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Q3742504 Português
“Agosto nos levou Drummond, cuja ausência empobrece um pouco mais este País, já tão carente de ideias e de poesia.” (Newton Cardoso)
Assinale a alternativa em que as palavras completam corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, em relação à análise da palavra destacada no período acima.
Trata-se de uma palavra de natureza _______ que possui o sentido de _______ e introduz uma oração _______ com o valor de _______.  
Alternativas
Q3742503 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação se encontra totalmente de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3742502 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
“[Oswaldo Cruz e Carlos Chagas] seriam penalizados por publicar ‘pouco’, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas.”
As locuções verbais destacadas no trecho acima referem-se a ações: 
Alternativas
Q3742501 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
“Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade.”

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem que se encontra no trecho acima, seguida de sua correta explicação. 
Alternativas
Q3742500 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
Assinale a alternativa que apresenta uma ideia em acordo com o conteúdo do texto acima. 
Alternativas
Q3741234 Engenharia de Transportes e Trânsito
Analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para verdadeira e (F) para falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta sobre a faixa elevada para travessia de pedestres.

( ) Consiste em uma plataforma elevada em que é implantada faixa para travessia de pedestres, ligando a pista por meio de rampas de transição.
( ) Largura da plataforma (L1): no mínimo 9,0 m e no máximo 15 m, garantidas as condições de drenagem superficial. Larguras acima desse intervalo não podem ser admitidas.
( ) Altura (H): deve ser igual à altura da calçada, desde que não ultrapasse 0,20 m. Em locais em que a calçada tenha altura superior a 0,20 m, a concordância entre o nível da faixa elevada e o da calçada deve ser feita por meio de rebaixamento da calçada, conforme estabelecido nas normas do DETRAN. 
Alternativas
Q3741233 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a principal função da rotatória. 
Alternativas
Q3741232 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de tempo de ciclo na sinalização semafórica: 
Alternativas
Q3741231 Engenharia de Transportes e Trânsito
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
47.png (173×105)
I. O sinal A-33b adverte o condutor do veículo da existência, adiante, de local sinalizado com faixa de travessia de pedestres com predominância de escolares.
II. Deve ser utilizado quando a faixa de travessia de pedestres, com predominância de escolares, for de difícil percepção pelo condutor ou que possa comprometer a segurança dos usuários da via.
III. A placa deve ser colocada no lado esquerdo da via. Em pista com sentido único de circulação, em que o posicionamento da placa à direita não apresente boas condições de visibilidade, este sinal pode ser repetido ou colocado à direita.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3741230 Engenharia de Transportes e Trânsito
Para determinar a zona de proibição de ultrapassagem numa curva horizontal, devem ser considerados diversos fatores. Sobre esse processo, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3741229 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa correta sobre a instalação de ondulação transversal em vias públicas: 
Alternativas
Q3741228 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de trânsito: 
Alternativas
Q3741227 Engenharia de Transportes e Trânsito
Considerando os aspectos relacionados à engenharia de tráfego, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que apresenta a afirmativa correta.

I – Qualquer obstáculo à livre circulação e à segurança de veículos e pedestres, tanto na via quanto na calçada, caso não possa ser retirado, deve ser devida e imediatamente sinalizado.
II – Nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, será iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via.
III - Nenhum projeto de edificação que possa transformar-se em pólo atrativo de trânsito poderá ser aprovado sem prévia anuência do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e sem que do projeto conste área para estacionamento e indicação das vias de acesso adequadas. 
Alternativas
Q3741226 Engenharia de Transportes e Trânsito
A implantação da sinalização semafórica pode trazer benefícios ou prejuízos, a depender da adequação de sua utilização.
Considerando apenas as alternativas apresentadas, são consequências de uma implantação justificada, exceto: 
Alternativas
Q3741225 Engenharia de Transportes e Trânsito
A ondulação transversal constitui uma elevação artificial no leito viário destinada a reduzir a velocidade, e sua eficácia depende de sua altura e comprimento. É projetada para desencorajar os condutores de transitar em velocidades excessivas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos benefícios da ondulação transversal, segundo as diretrizes de segurança viária: 
Alternativas
Q3741224 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa correta sobre a faixa elevada para travessia de pedestres: 
Alternativas
Q3741223 Engenharia de Transportes e Trânsito
Assinale a alternativa correta. A engenharia de tráfego é responsável por organizar o trânsito de veículos e pedestres, atuando por meio do: 
Alternativas
Q3741222 Engenharia de Transportes e Trânsito
O transporte público coletivo é definido como um serviço de transporte urbano de passageiros. Assinale a alternativa que descreve corretamente suas características. 
Alternativas
Q3741221 Engenharia de Transportes e Trânsito
São modos de transporte urbano os motorizados e não motorizados. Os serviços de transporte urbano são classificados, quanto ao objeto, em transporte de passageiros e de cargas. Nesse contexto, o transporte urbano de cargas corresponde a: 
Alternativas
Q3741220 Engenharia de Transportes e Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro classifica diferentes tipos de sinalização. Entre eles, encontram-se os dispositivos de sinalização auxiliar, que incluem os dispositivos de sinalização de alerta. Sobre este último, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
12201: C
12202: A
12203: E
12204: D
12205: B
12206: C
12207: D
12208: D
12209: A
12210: D
12211: A
12212: E
12213: D
12214: E
12215: E
12216: E
12217: A
12218: A
12219: B
12220: D