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I. São estabelecidos, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o atendimento domiciliar e a internação domiciliar.
II. Na modalidade de assistência de atendimento e internação domiciliares incluem-se, principalmente, os procedimentos médicos, de enfermagem, fisioterapêuticos, psicológicos e de assistência social, entre outros, necessários ao cuidado integral dos pacientes em seu domicílio.
III. O atendimento e a internação domiciliares serão realizados por equipes multidisciplinares que atuarão nos níveis da medicina preventiva, terapêutica e reabilitadora.
IV. O atendimento e a internação domiciliares poderão ser realizados independentemente de indicação médica, desde que haja expressa concordância do paciente e de sua família.
( ) alimentação e nutrição, saneamento e meio ambiente.
( ) vigilância sanitária e farmacoepidemiologia.
( ) recursos humanos.
( ) ciência e tecnologia e saúde do trabalhador.
I. integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.
II. conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na prestação de serviços de assistência à saúde da população.
III. capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência.
IV. organização dos serviços públicos de modo a concretizar a duplicidade de meios para fins idênticos.
I. a saúde é um direito fundamental do ser humano.
II. o Estado deve prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
III. o dever do Estado exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
IV. dizem respeito também à saúde, as ações que se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.
I. O SINAN fornece dados para análise do perfil de morbidade da população e contribui para tomada de decisão no nível local, estadual e federal.
II. O SINAN é atualmente alimentado principalmente pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória, conforme Portaria SVS/MS, número 05, de 21/02/2006.
III. O SINAN foi o primeiro sistema de informação desenvolvido pelo departamento de informática do Ministério da Saúde, no ano de 1974, com o objetivo de padronizar a coleta de dados de doenças transmissíveis.
IV. O uso do SINAN foi regulamentado pela portaria GM/MS número 187, de 18 de janeiro, de 1974, quando se tornou obrigatória a alimentação regular da base de dados pelo município, estados e Distrito Federal.
I. Preferencialmente, utilizar a técnica de aspirado de nasofaringe com frasco coletor de secreção, pois a amostra obtida por essa técnica pode concentrar maior número de células.
II. Na impossibilidade de utilizar a técnica de aspirado de nasofaringe, como alternativa, poderá ser utilizada a técnica de swab combinado de nasofaringe e orofaringe, exclusivamente com swab de rayon.
III. Poderá ser utilizado swab de algodão, pois o mesmo auxilia nas metodologias moleculares utilizadas.
IV. As amostras de secreção respiratória coletadas devem ser mantidas em temperatura adequada de refrigeração (4 a 8ºC) e encaminhadas ao laboratório no mesmo dia da coleta.
1. Líquido de suspensão.
2. Conservantes, estabilizadores e antibióticos.
3. Adjuvantes.
( ) constituído geralmente por água destilada ou solução salina fisiológica, podendo conter proteínas e outros componentes originários dos meios de cultura ou das células utilizadas no processo de produção das vacinas.
( ) compostos contendo alumínio, são comumente utilizados para aumentar o poder imunogênico de algumas vacinas, amplificando o estímulo provocado por esses agentes imunizantes.
( ) pequenas quantidades de substâncias antibióticas ou germicidas, são incluídas na composição de vacinas para evitar o crescimento de contaminantes (bactérias e fungos); estabilizadores (nutrientes) são adicionados à vacinas constituídas por agentes infecciosos vivos atenuados.
I. A cetoacidose é uma complicação potencialmente letal, com índices de mortalidade entre 5% e 15%. Estima-se que 50% dos casos possam ser evitados com medidas simples de atenção.
II. A cetoacidose ocorre particularmente em pacientes com diabetes tipo 2, sendo algumas vezes a primeira manifestação da doença.
III. O quadro clínico consiste em polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação, hiperventilação e alterações do estado mental.
IV. A cetose, que antecede a cetoacidose, pode ser manejada em casa, desde que o paciente esteja habituado com o automonitoramento da glicemia. Já a cetoacidose em evolução requer tratamento imediato no local de atendimento usual ou em serviço de emergência.
V. O diabetes tipo 1, que mantém uma reserva pancreática de insulina, raramente desenvolve essa complicação, mas isso pode ocorrer em intercorrências como infarto, AVC ou infecção grave, em que há elevada produção de hormônios contra-reguladores.
1. Amebíase.
2. Ancilostomíase.
3. Ascaridíase.
4. Botulismo.
5. Brucelose.
( ) doença não-contagiosa, resultante da ação de potente neurotoxina. Apresenta-se sob três formas: alimentar, por ferimentos e intestinal. O local de produção da toxina é diferente em cada uma dessas formas, porém todas se caracterizam clinicamente por manifestações neurológicas e/ou gastrintestinais.
( ) Doença sistêmica bacteriana, com quadro clínico muito polimorfo. Seu início pode ser agudo ou insidioso, caracterizado por febre contínua, intermitente ou irregular, de duração variável. Um sintoma quase constante é a astenia e qualquer exercício físico produz pronunciada fadiga, acompanhada de mal-estar, cefaleia, debilidade, suor profuso, calafrios, artralgia, estado depressivo e perda de peso.
( ) Doença parasitária do homem, causada por um helminto. Habitualmente, não causa sintomatologia, mas pode manifestar-se por dor abdominal, diarreia, náuseas e anorexia. Quando há grande número de parasitas, pode ocorrer quadro de obstrução intestinal.
( ) Infecção causada por protozoário que se apresenta em duas formas: cisto e trofozoíto. Esse parasito pode atuar como comensal ou provocar a invasão de tecidos, originando as formas intestinal e extra-intestinal da doença.
( ) Infecção intestinal causada por nematódeos, que nos casos de infecções leves, pode apresentar-se assintomática. Apresentações clínicas importantes, como um quadro gastrointestinal agudo caracterizado por náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e flatulência, também podem ocorrer.
1. Loxosceles (aranha-marrom).
2. Phoneutria (aranha-armadeira, aranha-macaca).
3. Latrodectus (viúva-negra).
( ) Pode atingir até 15cm, não constrói teia geométrica e tem hábito agressivo, podendo saltar a uma distância de 40cm.
( ) De pequeno porte (3 - 4cm), constrói teia irregular em fendas, telhas e tijolos e, dentro das casas, atrás de quadros e móveis, sempre ao abrigo da luz; não é agressiva e só causa acidentes quando comprimida contra o corpo.
( ) Aranha pequena, constrói teia irregular e vive em vegetações arbustivas e gramíneas, podendo apresentar hábitos domiciliares e peridomiciliares.
I. As penalidades a serem impostas pelos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem, conforme o que determina o Art. 18, da Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, são as seguintes: advertência verbal, multa, censura, suspensão do exercício profissional e cassação.
II. As penalidades de advertência verbal, multa, censura e suspensão do exercício Profissional são da alçada dos Conselhos Regionais de Enfermagem, sendo inclusive de sua responsabilidade a pena de cassação do direito ao exercício Profissional
III. Considera-se infração disciplinar a inobservância das normas dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem.
IV. Responde pela infração quem a cometer ou concorrer para a sua prática, ou dela obtiver benefício, quando cometida por outrem.
V. A gravidade da infração é caracterizada através da análise dos fatos e causas do dano, suas consequências e dos antecedentes do infrator.