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Q1904194 Português
No trecho de entrevista abaixo exposto, as lacunas devem ser preenchidas com as formas verbais devidamente flexionadas em conformidade com o tipo de sujeito com o qual cada verbo em destaque está relacionado.
Qual o impacto da má política na economia? Em meu livro, comparo o valor das empresas listadas na bolsa de valores nos últimos meses de 2012 e de 2017. Os anos de deterioração econômica e social levaram a uma perda de 700 bilhões de dólares. ______ (EXISTIR) muitas consequências que a gente não percebe. Não se ______ (ADOTAR) políticas públicas baseadas em evidências, ____-se (SOTERRAR) a transparência, _____-se (REFORÇAR) o clientelismo e ______-se (DESTRUIR) os valores éticos, morais e financeiros.
(Entrevista com Eduardo Mufarej, idealizador do RenovaBR, uma escola para políticos - VEJA, 02/06/21)

Indique a alternativa em que todos os verbos estão flexionados conforme as normas gramaticais.
Alternativas
Q1904193 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Nos dois períodos abaixo expostos, temos o emprego de pronomes relativos que retomam constituintes neles presentes:
I- Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos [...]
II- Os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
A substituição dos pronomes em I e II deve ocorrer pelas respectivas formas pronominais:
Alternativas
Q1904192 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Avalie a correspondência entre o conteúdo desenvolvido no texto e os tópicos temáticos propostos na sequência, indicando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Crescente média do Brasil no fator “medo de violência”, superando a média mundial, apesar de menos registros de situações violentas nos dois últimos anos. (Ver parágrafo: 1, 2 e 3)
( ) Aumento na taxa de homicídios no Brasil em contraposição a outras nações que apresentaram diminuição nesse aspecto a partir de 2008. (Ver parágrafo 4)
( ) Manutenção de baixo nível de paz no Brasil justificada pela piora nos indicadores “conflitos internos”, “terrorismo”, “instabilidade política”, assemelhando-se nesse ponto ao Uruguai.(Ver parágrafos 6 e 7)
( ) Queda no nível da paz da América do Sul como um todo atribuída ao baixo nível de paz no Brasil, em virtude da piora nos indicadores “conflitos internos” e “temor político”. (Ver parágrafos 6, 7 e 8)
A sequência CORRETA de preenchimento é 
Alternativas
Q1904191 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Com relação à organização global, o texto se caracteriza como expositivo-argumentativo, pois apresenta

I- uma tese que situa o Brasil em relação a outros países quanto ao problema da violência (o país que tem maior temor à violência).
II- um propósito comunicativo, que é discorrer sobre cada fator causador da violência, as consequências para a sociedade bem como as formas de enfrentamento.
III- dados estatísticos resultantes de pesquisa realizada, comparando a situação de violência entre os países a partir de indicadores previamente estabelecidos.
IV- depoimentos de autoridades no assunto, como forma de dar sustentação à tese, confirmando o princípio da polifonia.
V- uma avaliação da situação relatada, sinalizando o aumento da militarização como o maior protagonista do problema da violência.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q1904190 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Conforme a disposição na oração, os termos assumem diferentes funções. No período:
E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência
os constituintes (1) “a notícia” e (2) “Henryque fora encaminhado para a emergência”, funcionam, respectivamente, do ponto de vista sintático, como:
Alternativas
Q1904189 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Analise as proposições abaixo, com relação ao emprego de algumas formas verbais no texto, e, em seguida, responda ao que se pede.
I- Em “eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e (havia) matado crianças e professores”, as formas verbais em destaque estão conjugadas no pretérito perfeito composto, admitindo a substituição pelas formas simples: ferira e matara.
II- Na frase “Corremos para o hospital”, o verbo, conjugado na 1ª pessoa do plural, ilustra um caso de neutralização da desinência modo temporal, já que, quando conjugado no presente, o verbo tem a mesma forma.
III- A frase “Henryque fora encaminhado para a emergência” ilustra o uso do verbo no pretérito mais-que-perfeito, sinalizando que um fato (ida ao hospital) antecede outro também no passado (chegada da mãe à escola). Nessa situação, é possível a alternância dos verbos fora/foi, resultando em “Henrique foi encaminhado”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1904188 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Avalie as proposições que abordam aspectos da organização macroestrutural do texto e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) O texto se caracteriza como um depoimento e apresenta estrutura predominantemente narrativa, mesclando sequências descritivas e expositivas.
( ) A alternância dos tempos verbais pretérito perfeito (vivi ...) e pretérito imperfeito (eu estava ...) na narrativa se justifica para diferenciar os planos do relato e da descrição, respectivamente.
( ) O uso do verbo no presente em “não consigo nem pensar...” ou “Sua recuperação física caminha bem...”, entre outras passagens, sinaliza mudança de plano: de relato para comentário.
A sequência de resposta CORRETA é
Alternativas
Q1896505 Psicologia

Com sintomas de depressão leve, o paciente JFK, 26 anos, acompanhado pela mãe, foi atendido no CAPS. O psiquiatra prescreveu medicamentos e recomendou acompanhamento com psicoterapia. Após 5 sessões semanais, reiteradamente o paciente apresentou um quadro de transtornos persecutórios e por duas sessões seguidas indicou pânico e ideação suicida.


Reportando-se a esta situação ficcional, como medida emergencial, o psicólogo a psicóloga deveria: 

Alternativas
Q1896504 Psicologia

“Até meados do século XX, o paradigma dominante na Psicologia do Desenvolvimento [...] se refletia nas teorias clássicas dos estágios do desenvolvimento da criança e do adolescente” (NERI, 2014). O paradigma life span compreende o desenvolvimento com base em proposições como:


I. Envelhecer é consequência natural do estar vivo. Porém, a neuropsicologia, a engenharia genética e a tecnologia possuem acúmulo de conhecimento que permite o prolongamento da vida e seu desenvolvimento quase ad infinitum.

II. O desenvolvimento envolve equilíbrio constante entre potencialidades e limites para o funcionamento.

III. Eventos genético-biológicos, socioculturais e psicológico-subjetivos interagem durante todo o ciclo vital e têm pesos distintos em diferentes momentos do ciclo vital.

IV. O desenvolvimento é um processo multilateral, caracterizado por diversos fenômenos, isolados ou cumulativos, de crescimento e declínio.

V. Ao longo da vida adulta e da velhice, acontecem processos concorrentes de crescimento e contração do desenvolvimento, que podem ser analisados como ganhos ou como perdas evolutivas.


Estão CORRETAS apenas as proposições:

Alternativas
Q1896503 Psicologia

Segundo NERI (2014), o envelhecimento primário ou normal é progressivo e atinge a todos os seres humanos por força de mecanismos genéticos típicos da espécie. Nas relações psicossociais, é comum que as pessoas idosas (mais idosas) passem por alterações repentinas de comportamento. Sinais visíveis como agitação, agressividade, perambulação e irritação possuem como causas mais comuns:


I. Acidente vascular encefálico, obstipação intestinal, desidratação, batidas na cabeça ou quedas.

II. Dificuldades de memória ocasionadas por doença de Alzheimer ou perdas cognitivas.

III. Perda de familiares, brigas na família ou mudanças de ambiente.

IV. Demências típicas da velhice associadas a situações de maus-tratos ou problemas nutricionais.

V. Introdução ou suspensão de medicação, doenças infecciosas, problemas do coração.


As alternativas ERRADAS são apenas:

Alternativas
Q1896502 Psicologia

Leia as notícias a seguir: “Nos últimos 20 anos, o Brasil registrou queda de 37,2% no número de adolescentes grávidas” (agencia brasil 30/07/2021).


“O Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos'', diz relatório da Organização Mundial da Saúde. “O índice brasileiro está acima da média latino-americana, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil”. O relatório da OMS e as taxas se referem ao último período analisado - entre 2010 e 2015. (g1/globo 01/03/2018).


Conforme NASCIMENTO, A. S. e DE ANDRADE, A. B (2013), “O psicólogo do NASF atravessa os muros da UBS para desenvolver ações nas escolas, igrejas, ONGs, visitas domiciliares, etc.(...)”


Com base nestes tópicos, pode-se afirmar que o trabalho do psicólogo/da psicóloga deve ser focado, pela ordem, nos seguintes eixos:

I. Um enfoque preventivo da gravidez na adolescência, expondo as ações dispensadas pelos profissionais de psicologia no tocante à prevenção da gravidez na adolescência.

II. O suporte clínico de aconselhamento psicológico, focado na educação sexual, de modo a formar nas/nos adolescentes uma consciência da importância da prevenção contra a gravidez precoce e a responsabilização civil em relação aos filhos.

III. O acolhimento de adolescentes gestantes em situação de risco, com o acolhimento das adolescentes grávidas em contexto de vulnerabilidade.

IV. O acompanhamento psicológico no pré-natal, com atendimento às adolescentes gestantes durante o processo do pré-natal.


Estão CORRETAS apenas as afirmações: 

Alternativas
Q1896501 Psicologia
A Política Nacional de Humanização deflagrou, no plano das políticas públicas, um movimento de mudança dos modelos de atenção e gestão. A PNH definiu três princípios orientadores da ação para o SUS. O princípio “indissociabilidade entre atenção e gestão” é orientado APENAS pela seguinte formulação:
Alternativas
Q1896499 Psicologia
O estresse humano envolve aspectos bioquímicos, físicos e psicológicos e se manifesta num conjunto de reações do organismo exposto a estímulos que quebram sua homeostase. Em 1987, LIPP & ROMANO desenvolveram um inventário de sintomas psicológicos e físicos do estresse infantil. Em uma das alternativas abaixo, tais sintomas estão listados de forma ERRADA:
Alternativas
Q1896498 Psicologia
Melanie Klein e Anna Freud foram pioneiras nos estudos da Psicanálise com crianças. Especialmente Melanie Klein revelava um conjunto de divergências em relação a algumas teses de Sigmund Freud. Sobre este ponto, é CORRETO afirmar que ela:
Alternativas
Q1896497 Psicologia
O comportamento humano é resultado quase sempre da interação de três sistemas fundamentais, que funcionam de forma integrada. Um destes sistemas conhece somente a realidade subjetiva operada na psique. Outro relaciona e faz a distinção entre as coisas da psique e o mundo exterior e o último tende a opor-se aos dois anteriores como censor. Estas afirmações referem-se à estrutura da personalidade conforme o seguinte esboço teórico:
Alternativas
Q1896495 Psicologia
A Resolução CFP06/2019 estabelece orientações sobre a elaboração de documentos escritos, produzidos por psicóloga ou psicólogo no exercício profissional. Conforme esta Resolução, são 5 (cinco) as modalidades de Documentos a serem emitidos. Especialmente sobre o Atestado Psicológico, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1896494 Psicologia

A Resolução Nº 4/2020, do Conselho Federal de Psicologia, suspende diversos artigos da Resolução CFP nº 11/2018 e autoriza a prestação de serviços psicológicos por meio de Tecnologias da Informação e da Comunicação durante a pandemia de COVID-19. Entretanto, estabelece algumas restrições ou condicionantes:


I. Arealização de cadastro prévio na plataforma e-Psi junto ao respectivo Conselho Regional de Psicologia – CRP.

II. O Psicólogo ou a Psicóloga poderá iniciar o atendimento após o cadastro, independentemente de autorização pelo respectivo CRP, até a emissão do parecer.

III. Asimples comunicação formal ao respectivo CRP, por meio eletrônico, sobre o início das atividades de atendimento psicológico.

IV. Asuspensão dos serviços psicológicos por meio de Tecnologias da Informação e da Comunicação após indeferimento pelo CFP, sob risco de incorrer em falta ética, até a aprovação de novo requerimento de cadastro pelo CRP.

V. Acomprovação de estar em dia com sua anuidade no respectivo CRP.


Estão CORRETAS apenas as afirmações dos itens: 

Alternativas
Q1896492 Medicina
A COVID-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2, foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março de 2020. Em relação às recomendações para gestante cardiopata durante a pandemia de COVID-19, conforme o Posicionamento sobre COVID-19 em Mulheres Cardiopatas, do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira de Cardiologia, considere as assertivas a seguir:
I- Indicar hospitalização, na avaliação inicial para suspeita de COVID-19, se a saturação de oxigênio for < 95%, independentemente da gravidade dos sintomas.
II- Exames de imagem devem ser realizados, quando indicado, com proteção abdominal, apesar da exposição à radiação.
III- Manter em isolamento por 21 dias, sob monitoramento, pacientes com sintomas leves de COVID-19 e condições cardíacas e obstétricas estáveis.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1896491 Medicina
Algumas alterações podem ser reconhecidas no eletrocardiograma e auxiliar no diagnóstico de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos. O aparecimento de onda U, depressão do segmento ST e da onda T e aumento do intervalo QT sugerem que distúrbio eletrolítico?
Alternativas
Q1896490 Medicina
Em relação ao diagnóstico de cardiotoxicidade nos paciente com câncer, conforme a Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia - 2020, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
11501: E
11502: A
11503: E
11504: D
11505: A
11506: A
11507: A
11508: C
11509: A
11510: B
11511: C
11512: B
11513: E
11514: B
11515: A
11516: D
11517: A
11518: B
11519: C
11520: B