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Q1736048 Atualidades
Em 22 de janeiro de 2021, o Ministério da Saúde incluiu novos grupos entre os prioritários da vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Segundo o plano nacional de imunização atualizado até a data de 22/01/21, as prioridades da campanha são:
I. Pessoas com deficiência institucionalizadas II. Povos indígenas vivendo em terras indígenas, povos e comunidades tradicionais quilombolas e ribeirinhas III. Trabalhadores de saúde e da educação IV. Pessoas de 60 anos ou mais V. Pessoas em situação de rua VI. Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros, transporte metroviário, ferroviário e aéreo VII. Caminhoneiros
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1736045 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
Em “Mas era uma bola” a palavra destacada é uma conjunção adversativa. Qual das palavras abaixo poderia substituí-la mantendo a correção gramatical e o sentido original?
Alternativas
Q1736044 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
Assinale a alternativa que apresente entre parênteses a classificação sintática CORRETA do termo destacado nas frases:
Alternativas
Q1736043 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
A acentuação é um recurso de linguagem que tem como principal objetivo marcar graficamente as palavras que apresentam um comportamento fonético fora do habitual em um idioma. Assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA para a acentuação das palavras abaixo:
Alternativas
Q1736041 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
Crônica é um gênero textual que é uma narrativa que aborda temáticas do cotidiano, geralmente com uma perspectiva irônica. A ironia neste caso se constrói a partir de alguns elementos. Assinale aquele que NÃO se encaixa neste parâmetro:
Alternativas
Q1736040 Medicina
A Hanseníase é uma doença crônica, transmissível, tem preferência pela pele e nervos periféricos, podendo cursar com surtos reacionais intercorrentes, o que lhe confere alto poder de causar incapacidades e deformidades físicas, principais responsáveis pelo estigma e discriminação às pessoas. A transmissão se dá de uma pessoa doente sem tratamento, para outra, após um contato próximo e prolongado. A doença tem cura e o tratamento é gratuito e ofertado pelo SUS em unidade de saúde do país.
Conforme o guia de vigilância epidemiológica do ministério da saúde, assinale a alternativa INCORRETA em relação a Hanseníase:
Alternativas
Q1736037 Medicina
Segundo a Resolução CFM nº 1.658/2002, para ser válido o atestado, deve conter as seguintes informações:
I. O tempo concedido para recuperação do paciente, ou seja, quantos dias o funcionário precisará faltar; II. O diagnóstico da doença ou CID (código internacional de doenças), porém, apenas quando expressamente autorizado pelo paciente. Pois, todos têm o direito ao sigilo médico, em casos em que não se sintam confortáveis; III. A identificação do médico como emissor, mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. IV. Timbre original no topo superior do local de trabalho do médico atestante.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1736030 Atualidades
Oito deputados disputaram o comando da Câmara em 2021 e 2022. Eleito sucedeu Rodrigo Maia (DEM-RJ) e presidirá a Casa no biênio 2021-2022. Eleição ocorreu em 1º de fevereiro de 2021. Foram candidatos à eleição da câmara, EXCETO:
Alternativas
Q1736027 Atualidades
Ao tomar posse como novo presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden herdará de Donald Trump um cenário de tensões renovadas com rivais e inimigos políticos antigos da Casa Branca. Embora Trump encerre o mandato sem ter colocado os EUA em nenhuma nova guerra declarada, Biden terá o desafio de encarar um ambiente mais hostil no cenário internacional: a relação de Washington piorou nos últimos quatro anos com países como, EXCETO:
Alternativas
Q1736026 Atualidades
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, avançou 0,25% em janeiro, depois de ter subido 1,35% em dezembro, segundo divulgou em 09 de fevereiro de 2021 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor taxa mensal desde agosto de 2020 (0,24%), embora ela permaneça acima do centro da meta em 12 meses. Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 7 tiveram avanço nos preços em janeiro. Das alternativas abaixo, qual teve queda no preço em janeiro?
Alternativas
Q1736022 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

A bola

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.

O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.

    O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.

Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada;
edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
O texto de Veríssimo é uma narrativa. A sucessão de fatos narrados apresenta uma predominância de verbos em:
Alternativas
Q1736018 Direito Tributário
De acordo com a Constituição Federal, Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, EXCETO:
Alternativas
Q1736017 Direito Tributário
Há, no texto constitucional, regras voltadas à divisão da competência tributária e definição dos fatos que podem ser tributos por cada um dos entes políticos. São elas que definem quem tributa o quê. Essas regras estão previstas em diversos dispositivos constitucionais.
Sendo assim, analise a tabela abaixo:
Tributo: Ente: 1. Empréstimos compulsórios União 2. Contribuição de Iluminação Pública Municípios e DF 3. Contribuições para seguridade União 4. Contribuições para regime próprio de previdência União, Estados, DF e Municípios
Assinale a alternativa com a informação CORRETA:
Alternativas
Q1736014 Contabilidade Pública
De acordo com a Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, que estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, Art. 105: O Balanço Patrimonial demonstrará:
I. O Ativo Financeiro; II. O Ativo Permanente; III. O Passivo Financeiro; IV. O Passivo Permanente; V. O Saldo Patrimonial; VI. As Contas de Compensação.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1736011 Contabilidade Pública
A característica que envolve os bens públicos que os impede de ser adquiridos por meio de usucapião, quer sejam urbanos ou rurais, é denominada:
Alternativas
Q1736010 Atualidades

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, avançou 0,25% em janeiro, depois de ter subido 1,35% em dezembro, segundo divulgou em 09 de fevereiro de 2021 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No que diz respeito aos índices regionais, apenas duas das 16 áreas pesquisadas apresentaram variação negativa.


Assinale a alternativa em que a área ficou com variação negativa:

Alternativas
Q1736005 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!
                                            Renato Barros e Lilian Knapp
Além dos verbos no imperativo, para dirigiremse a seu interlocutor, os autores também se utilizaram de outro recurso também muito comum no gênero carta, que está destacado na oração abaixo:
Assim será melhor, meu bem!
Sintaticamente esse recurso expressivo é conhecido como:
Alternativas
Q1736001 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!
                                            Renato Barros e Lilian Knapp
O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
Alternativas
Q1735933 Pedagogia
Em relação as tendências pedagógicas, relacione as colunas abaixo:
Coluna 1
1. Pedagogia Liberal Tradicional 2. Pedagogia Liberal Renovada Progressista 3. Pedagogia Liberal Renovada Não Diretiva 4. Pedagogia Liberal Tecnicista 5. Pedagogia Progressista Crítico-Social dos Conteúdos
Coluna 2
( ) Essa tendência subordina a Educação à sociedade. A partir dela, a escola modela o comportamento humano com técnicas específicas, que organizam o processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos específicos, para que os indivíduos se integrem no sistema social global. ( ) Nessa tendência, a escola tem a função de preparar os alunos intelectual e moralmente para assumir sua posição na sociedade; seu compromisso é com a cultura, já que os problemas sociais pertencem à sociedade. ( ) A escola prepara os alunos para o mundo adulto e suas contradições, para que eles transformem essa realidade. A difusão dos conteúdos escolares é tarefa primordial da escola. Esses conteúdos devem ser “vivos”, concretos e indissociáveis da realidade humana e social. ( ) A escola centra-se na formação de atitudes e está mais preocupada com os problemas psicológicos dos alunos que com os pedagógicos ou sociais – tanto que os conteúdos escolares são considerados secundários. ( ) Nessa tendência, o papel da escola é adequar as necessidades individuais ao meio social, organizando-se de forma a retratar a vida. O conhecimento resulta da ação docente a partir dos interesses e necessidades dos alunos, valorizando mais os processos mentais e as habilidades cognitivas – isto é, as de conhecimento – que conteúdos organizados racionalmente.
Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q1735932 Pedagogia
Para Paulo Freire (1982), a sociedade dividida em classes, tal como é hoje, restringe os privilégios a poucos e impede que os bens produzidos sejam utilizados pela maioria; o autor acredita que entre esses bens está a Educação. Freire faz referência a dois tipos de Pedagogia: pedagogia dos dominantes – Educação como prática de dominação – e pedagogia do oprimido – Educação como prática de liberdade (segundo o autor, é a que precisa ser realizada). O fundamento da pedagogia dos dominantes é Educação Bancária, com sua prática narradora, sem diálogo, para a transmissão e avaliação de conhecimentos numa relação vertical – o saber é fornecido de cima para baixo – e autoritária, pois manda aquele que sabe. O método da concepção bancária é a opressão, o antidiálogo.
Marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) A Educação Bancária caracteriza-se pela prática domesticadora, na qual o saber do professor é depositado no aluno.
( ) Não há comunicação entre professor e aluno: o educador faz comunicados e depósitos, os quais são recebidos pacientemente pelos educandos, que passam a memorizá-los e repeti-los.
( ) Nessa distorção da visão de Educação não há saber.
( ) A narração é a técnica usada pelo educador para depositar conteúdo nos educandos e conduzi-los à memorização mecânica.
( ) Os conteúdos narrados são retalhos da realidade, desconectados da totalidade em que se formam, sendo petrificados e sem significado. Tornam-se pura verbosidade alienada e alienante.
Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Respostas
1821: E
1822: C
1823: B
1824: A
1825: C
1826: B
1827: B
1828: B
1829: B
1830: E
1831: A
1832: C
1833: E
1834: D
1835: B
1836: B
1837: E
1838: C
1839: B
1840: D