Questões de Concurso
Para idcap
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I.O histórico familiar de câncer de boca é um fator de risco importante e deve ser considerado na avaliação da lesão.
II.Lesões indolores são menos prováveis de serem malignas do que lesões dolorosas.
III.A paciente deve ser submetida a exames complementares, incluindo biópsia, para um diagnóstico definitivo.
Assinale a alternativa CORRETA:
I.Úlceras que não cicatrizam dentro de 14 dias devem ser submetidas a biópsia.
II.Pacientes jovens raramente desenvolvem câncer de boca, portanto, a úlcera provavelmente é benigna.
III.A presença de uma úlcera por mais de três semanas justifica uma investigação para excluir o câncer de boca.
Assinale a alternativa CORRETA:
(__)A gengivoestomatite herpética primária é causada pelo vírus da varicela-zóster.
(__)O tratamento inclui medidas de suporte e, em alguns casos, antivirais.
(__)A transmissão pode ocorrer através do contato com a saliva do paciente infectado.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
Considere a seguinte situação:
Um aluno em uma prova de Geografia precisa identificar o elemento do clima que influencia diretamente a formação de fenômenos como brisas marítimas, monções e ciclones, ao atuar sobre a distribuição de calor e umidade na atmosfera. Qual dos elementos abaixo desempenha esse papel fundamental?
Acerca da agropecuária, julgue as frases abaixo:
I. O uso de organismos geneticamente modificados na agricultura e pecuária visa aumentar a produtividade, a resistência a pragas e doenças, e a tolerância a estresses ambientais.
II. A chamada agricultura de sequeiro é aquela que depende exclusivamente da precipitação natural para suprir as necessidades hídricas das culturas agrícolas, sem o uso de sistemas de irrigação.
III. A agropecuária é uma fonte significativa de gases de efeito de estufa, especialmente metano emitido pelo gado durante a fermentação entérica e o argônio liberado pelo uso de fertilizantes nitrogenados.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS:
(__)A teoria neomalthusiana argumenta que o problema da superpopulação é uma questão de distribuição desigual de recursos, e não de crescimento populacional excessivo.
(__) A distribuição da população se refere à forma como a população está espalhada pelo território. Ela é influenciada por fatores naturais (clima, relevo, recursos hídricos) e humanos (desenvolvimento econômico, infraestrutura, políticas públicas).
(__) A estrutura da população é analisada com base em critérios como idade, sexo, estado civil, educação, ocupação, e renda. A pirâmide etária é uma representação gráfica que demonstra a distribuição de idade e sexo de uma população.
A sequência CORRETA é:
Sobre as características essenciais nas relações interpessoais no ambiente de trabalho, é correto afirmar que:
I. Empatia é a capacidade de compreender e compartilhar os sentimentos dos outros, facilitando uma comunicação mais eficaz e o suporte mútuo entre colegas.
II. Cooperatividade é a disposição de trabalhar individualmente e atingir objetivos pessoais, compartilhando responsabilidades e recursos para o sucesso da equipe.
III. Respeito refere-se à disposição de ouvir as opiniões dos outros, mesmo que não concordemos com elas, e garantir que todos tenham um espaço igual para expressar suas ideias.
Sobre as assertivas acima, podemos afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que explica a fumaça que tomou o país
Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.
"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.
"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.
A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.
Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.
"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.
Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.
A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.
O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.
Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que explica a fumaça que tomou o país
Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.
"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.
"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.
A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.
Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.
"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.
Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.
A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.
O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.
Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)