeito de direitos. Não há dúvidas de que o cuidado com o paciente com transtornos mentais é complexo e impacta gravemente a vida de sua família. No entanto, a institucionalização e a segregação trazem tranquilidade apenas para a consciência daqueles que acreditam que “o que os olhos não veem o coração não sente”.


    Em visita ao Hospital Colônia de Barbacena, o jornalista Hiram Firmino testemunhou: “Não encontramos os loucos terríveis que supúnhamos encontrar. Mas seres humanos como nós. Pessoas que, fora das crises, vivem lúcidas o tempo todo”.


    Portanto, neste dia 18 de maio, proponho que lutemos contra o manicômio que está dentro de cada um de nós e que o poder público, em vez de admitir práticas que configuram retrocesso no cuidado das pessoas com transtornos mentais, esteja empenhado em fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial do SUS (RAPS), promover a inclusão social, resgatar a cidadania e dispensar apoio intersetorial ao paciente e sua família.



(Luciano Moreira de Oliveira, Promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do MPMG, Estado de Minas. Em: maio de 2023.)

A razão da ocorrência de crase em “[...] atenção à saúde humanizada [...]” (1º§) está corretamente indicada em:
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Q3519653 Português

O manicômio vive dentro de nós



    No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, data que lembra a mobilização do movimento da reforma psiquiátrica, iniciado na década de 1970, que reúne, desde então, pessoas com transtornos mentais, familiares, profissionais de saúde e setores da academia em prol de uma atenção à saúde humanizada e com respeito aos direitos fundamentais.


    No cuidado à pessoa com transtornos mentais, dois modelos estão em tensão. De um lado, a proposta de tratamento como segregação do louco do convívio familiar e social. De outro, parte-se da premissa de que é necessário priorizar a atenção ambulatorial e a convivência familiar e comunitária, sendo cabível a internação apenas mediante solicitação médica, quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, tendo como objetivo a reinserção do paciente no meio social.


    As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema. Apenas como referência, convidamos o leitor a se familiarizar e se conscientizar sobre o tema a partir da leitura de obras como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Nos porões da loucura”, de Hiram Firmino, e, mais recente, o chocante livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, que baseou o documentário produzido pela rede de TV HBO. Ainda, filmes como “O bicho de sete cabeças” e “Em nome da razão” são obras obrigatórias sobre o universo de violações de direitos vivido por pacientes psiquiátricos.


    A história revela que o isolamento e a institucionalização dos doentes rapidamente conduziram à superlotação de hospitais, que se tornaram depósitos de pessoas sem atenção clínica e psiquiátrica adequada, ao uso de práticas sem devido fundamento científico, à privação de liberdade, ao isolamento, à perda da privacidade e à violência, entre outras gravíssimas violações de direitos humanos.


    Muitas vezes, sequer, essas pessoas tiveram um diagnóstico adequado e justificativa para sua internação. Muitas dessas pessoas não encontraram a luz da porta de saída e morreram ainda no ambiente hospitalar. Teriam sido 60 mil apenas no Hospital Colônia de Barbacena, segundo nos conta Daniela Arbex.  


    Mesmo diante desses fatos, ainda hoje, muitas vozes, por vezes camuflando suas reais intenções, insistem em práticas segregacionistas, que “coisificam” o doente, que perde sua condição de pessoa e de sujeito de direitos. Não há dúvidas de que o cuidado com o paciente com transtornos mentais é complexo e impacta gravemente a vida de sua família. No entanto, a institucionalização e a segregação trazem tranquilidade apenas para a consciência daqueles que acreditam que “o que os olhos não veem o coração não sente”.


    Em visita ao Hospital Colônia de Barbacena, o jornalista Hiram Firmino testemunhou: “Não encontramos os loucos terríveis que supúnhamos encontrar. Mas seres humanos como nós. Pessoas que, fora das crises, vivem lúcidas o tempo todo”.


    Portanto, neste dia 18 de maio, proponho que lutemos contra o manicômio que está dentro de cada um de nós e que o poder público, em vez de admitir práticas que configuram retrocesso no cuidado das pessoas com transtornos mentais, esteja empenhado em fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial do SUS (RAPS), promover a inclusão social, resgatar a cidadania e dispensar apoio intersetorial ao paciente e sua família.



(Luciano Moreira de Oliveira, Promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do MPMG, Estado de Minas. Em: maio de 2023.)

Os termos destacados a seguir têm funções sintáticas equivalentes, EXCETO:
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Q3519652 Português

O manicômio vive dentro de nós



    No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, data que lembra a mobilização do movimento da reforma psiquiátrica, iniciado na década de 1970, que reúne, desde então, pessoas com transtornos mentais, familiares, profissionais de saúde e setores da academia em prol de uma atenção à saúde humanizada e com respeito aos direitos fundamentais.


    No cuidado à pessoa com transtornos mentais, dois modelos estão em tensão. De um lado, a proposta de tratamento como segregação do louco do convívio familiar e social. De outro, parte-se da premissa de que é necessário priorizar a atenção ambulatorial e a convivência familiar e comunitária, sendo cabível a internação apenas mediante solicitação médica, quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes, tendo como objetivo a reinserção do paciente no meio social.


    As incoerências e as graves violações de direitos humanos pelas quais passaram os pacientes com transtornos mentais foram vastamente relatadas pelos pacientes e estão documentadas na literatura e no cinema. Apenas como referência, convidamos o leitor a se familiarizar e se conscientizar sobre o tema a partir da leitura de obras como “O Alienista”, de Machado de Assis, “Nos porões da loucura”, de Hiram Firmino, e, mais recente, o chocante livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, que baseou o documentário produzido pela rede de TV HBO. Ainda, filmes como “O bicho de sete cabeças” e “Em nome da razão” são obras obrigatórias sobre o universo de violações de direitos vivido por pacientes psiquiátricos.


    A história revela que o isolamento e a institucionalização dos doentes rapidamente conduziram à superlotação de hospitais, que se tornaram depósitos de pessoas sem atenção clínica e psiquiátrica adequada, ao uso de práticas sem devido fundamento científico, à privação de liberdade, ao isolamento, à perda da privacidade e à violência, entre outras gravíssimas violações de direitos humanos.


    Muitas vezes, sequer, essas pessoas tiveram um diagnóstico adequado e justificativa para sua internação. Muitas dessas pessoas não encontraram a luz da porta de saída e morreram ainda no ambiente hospitalar. Teriam sido 60 mil apenas no Hospital Colônia de Barbacena, segundo nos conta Daniela Arbex.  


    Mesmo diante desses fatos, ainda hoje, muitas vozes, por vezes camuflando suas reais intenções, insistem em práticas segregacionistas, que “coisificam” o doente, que perde sua condição de pessoa e de sujeito de direitos. Não há dúvidas de que o cuidado com o paciente com transtornos mentais é complexo e impacta gravemente a vida de sua família. No entanto, a institucionalização e a segregação trazem tranquilidade apenas para a consciência daqueles que acreditam que “o que os olhos não veem o coração não sente”.


    Em visita ao Hospital Colônia de Barbacena, o jornalista Hiram Firmino testemunhou: “Não encontramos os loucos terríveis que supúnhamos encontrar. Mas seres humanos como nós. Pessoas que, fora das crises, vivem lúcidas o tempo todo”.


    Portanto, neste dia 18 de maio, proponho que lutemos contra o manicômio que está dentro de cada um de nós e que o poder público, em vez de admitir práticas que configuram retrocesso no cuidado das pessoas com transtornos mentais, esteja empenhado em fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial do SUS (RAPS), promover a inclusão social, resgatar a cidadania e dispensar apoio intersetorial ao paciente e sua família.



(Luciano Moreira de Oliveira, Promotor de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde do MPMG, Estado de Minas. Em: maio de 2023.)

O título do texto apresenta uma construção linguística que:




I. Por meio de figura de linguagem apresenta uma afirmativa subjetiva.



II. Desenvolve o pensamento crítico assim como o protagonismo do interlocutor.



III. Tem como objetivo provocar o interlocutor de forma a persuadi-lo quanto a uma possível leitura do texto.




Está correto o que se afirma em

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Q3440977 Noções de Informática
O servidor Apache é um projeto de código aberto mantido pela Apache Software Foundation, amplamente utilizado para a hospedagem de sites na internet. Ele permite que os proprietários de sites publiquem e gerenciem seus conteúdos on-line, sendo reconhecido como uma das soluções mais antigas e confiáveis do mundo. Sobre o servidor Apache, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3440976 Redes de Computadores
Com o advento da mobilidade, diversas organizações flexibilizaram as relações de trabalho, permitindo a realização das atividades diárias pelos seus colaboradores em locais diferentes do ambiente corporativo. Uma das formas de garantir a segurança da informação na operacionalização dessa dinâmica é utilizar VPN (Virtual Private Network), que estabelece uma conexão digital entre o computador e o servidor remoto de propriedade de um provedor VPN, criando um túnel ponto a ponto que criptografa dados pessoais, mascara o endereço IP e permite evitar bloqueios de sites e firewalls na internet. Sobre protocolos utilizados em VPN, analise as afirmativas a seguir.
I. OpenVPN utiliza criptografia de 256 bits com OpenSSL apenas para roteamentos UDP. II. L2TP/IPSec utiliza criptografia de 128 bits para roteamentos TCP. III. SSTP utiliza criptografia AES de 256 bits para roteamentos TCP e SSL/TLS.

Está correto o que se afirma apenas em
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Q3440975 Redes de Computadores
Ao avaliar a infraestrutura da Niterói PREV, certo técnico em informática decidiu pela implantação de um Firewall – recurso que pode ser visto como barreiras que gerenciam o percurso de atividades da web permitidas e proibidas dentro de uma rede privada. A utilização de firewalls dentro de um ambiente corporativo é primordial para garantir a segurança de forma ampla no acesso de usuários, evitando diversos problemas mais graves. Considere uma situação hipotética em que o técnico em informática tenha optado por implantar um firewall de nível de aplicativo, que realiza a leitura e a filtragem dos protocolos de aplicativos, atuando como intermediário na análise e controle de conteúdo. Pode-se afirmar que o tipo de firewall escolhido foi:
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Q3440974 Segurança da Informação
Um técnico em informática da Niterói PREV identificou que determinado computador na rede da instituição estava apresentando problema de lentidão e falta de resposta durante a realização das atividades diárias do usuário. Após análise técnica minuciosa, utilizando ferramentas avançadas de validação, foi constatado que o problema estava sendo causado por um worm que havia infectado tal dispositivo. Sobre esse tipo de programa malicioso, é INCORRETO afirmar que:
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Q3440973 Redes de Computadores
Determinado técnico em informática da Niterói PREV instalou, conforme demanda da gerência de tecnologia, um servidor DNS interno na sede da instituição. Na configuração desse servidor, o profissional implementou uma lógica, com resolvedores recursivos, que permite a resolução de consultas utilizando dados em cache. Nesse mecanismo, após a recuperação de endereço IP correto de um site, a informação é armazenada em um sistema de cache que é consumido, caso o usuário acesse o mesmo endereço futuramente, evitando uma nova busca ao DNS. O recurso em questão, implementado no servidor DNS, é definido durante um período de tempo que é configurado através da:
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Q3440972 Redes de Computadores
Na elaboração de um ambiente profissional de rede é necessária a utilização de diversos equipamentos de hardware, que são utilizados para promover a comunicação eficiente e segura entre os dispositivos em um ambiente controlado. Dentre esses diversos equipamentos, pode-se destacar o patch cord, que é utilizado para facilitar as manobras necessárias tanto no processo de instalação quanto de substituição de pontos de rede. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir sobre as características técnicas obrigatórias para patch cords.

I. Possui comprimento máximo de até oito metros de extensão.
II. Possibilita a identificação numérica através da etiqueta acoplada ao cabo.
III. Utiliza conectores modulares de oito posições do tipo 8P8C (RJ45) nas duas extremidades.
Está correto o que ser afirma apenas em
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Q3440971 Segurança da Informação
O processo de criptografia, dentro de segurança virtual, é caracterizado pela conversão de dados de determinado formato legível para um formato codificado de forma que os dados só podem ser lidos ou processados após um processo de descriptografia. Esse recurso é extremamente necessário em ambientes computacionais para garantir que dados não sejam violados ou acessados por alguém não autorizado. O procedimento pode ser realizado sistematicamente utilizando a criptografia simétrica e assimétrica explorando diferentes algoritmos. Sobre os algoritmos de criptografia mais conhecidos, é correto afirmar que, EXCETO:
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Q3440970 Segurança da Informação
A Niterói PREV dispõe de um sistema interno de gerenciamento de tickets para o setor de tecnologia da informação. Trata-se de uma pequena aplicação que armazena as solicitações de atendimento, o andamento e a documentação das resoluções; essas operações são persistidas em um banco de dados através de uma aplicação web utilizada exclusivamente no ambiente interno do órgão público. A equipe de suporte operacional recebeu a demanda de criar uma política de backup interno em um servidor local que fica instalado e configurado na sede da instituição. Ao analisar a demanda, a equipe se certificou que o volume de dados é pequeno e sem previsão de um aumento exponencial a longo prazo. Diante dessas informações, o gestor decidiu pela adoção de uma política de backup semanal, em que uma cópia com todos os dados dessa base de dados é gerada todas as vezes em que a rotina automática for executada. Considerando a situação hipotética, pode-se afirmar que a escolha foi pelo backup do tipo:
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Q3440969 Sistemas Operacionais
O técnico em informática da Niterói Prev instalou e configurou o computador de certo departamento com o Sistema Operacional de distribuição Linux. Esse processo foi fundamental, pois o profissional precisava configurar determinado cenário nesse ambiente para a realização de uma bateria de testes específicos e necessários para o departamento em questão. Após ajustar todo o processo de instalação, o profissional realizou, respectivamente, as seguintes ações de forma manual no sistema: alterou arquivos binários do sistema; deletou alguns arquivos temporários; ajustou bibliotecas do sistema; e, por fim, analisou alguns arquivos de sistema. Considerando os diretórios comuns de sistemas de arquivos de distribuições Linux e as ações realizadas pelo servidor, pode-se afirmar que os diretórios utilizados por ele foi:
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Q3440968 Sistemas Operacionais
O sistema de arquivos é a estrutura utilizada pelo Sistema Operacional para organizar, armazenar e recuperar dados em dispositivos de armazenamento. Essa estrutura possui um papel fundamental dentro do sistema, pois sem ele os dados estariam dispostos em blocos aleatórios, sem qualquer estrutura, tornando praticamente impossível o gerenciamento de diretórios, nomes, permissões e até mesmo as indicações de início/término dos arquivos. Considerando os sistemas de arquivos dos Sistemas Operacionais da família Windows, analise as afirmativas a seguir.

I. Na nomenclatura FAT, os nomes CON, AUX, COM1, COM2, COM3, COM4, LPT1, LPT2, LPT3, PRN, NUL são considerados reservados.
II. Não é possível definir permissões em arquivos que são partições FAT.
III. O NTFS é um sistema de arquivos recuperável porque mantém o controle das transações no sistema de arquivos.

Está correto o que se afirma em
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Q3440967 Sistemas Operacionais
A equipe de TI da Niterói Prev recebeu solicitação do setor de contabilidade para compartilhar uma impressora conectada via USB ao computador da funcionária Carla, para que outros três colaboradores da mesma sala possam utilizá-la sem a necessidade de deslocamento. A rede local é baseada em um grupo de trabalho (workgroup), e todos os computadores utilizam o sistema Windows 10 Pro. Sabe-se que o computador de Carla está ligado e conectado corretamente à rede, mas os colegas não conseguem localizar a impressora compartilhada. Considerando o cenário apresentado, assinale, a seguir, as ações necessárias para viabilizar o compartilhamento da impressora com os demais usuários da sala.
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Q3440966 Redes de Computadores
A inclusão de um computador em um domínio gerenciado pelo Microsoft Active Directory é prática comum em redes corporativas, pois proporciona centralização da autenticação e das permissões, aplicação de políticas de segurança via GPOs, e acesso controlado a recursos compartilhados na rede. Com base nesses benefícios, trata-se de correto requisito para incluir um computador em um domínio Active Directory.
Alternativas
Q3440965 Redes de Computadores
O protocolo IPv6 foi desenvolvido para superar limitações do IPv4, introduzindo avanços importantes. Entre as principais características do IPv6 estão: um espaço de endereçamento significativamente maior, simplificação do cabeçalho do protocolo, e suporte nativo à segurança de rede. Com base nessas características, uma vantagem exclusiva do IPv6 em relação ao IPv4 é:
Alternativas
Q3440964 Redes de Computadores
No modelo de referência OSI, as funções de endereçamento lógico, roteamento de pacotes entre redes distintas, e a fragmentação de dados para transporte eficiente são realizadas por uma camada específica. A camada do modelo OSI, responsável por essas funções, é a camada de:
Alternativas
Q3440963 Redes de Computadores
Durante a modernização da infraestrutura de redes da Niterói Prev, a equipe de TI decidiu implantar um sistema de cabeamento estruturado conforme as normas técnicas para garantir organização, padronização e facilidade de manutenção. Um dos profissionais responsáveis precisa instalar os pontos de rede no ambiente administrativo, seguindo corretamente os subsistemas definidos pelas normas ANSI/TIA. Assinale o item que pertence ao subsistema denominado “área de trabalho” (work area) no cabeamento estruturado.
Alternativas
Q3440962 Arquitetura de Computadores
Durante a manutenção de computadores, um técnico em informática precisou acessar a BIOS de uma máquina para configurar a prioridade de boot, a fim de realizar a instalação de um novo sistema operacional a partir de um pendrive. Na tela de configuração da BIOS, ele localizou as opções relacionadas à ordem de inicialização. Nesse sentido, assinale, a seguir, a ação que o técnico em informática deverá realizar.
Alternativas
Respostas
2241: A
2242: D
2243: C
2244: C
2245: A
2246: C
2247: A
2248: B
2249: D
2250: C
2251: C
2252: B
2253: B
2254: A
2255: C
2256: D
2257: C
2258: A
2259: D
2260: B