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Q3645908 Português

“De domingo ___ domingo, ___ pessoas se lançam ___ rotina diária de trabalhos, estudos e lazer, dedicando-se ___ afazeres importantes ___ formação de todos, como uma forma de louvação ___ vida.”


Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.

Alternativas
Q3645907 Português
Assinale a alternativa em que o período se encontra com a pontuação totalmente de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3645906 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada entre parênteses é sinônima do elemento destacado no enunciado correspondente.
Alternativas
Q3645905 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

“A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo”


A forma verbal destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica uma ação:

Alternativas
Q3645904 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Assinale o trecho em que se misturam as vozes do autor do texto e de um dos personagens, no mesmo período.
Alternativas
Q3645903 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Em relação ao texto “A velha contrabandista”, é correto afirmar que se trata predominantemente de uma:
Alternativas
Q3645787 Engenharia Civil
Fernando está iniciando como pedreiro em uma obra. Ao chegar, ele se depara com uma máquina, mas não sabe o nome dela. Considerando que a imagem abaixo mostra a máquina que Fernando viu, qual é o nome correto dessa máquina?
Q_40 PED.png (195×203)
Alternativas
Q3645786 Engenharia Civil
Para garantir o alinhamento correto de uma parede durante a construção, quais ferramentas devem ser usadas para verificar o alinhamento vertical e o horizontal, respectivamente?
Alternativas
Q3645785 Engenharia Civil
Qual é a finalidade do contrapiso, seja ele de concreto magro ou de argamassa de regularização?
Alternativas
Q3645784 Edificações
Após assentar cada tijolo ou bloco, qual procedimento deve ser realizado para deixar a parede uniforme? 
Alternativas
Q3645783 Engenharia Civil
Ao comprar materiais de construção ou orientar um cliente sobre a quantidade necessária, qual prática é recomendada para evitar prejuízos durante a obra?
Alternativas
Q3645782 Engenharia Civil
A presença de furos nos blocos cerâmicos e de concreto oferece uma vantagem importante na execução da obra. Qual é essa vantagem?
Alternativas
Q3645781 Engenharia Civil
Para construir uma casa, são necessários diversos materiais e ferramentas. Considerando a lista abaixo, assinale a alternativa que apresenta um material de construção e não uma ferramenta.
Alternativas
Q3645780 Engenharia Civil
Qual dos itens abaixo não é uma ferramenta utilizada pelo pedreiro na execução de fundações?
Alternativas
Q3645779 Engenharia Civil
Entre as formas de misturar o concreto na obra, assinale a alternativa que apresenta corretamente essas formas.
Alternativas
Q3645778 Engenharia Civil
O que significa impermeabilizar uma superfície na construção civil?
Alternativas
Q3645777 Edificações

Leia:


É uma ferramenta utilizada em construções civis para retirar ondulações e desníveis, nivelar e dar acabamento em paredes ou chão após a aplicação de argamassa ou cimento. Também ajuda a melhorar a fixação. Seu formato é retangular e a peça pode ser produzida em uma placa metálica, em um pedaço de madeira ou plástico.


Assinale uma alternativa que apresenta o nome da ferramenta descrita:

Alternativas
Q3645776 Edificações
Qual das alternativas está correta sobre o sistema Monocamada?
Alternativas
Q3645775 Engenharia Civil

Em relação a alvenaria, analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para Verdadeira e (F) para Falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.


As características da construção de alvenaria são:


( ) promover maior resistência contra a pressão e o vento.

( ) evitar infiltrações de água da chuva.

( ) servir de base para revestimentos e proporcionar segurança para os ocupantes da estrutura.

Alternativas
Q3645774 Edificações

Analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta sobre assentando de pisos cerâmicos.


I – O espaçador utilizado entre as peças de cerâmica deve ser o menor possível, sem considerar o tamanho da peça.

II - O piso deve ser protegido por no máximo 12 horas após a aplicação para evitar desnivelamentos.

III – O material necessário para o assentamento deverá ser providenciado com um excedente de 5%, para cobrir eventuais perdas.

IV - A argamassa deve ser aplicada também em fundos de peças de cerâmica maiores que 30 cm x 30 cm.

Alternativas
Respostas
16661: D
16662: A
16663: A
16664: E
16665: A
16666: B
16667: A
16668: E
16669: A
16670: B
16671: A
16672: E
16673: A
16674: C
16675: A
16676: B
16677: C
16678: C
16679: D
16680: A