Questões de Concurso Comentadas para instituto consulplan

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Q3586957 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
No trecho “Minha capacidade de ser feliz se revelava.” (4º§), as expressões que podem substituir, sem alteração de sentido, a ação verbal destacada, são, EXCETO: 
Alternativas
Q3586956 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Em “O cheiro do mar me invadia e me embriagava.” (7º§), a narradora-personagem expressa um tom de:
Alternativas
Q3586955 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Em relação ao significado das palavras empregadas no texto, apenas uma NÃO está correta; assinale-a.
Alternativas
Q3586954 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
A ideia principal do último trecho textual – “A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais? Nunca mais. Nunca.” indica que: 
Alternativas
Q3586953 Português
Banhos de mar


   Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

   Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

   De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum.

   Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

   O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

   Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

   O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

   Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

   Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

   A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

   Nunca mais. Nunca.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1984.)
Verifica-se que a autora interrompe constantemente a narrativa para comentar, falar sobre suas experiências, revelar seus sentimentos. Tal fato pode ser claramente fundamentado através do trecho:
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Q3586912 Português
Para estar na política, mulheres indígenas enfrentam desafios como falta de apoio e preconceito
Nas últimas eleições, das 1.721 candidaturas autodeclaradas indígenas, somente 9% se elegeu; apenas 31 mulheres
Recentemente, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, em discurso durante o Acampamento Terra Livre, incentivou que mais mulheres indígenas se candidatassem nas próximas eleições municipais para aumentar a representatividade em diferentes esferas do poder nacional. Apesar do aumento das candidaturas indígenas de 2016 para 2020, ainda há uma sub-representação nas câmaras municipais. Pré-candidatas indígenas, no Paraná, destacam a falta de apoio e de estrutura, bem como a visão preconceituosa da sociedade. Apontam, também, os desafios para se manterem na política como mulheres indígenas.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)
A política é um espaço de disputas, que se fortalece democraticamente através da representatividade. Nesse sentido, a presença de mulheres indígenas nos diferentes espaços de representação política (municipal, estadual e nacional) significa: 
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Q3586911 Português
Novas fontes renováveis, como eólica e solar, vão ser 51% da geração de energia em 2028
Plano quinquenal do ONS mostra que, pela primeira vez, hidrelétricas e térmicas devem constituir menos de metade da matriz brasileira
Pela primeira vez em décadas, mais de metade do parque gerador de energia elétrica no Brasil será de novas fontes renováveis: usinas eólicas, parques fotovoltaicos, painéis solares, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Em 2028, segundo projeções recém-divulgadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas fontes de energia vão representar 51% da capacidade instalada de geração no país. Usinas hidrelétricas e térmicas – que usam gás natural, carvão mineral ou óleo combustível – deverão corresponder a 49% da matriz.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/. Acesso em: maio de 2025.)
As energias renováveis têm crescido em abrangência no Brasil, o que impactará positivamente o ambiente, diante dos avanços da crise climática global. Nesse sentido, a mudança no cenário energético brasileiro demonstra: 
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Q3586910 Conhecimentos Gerais
Saber ler e escrever não garante autonomia no uso do mundo digital  Inaf passa a medir o analfabetismo digital e revela que 4 em cada 10 brasileiros escolarizados têm dificuldade para lidar com tarefas básicas on-line
[...] Em linhas gerais, 40% dos alfabetizados em nível consolidado, ou proficientes, apresentaram médio ou baixo desempenho em tarefas digitais. E 95% dos analfabetos só conseguem realizar um número bastante limitado ao que foi proposto durante o levantamento, que ouviu 2.554 indivíduos, de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país.
(Disponível em: https://porvir.org/alfabetismo-digital-inaf/. Acesso em: maio de 2025.)
O letramento digital, em um mundo globalizado e conectado a todo momento, tornou-se habilidade essencial, ainda que não tenha se apresentado de forma democrática no Brasil. Considerando as necessidades da vida contemporânea, são consideradas saídas para solucionar essa problemática:
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Q3586909 Conhecimentos Gerais
Dia do nordestino: ancestralidade afro-indígena resiste na identidade cultural da região Neste 8 de outubro, Dia do Nordestino, saiba mais sobre a contribuição dos povos africanos e indígenas para a região
Hoje, muitas lideranças e estudiosos se debruçam sobre as contribuições dos povos africanos e indígenas para a cultura da região Nordeste, ampliando esse leque de referências. Os povos originários da região sofrem um duplo apagamento: a hegemonia cultural do homem branco, ao mesmo tempo em que tenta suplantar a história e cultura indígenas, também ignora a diversidade étnica, regional e cultural desses povos, tomando como referência única os indígenas amazônicos.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/. Acesso em: maio de 2025.)
A diversidade cultural brasileira é visível em todas as regiões geográficas, porém, nem sempre é devidamente valorizada. À vista do apagamento histórico-cultural das raízes do povo nordestino, apresenta-se como medida para reverter esse quadro:
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Q3586908 Conhecimentos Gerais
Potencial para bioeconomia atrai investimentos na Amazônia
No Pará, modelo de produção pode atingir 4,5% do PIB estadual até 2030
A bioeconomia, modelo de produção sem perda da biodiversidade, é um das principais apostas de desenvolvimento na transição para uma economia de baixo carbono, necessária ao enfrentamento às mudanças climáticas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio atraem, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada. O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês) aponta um potencial global de US$ 7,7 trilhões em oportunidade de negócio até 2030, no relatório “Uma oportunidade de negócio que contribui para um mundo sustentável”.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/. Acesso em: maio de 2025.)
Os efeitos da crise climática global têm sentido em todos os espaços, o que motiva a discussão a respeito de novos modelos de negócio, que valorizam a produção e a comercialização de bens de consumo de forma consciente. Sobre a bioeconomia, entende-se que as suas contribuições para o ambiente são: 
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Q3586907 Português
Idosos que usam da tecnologia têm menos risco de desenvolver demência
Para quem não nasceu acostumado com o digital, mexer no celular é uma tarefa cognitivamente desafiadora – que serve como um exercício para o cérebro

[...] Parece que muita gente acredita que sim, usar muito da tecnologia atual aumentaria o risco de demência no futuro. Bom, segundo um novo estudo publicado na Nature Human Behavior por neurocientistas da Universidade Baylor e da Universidade do Texas, a resposta é não: as tecnologias digitais estão, na verdade, associadas à redução do declínio cognitivo. O estudo foi uma meta-análise – significa que a dupla de pesquisadores pegou os resultados de vários outros estudos independentes e os combinou em uma conclusão mais robusta – do uso da tecnologia e do envelhecimento cognitivo. Segundo eles, a pesquisa foi motivada pela preocupação constante com a atividade passiva das tecnologias digitais e sua relação com a aceleração dos riscos de demência.
(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/sociedade/. Acesso em: maio de 2025.)
O uso das tecnologias pode ser prejudicial, sobretudo quando em excesso, mas também desenvolve habilidades úteis no cotidiano. Nesse sentido, a prevenção da demência em idosos através do uso direcionado das tecnologias pode ser motivada pela: 
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Q3586906 Português
Novas regras da Lei de Cotas já estão em vigor
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira (13) as regras que reformulam a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012). A nova legislação torna permanente a reserva de vagas nas universidades federais e instituições de ensino técnico de nível médio federais para negros, indígenas, pessoas com deficiência, estudantes de escolas públicas e, agora, também para quilombolas. A Lei nº 14.723/2023 determina que os candidatos concorrerão às vagas reservadas pelo programa de cotas, que são 50% do total, apenas se não alcançarem as notas para ingresso às vagas de ampla concorrência.
(Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/. Acesso em: maio de 2025.)
A sociedade brasileira é diversa desde a sua formação, mas isso nem sempre se reflete nas oportunidades acadêmicas e no mercado de trabalho. Logo, a Lei de Cotas pode proporcionar:
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Q3586905 Português
Dia da Literatura Brasileira: por que 1º de maio celebra os livros nacionais? Data foi escolhida em homenagem a um dos principais nomes do romance nacional, que inaugurou a literatura propriamente brasileira
Comemora-se nesta quinta-feira, 1º de maio, o Dia da Literatura Brasileira. A data, que coincide com o feriado do Dia do Trabalho, foi escolhida em homenagem ao escritor José de Alencar. Um dos principais nomes da literatura nacional, Alencar nasceu neste dia em 1829, no Ceará. Ele também foi jornalista, advogado e político. Considerado o “pai do Romantismo” e fundador da literatura genuinamente brasileira, José de Alencar publicou clássicos até hoje estudados nas escolas e na Academia, como O Guarani, Iracema, Ubirajara, Lucíola, Til e Senhora.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/diversao/. Acesso em: maio de 2025.)
A leitura é um hábito fundamental para o desenvolvimento cognitivo e social. Nesse sentido, o Dia da Literatura Brasileira, além de homenagear José de Alencar e os escritores do país, mostra-se como fundamental para:
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Q3586904 Artes Visuais
Como a arte urbana transforma as cidades
“O objetivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior”, observou o polímata grego Aristóteles. A arte urbana em espaços públicos busca esse objetivo, oferecendo significado e identificação aos moradores de cidades do mundo todo. Tomando a forma de murais, instalações, esculturas e estátuas, a arte urbana envolve o público fora dos museus e no espaço público. Esta arte apresenta uma maneira democrática de redefinir coletivamente conceitos como comunidade, identidade e engajamento social.
(Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/. Acesso em: maio de 2025.)
As representações artísticas podem se dar em diferentes formas e espaços, o que varia de acordo com o seu simbolismo e as intenções do artista. O conceito de arte urbana se relaciona com a presença de expressões no espaço público, ao ar livre e ao alcance de todos os cidadãos. Logo, são exemplos de arte urbana contemporânea: 
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Q3586903 Português
Música de Bad Bunny vira símbolo de protesto para imigrantes da América Latina
A canção “Lo que le Pasó a Hawaii”, do renomado artista porto-riquenho Bad Bunny, embora escrita com Porto Rico em mente, tornou-se um símbolo de resistência e identificação para muitos imigrantes latino-americanos, incluindo venezuelanos, cubanos e nicaraguenses. Desde seu lançamento no álbum “Debí Tirar Más Fotos”, há apenas dez dias, a música tem sido amplamente compartilhada nas redes sociais por aqueles que vivem sob regimes autoritários em suas nações de origem. Um dos trechos mais impactantes da canção aborda a dor do exílio: “Aqui ninguém quis ir [embora], e os que foram sonham em voltar”. Este lamento ressoa especialmente entre os quase 8 milhões de migrantes e refugiados venezuelanos que fugiram da crise política e econômica exacerbada pela administração do presidente Nicolás Maduro.
(Disponível em: https://abcdoabc.com.br/musica/. Acesso em: maio de 2025.)
A arte tem o poder de traduzir sentimentos humanos, mesmo em situações de vulnerabilidade no contexto social. Assim, Bad Bunny se destacou pela sua obra, uma vez que, ao retratar a realidade de imigrantes, o artista promoveu: 
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Q3586893 Artes Plásticas
Determinado artista plástico está criando vitrais para uma exposição de arte moderna. Para o primeiro vitral, ele criou uma figura e a repetiu várias vezes ao lado da anterior, sem alterar sua orientação, formando uma linha contínua com o mesmo desenho. Para o segundo vitral, o artista desenhou uma asa e fez uma cópia invertida, como se fosse vista em um espelho. Para finalizar, o terceiro vitral foi feito em forma de uma coroa com seis pontas idênticas, igualmente espaçadas em torno de um círculo, de modo que, ao girar a figura ao redor de um ponto central, ela continuava com a mesma aparência. Um crítico de artes plásticas identificou um tipo de simetria em cada um dos vitrais. Quais foram as simetrias identificadas pelo crítico nos primeiro, segundo e terceiro vitrais, respectivamente?
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Q3586892 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Em “E veja: eu nem gostava de gato.” (3º§), os dois pontos foram utilizados para anunciar um(a): 
Alternativas
Q3586891 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Os substantivos a seguir foram retirados do texto e flexionados no aumentativo. Assinale aquele que apresenta tom depreciativo.
Alternativas
Q3586889 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Na palavra “casos” (2º§), a letra “s” tem som de:
Alternativas
Q3586888 Português
Perder um animal de estimação é motivo de luto

        Na semana passada, no meio de uma troca de mensagens de trabalho, um colega com quem não divido o elevador emocional da vida mandou: “Perdi meu gato de uma hora pra outra. Sei que você me entende”.
Não era uma confidência íntima, nem um desabafo dramático.
Era mais um pedido de licença para sofrer um tipo de luto ainda não plenamente autorizado socialmente. Um luto menor. Perder um animal, dizem, é “triste, mas nem se compara”.

        Não se compara mesmo. Em muitos casos, é pior.

        E veja: eu nem gostava de gato. Sempre me pareceu uma mini jaguatirica prestes a furar meu olho ou levar um pedaço da minha canela. Mas gato não se impõe, seduz. E, com um pouco de intimidade, você aprende que ele te ignora na maior parte do tempo e, quando decide te dar atenção, é sempre quando você está atrasada, ocupada ou deitada numa posição milimetricamente desconfortável. Gente pegajosa sempre me deu preguiça, e gato me parecia a versão felina do grude passivo-agressivo. Até que tive dois. E mordi a língua, o preconceito e alguns fios do meu próprio cabelo, porque eles simplesmente tomaram conta da casa, da rotina e, no fim, do coração. Sem pedir. Sem invadir.

        Escolhi não ter filhos. Trato meus gatos com o amor que dedicaria se tivesse parido, e falo isso sem constrangimento. A relação que tenho com eles é íntima, cotidiana, visceral. Tem rotina, tem entrega, tem dependência e uma confiança que poucos humanos merecem. Eles sabem quando eu tô triste, brava ou só quero existir em silêncio. Só querem estar por perto. Ou a três metros de distância, dependendo do humor.

        Então, meu bem, nenhum tipo de amor cabe numa régua emocional. Quem convive com um animal por anos, o vê adoecer, melhorar, envelhecer, conhece o som das patinhas cruzando o corredor, já teve a cama invadida, o teclado interditado e o coração completamente capturado, sabe: a dor é real.

        Tenho vontade de botar no colo quem chora, com vergonha, o luto por um bicho. Como se existisse uma espécie de IBGE dos afetos, uma tabela oficial que determina quanto sofrimento é aceitável por perda. Perdeu o pai? Sofra com intensidade dez. Perdeu o namorado? Intensidade sete, se ele prestava. Agora, perdeu o gato? Dois no máximo, com prazo de validade.

        Quando meu colega disse que sabia que eu o entenderia, percebi que buscava empatia para viver um luto que ainda é ridicularizado, abafado, diminuído – porque falta espaço para sofrer por um animal, sem vergonha e sem escala de comparação. Chore, meu querido. Chore o quanto for preciso. Gato não é filho, mas é rotina, é testemunha, é laço. E quando esse laço arrebenta, dói muito mesmo. É motivo de vazio, de tristeza, de luto.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)
Assinale, a seguir, a palavra que NÃO é acentuada pelo mesmo motivo que “íntima” (1º§).
Alternativas
Respostas
2001: A
2002: A
2003: B
2004: D
2005: D
2006: D
2007: A
2008: C
2009: B
2010: A
2011: A
2012: D
2013: D
2014: C
2015: D
2016: A
2017: D
2018: D
2019: B
2020: A