Questões de Concurso
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Assinale a alternativa correta que corresponde a0 4° numero ímpar antecessor de 95.
Qual dos números abaixo representa uma inscrição impar?
Qual foi o valor gasto na compra desses materiais?
5,10, 15, ____, ____, ____ ( ... )
Considerando o padrão apresentado, qual será a numeração da oitava mesa?
Considerando apenas essas despesas, qual foi o valor total gasto por Jairo?
Considerando apenas essas entregas, quantas sacas de café chegaram ao centro de distribuição nesse dia?
Considerando apenas os números pares existentes entre 31 e 55, quantos números pares existem nesse intervalo?
Sabendo que a distribuição foi feita de forma igualitária, quantos folhetos cada hotel recebeu?
- Traga um pedaço de madeira para fazer uma escultura.
- Para _______ , trabalhar no tempo frio é bem mais agradável.
- Não há nada errado entre ________ e vocês.
Na fala de um dos personagens nos quadrinhos acima, a palavra “duro” funciona como um:
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do pensamento acima se encontra com a pontuaçao totalmente correta.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.