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Q3818239 Pedagogia
A função social da escola está diretamente relacionada ao papel que a instituição de ensino desempenha na sociedade. Nesse sentido, assinale a alternativa que melhor representa essa função. 
Alternativas
Q3818238 Pedagogia
. “A fase do Ensino Fundamental — Anos Finais é o momento da consolidação do trabalho realizado nos Anos Iniciais, por meio da ampliação e do aprofundamento dos conhecimentos construídos até então. Ter como ponto de partida as experiências vividas pelos estudantes na primeira fase, para, depois, ressignificá-las e sistematizá-las progressivamente, é uma forma de evitar que haja ruptura no processo de aprendizagem entre uma fase e outra. 

Nos componentes curriculares da área de Linguagens, as práticas de linguagem, por exemplo, são ampliadas pela diversificação dos contextos e pela inclusão da aprendizagem de Língua Inglesa. Quanto mais os estudantes tiverem contato com diferentes práticas de linguagens artísticas, corporais e linguísticas que circulam no meio social, mais se sentirão à vontade para se expressar no mundo, exercendo ativamente o papel de cidadãos.

O aprofundamento, por sua vez, acontece por meio do foco na reflexão crítica. Agora, mais maduros, os estudantes possuem maior capacidade de abstração, o que, de acordo com a BNCC (BRASIL, 2018a), permite-lhes avançar na sistematização e formulação de questionamentos e na seleção, organização, análise e apresentação de descobertas e conclusões. No entanto, para que possam efetivamente acessar diferentes informações e interagir criticamente com elas, eles precisam ter sua autonomia fortalecida, com condições e ferramentas para tal.

Você, professor, desempenha uma função bastante importante nesse fortalecimento. Além de trabalhar de forma transversal as capacidades leitoras e a pesquisa, faz-se necessário refletir constantemente sobre a própria prática docente para que os estudantes se tornem cada vez mais autônomos e, consequentemente, mais preparados para os desafios que vão encontrar no Ensino Médio.”

Fonte: https://www.edocente.com.br/pnld/obra/leitor/anytime-9o-ano-pnld-2024-objeto-1-anos-finais-ensino-
fundamental/?obraId=6028. Acesso em
14/12/2025 (adaptado). 

 
O texto destaca a importância da mediação docente na transição e consolidação dos conhecimentos nos Anos Finais. De acordo com a leitura, a atuação do professor deve se voltar para: 
Alternativas
Q3817796 Pedagogia
Qual afirmativa serve como base da pedagogia da autonomia, defendida por Paulo Freire?
Alternativas
Q3817795 Pedagogia
Qual é o preceito básico da educação inclusiva? 
Alternativas
Q3817794 Linguística
Assinale a alternativa que apresenta uma abordagem que está de acordo com os modernos estudos da linguagem em relação ao ensino gramatical nas escolas.
Alternativas
Q3817793 Pedagogia
“Concepção pedagógica em que o ensino se reduz à transmissão de conteúdos pelo professor, enquanto o aluno assume um papel passivo de recepção, memorização e reprodução do conhecimento.”
O trecho acima define que tipo de educação? 
Alternativas
Q3817791 Português

“Até o diretor da escola esteve presente nas atividades da semana.”


A palavra destacada no enunciado acima possui o sentido de: 

Alternativas
Q3817790 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada introduz uma oração com o sentido de explicação.
Alternativas
Q3817789 Português
Assinale a alternativa em que a troca da expressão destacada pela apresentada entre parênteses altera o seu significado básico.
Alternativas
Q3817788 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregado de acordo com a normapadrão.
Alternativas
Q3817787 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado tem função vocativa, indicando um chamado.
Alternativas
Q3817786 Português

Assinale a alternativa que apresenta uma junção correta dos dois enunciados a seguir:


- Quero lhe apresentar o meu amigo.


- Confio muito na capacidade do meu amigo.

Alternativas
Q3817785 Português
“O chefe pediu ao seu assessor: – Você pode me informar quantas horas são?”
Reescrevendo o trecho acima, fica correta a seguinte alternativa, incluindo a pontuação de acordo com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3817784 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, que exprime o ponto de vista do locutor, não se referindo a nenhum elemento linguístico do enunciado.
Alternativas
Q3817782 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada indica uma circunstância da ação, e não a qualidade de um ser. 
Alternativas
Q3817781 Português
“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.” (Jorge Luís Borges)
É correto afirmar que, no período acima, a forma verbal destacada: 
Alternativas
Q3817780 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3817779 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia.”
A palavra destacada no trecho acima relaciona-se ao sentido de: 
Alternativas
Q3817778 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.”
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no trecho acima. 
Alternativas
Q3817777 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
Em relação ao texto “Começando pela cozinha”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Respostas
5781: B
5782: C
5783: A
5784: E
5785: D
5786: E
5787: C
5788: C
5789: B
5790: A
5791: D
5792: D
5793: C
5794: B
5795: A
5796: D
5797: B
5798: E
5799: C
5800: A