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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154233 Matemática

Considere a função f, de domínio [−6; 14], cujo gráfico é mostrado na figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Se g é a função definida, para todo número real positivo x, pela lei g(x) = log2 x e b é o número real tal que f(g(b)) = 3, então o valor de b é igual a: 

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154231 Matemática

Um perfume é comercializado em dois tipos de embalagem, de tamanhos diferentes, mas com o mesmo formato, ou seja, as embalagens são sólidos semelhantes.

Imagem associada para resolução da questão

A capacidade da maior embalagem é 75 mL e, da menor, 40 mL. Assim, a razão entre as alturas da maior e da menor embalagem, nessa ordem, é igual a:

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154229 Matemática
Na figura, o quadrilátero ABCD é um losango cujo ângulo interno BÂD mede 60° e cuja circunferência inscrita tem raio de comprimento r. Imagem associada para resolução da questão
A área desse losango é igual a:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154227 Português
São versos de um poema de Ferreira Gullar:
o poema não diz o que a coisa é
mas diz outra coisa que a coisa quer ser
pois nada se basta contente de si
o poeta empresta às coisas sua voz – dialeto –
e o mundo no poema se sonha completo 
Ressalta nesses versos a convicção do poeta de que
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154226 Literatura
Enuncia acertadamente a qualidade maior da produção ficcional de Graciliano Ramos o seguinte comentário crítico:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154225 Literatura
Em seus manifestos, característicos do movimento modernista de 22, Oswald de Andrade e Mário de Andrade
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154224 Literatura
Ao afirmar que suas extravagantes memórias foram escritas com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, Brás Cubas, o mais inventivo narrador machadiano,
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154223 Literatura
Dois aspectos expressivos do movimento romântico no Brasil marcam a prosa de José de Alencar e a poesia de Gonçalves Dias:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154222 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Está adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154221 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Atente para estas orações:


O luxo está mal distribuído.

Essa má distribuição é a sua garantia.

O luxo nunca incluirá a todos.


Em nova redação clara e coerente, as afirmações acima integram-se no seguinte período:

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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154220 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. 


[Luxo e escassez]


    “O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)

Diante da convicção de John Ruskin, citada entre aspas no texto, o autor deixa claro que não concorda com ela pelo fato de que
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154219 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Há exemplo de expressão com sentido conotativo na seguinte frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154218 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Está plenamente clara, correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154217 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

Estão plenamente observadas as normas de concordância verbal na frase:
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154216 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

A pergunta formulada no final do 1º parágrafo encontra no 3º parágrafo uma resposta
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Ano: 2019 Banca: ND Órgão: UNIPAR Prova: ND - 2019 - UNIPAR - Medicina |
Q1154215 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


    Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?

    Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.

    Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim) 

A frase decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais (2º parágrafo) exprime uma
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Q2319501 Sistemas Operacionais
A construção de sistemas operacionais (SO) requer considerar aspectos de segurança. Por exemplo, no projeto de um SO deve ser contemplada a definição do controle de acesso aos arquivos do sistema. Os arquivos em UNIX são protegidos por meio de um código de proteção de 9 bits que lhes é atribuído. Seja o código de proteção extraído de um arquivo do sistema UNIX: rw-rx-r--. Com base neste dado, analise as assertivas a seguir.

I-A presença do traço indica ausência de determinada permissão de acesso ao arquivo.
II-Pelo código atribuído, qualquer usuário do sistema pode realizar a leitura do arquivo.
III-Para um diretório, a presença do x no código de proteção indica permissão de busca.

Indique a única opção verdadeira: 
Alternativas
Q2319500 Sistemas Operacionais
Nos últimos anos, o sistema operacional Linux tem sido cada vez mais adotado tanto para uso pessoal quanto para uso corporativo. Com relação ao sistema operacional Linux, indique a alternativa correta: 
Alternativas
Q2319499 Sistemas Operacionais
Considera-se que o mecanismo básico de paginação por demanda é baseado no mecanismo de paginação simples. Cada processo possui uma memória lógica contígua. Essa página lógica é dividida em páginas lógicas de mesmo tamanho. A memória física é dividida em páginas físicas do mesmo tamanho das páginas lógicas. Cada página lógica é carregada em uma página física e uma tabela de páginas é construída. Com esse conceito, selecione a resposta correta: 
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Q2319498 Sistemas Operacionais
O matemático holandês E. W. Dijkstra criou em 1965 um mecanismo de sincronização, um tipo abstrato de dado composto por um valor inteiro e uma fila de processos. Selecione a resposta que identifica esse mecanismo:
Alternativas
Respostas
21: E
22: E
23: A
24: C
25: D
26: C
27: B
28: A
29: A
30: B
31: C
32: E
33: B
34: A
35: D
36: C
37: E
38: D
39: B
40: D