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I- A indicação se aplica a paciente vítima de trauma que se encontra sentado no veículo ou em circunstância similar, nas seguintes situações: Condições de risco à vida detectadas durante a avaliação primária; Paciente dificultando o acesso a outro em situação aparentemente mais grave. Sempre quando houver mais de um socorrista, optar pelo trabalho de dois socorristas para evitar sobrecarga.
II- Utilizando os devidos EPI, estando o paciente consciente, o socorrista deve identificar-se e explicar o procedimento na medida do possível; em seguida, verificar se o paciente não está preso nos pedais, ferragens ou outro obstáculo, feito isto, deve-se considerar a abordagem de acordo com o posicionamento do paciente no veículo.
III- Abordagem do paciente sentado à esquerda do veículo: Abordar o paciente lateralmente passando o braço esquerdo (E) do profissional por baixo do braço E do paciente e segurar o mento; Passar o braço direito (D) do profissional por trás e por baixo da axila D do paciente e segurar o punho D do paciente; Apoiar a face lateral E do paciente contra a face lateral D do profissional; Girar a vítima 90° para E e removê-la vigorosamente, retirando-a do veículo; Deitar paciente no chão cautelosamente.
IV- Abordagem do paciente sentado à direita do veículo: Abordar o paciente lateralmente passando o braço D do profissional por baixo do braço D do paciente e segurar o mento; Passar o braço E do profissional por trás e por baixo da axila E do paciente e segurar o punho E do paciente; Apoiar a face lateral D do paciente contra a face lateral E do profissional; Girar a vítima 90° para D e removê-la vigorosamente, retirando-a do veículo; Deitar paciente no chão cautelosamente.
É CORRETO o que se afirma em:
II- São considerados equipamentos para proteção individual: Máscaras faciais; Luvas descartáveis; Cobertor ou manta; Máscara de RCP de bolso.
III- São considerados equipamentos para avaliação do paciente: Lanterna pupilar; Esfigmomanômetro; Estetoscópio; Bolsa de primeiros socorros.
IV- São considerados equipamentos para extração: Ferramenta para quebrar vidros; Luvas de raspa.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Nesse momento, é avaliada a vitalidade do recém-nato de forma integral. Significa evitar a asfixia perinatal, uma vez que a Ventilação com Pressão Positiva mantém a oxigenação e a perfusão tecidual adequada e reverte a parada cardiorrespiratória, se for o caso.
II- A reanimação neonatal, tanto em ambiente intra quanto extra-hospitalar, baseia-se na aplicação do mnemônico ABC, que consiste em: A (airway) manter vias aéreas pérvias; B (breathing) garantir a respiração; C (circulation) manter a circulação. A esta sequência, deve ser acrescida manutenção da temperatura corporal.
III- A equipe mínima necessária para assistir o recém-nato logo após o nascimento deve ser composta de um profissional de saúde capaz de realizar a estabilização e a Ventilação com Pressão Positiva (VPP); porém, diante do risco de asfixia, esta equipe mínima aumenta para 2 ou 3 profissionais, sendo 1 médico.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Após checar responsividade; verificar respiração e pulso; posicionar o paciente em decúbito dorsal em superfície plana, rígida e seca; providenciar maletas de drogas e vias aéreas; se respiração ausente ou gasping e Pulso PRESENTE, deve-se abrir via aérea e aplicar uma insuflação a cada 5 a 6 segundos (10 a 12/min) e verificar a presença de pulso a cada 2 minutos. Seguir o protocolo de Parada respiratória no adulto; no caso de Pulso AUSENTE, deve-se iniciar ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
II- Iniciar RCP pelas compressões torácicas, mantendo ciclos de 30 compressões eficientes (na frequência de 100 a 120/min, deprimindo o tórax em 5 a 6 cm com completo retorno); duas insuflações eficientes (de 1 segundo cada e com visível elevação do tórax), inicialmente com bolsa valva-máscara com reservatório e oxigênio adicional. Assim que o desfibrilador estiver disponível, posicionar as pás de adulto do desfibrilador no tórax desnudo e seco do paciente.
III- Se ritmo NÃO CHOCÁVEL, solicitar que todos se afastem do contato com o paciente; desfibrilar com choque único na potência máxima do aparelho (360 J no monofásico e 200 J no bifásico); reiniciar imediatamente a RCP após o choque, com ciclos de 30 compressões para duas insuflações por 2 minutos; após 2 minutos de compressões e insuflações, checar novamente o ritmo. Se persistir a FV/TVSP, reinicie e siga o Protocolo AC6 (FV/TVSP) para manejo específico; e mantenha os ciclos de RCP initerruptamente até chegar ao hospital ou a vítima apresentar sinais de circulação (respiração, tosse e/ou movimento).
IV- Se ritmo CHOCÁVEL, reiniciar RCP imediatamente após a análise do ritmo (30 compressões para duas insuflações), por 2 minutos; checar novamente o ritmo; e confirmado ritmo chocável, iniciar Protocolo AC7 (Assistolia) ou Protocolo AC8 (AESP) para manejo específico. É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O objetivo da avaliação primária é identificar e corrigir situações de risco imediato de morte. Considera-se crítico todo paciente que apresentar alterações significativas em qualquer etapa da avaliação. Se o paciente for considerado crítico, o tempo de permanência na cena deve ser o mínimo possível.
II- O objetivo específico da avaliação secundária é localizar alterações na cor da pele ou mucosas, assimetrias morfológicas, instabilidades hemodinâmicas, ruídos anômalos emitidos pelo paciente, alterações de motricidade e sensibilidade. Este tipo de avaliação é importante, porém não é considerada obrigatória, principalmente nos pacientes críticos ou se sua realização implicar atraso de transporte.
III- Na BC3: Obstrução de vias aéreas por corpos estranhos (OVACE), durante a avaliação da severidade, considera-se obstrução leve quando o paciente for capaz de responder se está engasgado, conseguir tossir, falar e respirar. No entanto, considera-se obstrução grave quando o paciente estiver consciente, porém não consegue falar, ou nos casos nos quais o paciente pode não respirar ou apresentar respiração ruidosa, tosse silenciosa e/ou inconsciência.
IV- A entrevista SAMPLA pode ser realizada com o paciente, familiares ou terceiros. Compreende a identificação do Nome e idade; Queixa principal; sendo S: verificação dos sinais vitais; A: história de alergias; M: medicamentos em uso e/ou tratamentos em curso; P: passado médico – problemas de saúde ou doença prévia; L: horário da última ingestão de líquidos ou alimentos; e A: ambiente do evento.
É CORRETO o que se afirma em:
I- administrar medicamentos sem prescrição médica, salvo nos casos de extrema urgência, reclamada pela necessidade de evitar ou combater acidentes graves que comprometam a vida do paciente, da parturiente, do feto ou recém-nascido, até que chegue o médico, cuja presença deve ser imediatamente reclamada.
II- o cumprimento de prescrição à distância, exceto em casos de urgência e emergência e regulação, conforme Resolução vigente.
III- prescrever medicamentos e praticar ato cirúrgico, exceto nos casos previstos na legislação vigente e em situação de emergência.
É CORRETO o que se afirma em:
Considerando o peso da criança e a dose máxima recomendada, qual o volume de paracetamol a ser administrado em cada dose, arredondado para a primeira casa decimal?
A partir deste contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- É permitida por lei que o enfermeiro execute esta prática desde que o profissional realize a capacitação exigida e atue em um ambiente institucional.
PORQUE
II- A Norma Técnica que regulamenta a atuação do enfermeiro no planejamento familiar e reprodutivo exige, para esta prática, a realização de um curso de capacitação presencial com carga horária mínima de 70 horas, sendo 50 horas teóricas e 20 horas práticas, com no mínimo 20 inserções supervisionadas.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
I- A higiene antisséptica das mãos utiliza sabonetes associados a antissépticos, como clorexidina (CHG) ou iodopovidona (PVP-I), sendo indicada em procedimentos de alto risco, com tempo mínimo de 2 a 5 minutos de contato com o produto.
II- A higiene das mãos com água e sabonete tem o objetivo de remover a sujeira, matéria orgânica e a microbiota transitória das mãos por meio da ação mecânica e é suficiente para que o profissional da assistência possa remover sujeira/matéria orgânica das mãos.
III- A concentração final da preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos a ser utilizada em serviços de saúde deve estar entre 60% a 80% no caso de preparações sob a forma líquida e concentração final mínima de 70% no caso de preparações sob as formas gel, espuma e outras.
IV- A secagem eficaz das mãos é essencial para a prevenção de infecções, pois mãos mal secas aumentam o risco de transmissão cruzada e dermatite de contato. A secagem deve ser realizada com toalhas de papel descartáveis, podendo também fazer uso de secadores de ar quente, evitando, assim, irritabilidade cutânea.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Estertores finos são sons crepitantes, geralmente associados à presença de pequenas quantidades de líquidos ou exsudato no parênquima pulmonar.
II- Sibilos são ruídos mais agudos, decorrentes da passagem do ar por vias aéreas estreitadas, e são frequentemente associados à asma e à broncoconstrição.
III- Roncos são sons graves e contínuos, ocorrem em consequência da passagem do ar por estreitos canais repletos de líquidos/secreções, comuns em casos de pneumonia, na bronquite ou na bronquiectasia.
É CORRETO o que se afirma em
I- Para considerar o tratamento da sífilis bem-sucedido, a queda da titulação do Teste Não-Treponêmico (TNT) em duas diluições em até três meses para sífilis recente, ou em quatro diluições em até seis meses é o critério de sucesso. Após o parto, o monitoramento sorológico deve ser realizado trimestralmente até o 12º mês.
II- Uma potencial complicação pós-tratamento, a reação de Jarisch-Herxheimer, é um evento agudo que pode ser desencadeado nas primeiras 24 horas após a administração da penicilina. Em gestantes tratadas na segunda metade da gravidez, esta reação exige especial atenção clínica devido ao risco de indução de trabalho de parto pré-termo.
III- A persistência de títulos baixos e estáveis de TNT após um tratamento adequado, comprovada por uma queda prévia de, no mínimo, duas diluições, deve ser interpretada como uma cicatriz sorológica. Essa condição não indica falha do tratamento, distinguindo-se de quadros de reinfecção ou falha terapêutica, que seriam caracterizados por titulações crescentes ou persistentemente elevadas.
IV- O retratamento de uma gestante é indicado quando há ausência de redução da titulação em duas diluições (em seis ou 12 meses, a depender de a sífilis ser recente ou tardia) e quando há um aumento da titulação do TNT. Complementarmente, o tratamento presuntivo de parceiros sexuais, mesmo sem sinais clínicos da doença, é recomendado se a exposição ocorreu em um período de até 60 dias.
É CORRETO o que se afirma apenas em: