Foram encontradas 9.274 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4° da Lei 101/2000.
II. será acompanhado do documento a que se refere o § 6° do art. 165 da Constituição, bem como das medidas de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado.
III. conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao: atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.
IV. Conterá o resultado do Banco Central do Brasil, apurado após a constituição ou reversão de reservas.
I. estabelecimento de metas fiscais e avaliação de metas fiscais.
II. fixação de critérios para limitação de empenho e movimentação financeira.
III. publicação da avaliação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e o próprio dos servidores civis e militares.
IV. avaliação financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador e projeções de longo prazo dos benefícios da LOAS.
I. as prioridades e metas da Administração Pública Federal.
II. a estrutura e organização dos orçamentos.
III. as diretrizes para elaboração e execução dos orçamentos da União e suas alterações.
IV. a dívida pública federal.
I. A classificação institucional na União reflete as estruturas organizacional e administrativa e compreende dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária.
II. A classificação funcional é formada por funções e subfunções. Cada atividade, projeto e operação especial identificará a função e a subfunção as quais se vinculam.
III. A estrutura programática deve-se ao fato de que toda a ação do Governo está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos para o período do PPA, ou seja, 3 anos.
IV. Na base de dados do sistema orçamentário, o campo que se refere à natureza da despesa contém um código composto por seis algarismos, sendo eles: 1° categoria econômica, 2° natureza da despesa, 3° e 4 ° modalidade de aplicação, 5° e 6°elemento de despesa.
I. As receitas orçamentárias classificam-se em receitas correntes e receitas de capital.
II. As receitas de capital são arrecadadas dentro do exercício e aumentam as disponibilidades financeiras do Estado, em geral com efeito positivo sobre o Patrimônio Líquido.
III. As receitas correntes aumentam as disponibilidades financeiras do Estado, mas não provocam efeito sobre o Patrimônio Líquido.
IV. As receitas correntes constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações correspondentes às políticas públicas.
I. O projeto de PPA (PPPA) é elaborado pela Secretaria de Investimentos e Planejamento Estratégico (SPI) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e encaminhado ao Congresso Nacional pelo Presidente da República, que possui exclusividade na iniciativa das leis orçamentárias.
II. O projeto de lei deve ser encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de julho do primeiro ano de mandato presidencial, devendo vigorar pelos próximos três anos.
III. Recebido pelo Congresso Nacional, o projeto inicia a tramitação legislativa. O projeto de lei é publicado e encaminhado à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização-CMO.
IV. O parlamentar designado para ser o relator do projeto de plano plurianual (PPPA) deve, primeiramente, elaborar Relatório Preliminar sobre o projeto, o qual, aprovado pela CMO, passa a denominar-se Parecer Preliminar.
I. O quociente do resultado das Variações Patrimoniais é resultante da relação entre o total das variações patrimoniais aumentativas e o total das variações patrimoniais diminutivas.
II. Deve-se avaliar o resultado patrimonial que é afetado tanto por fatos orçamentários quanto extraorçamentários, observando os itens mais relevantes que interferiram no superávit ou déficit patrimonial.
III. A avaliação da gestão, a partir da Demonstração das Variações Patrimoniais, visa apurar o quanto e de que forma a administração influenciou nas alterações patrimoniais quantitativas e qualitativas do setor público.
IV. O resultado patrimonial é um importante indicador de gestão fiscal pelo fato de ser o principal item que influencia na evolução do patrimônio de um período.
I. A análise vertical atinge seu ponto máximo de utilidade quando aplicada à Demonstração do Resultado.
II. O aumento do percentual de qualquer item da Demonstração do Resultado em relação a Vendas é indesejável.
III. Na análise vertical o lucro deve ser igualado a 100 e todos os demais itens da Demonstração do Resultado tem seu percentual calculado em relação ao lucro.
IV. A atividade das empresas gira em torno das vendas/prestação de serviços. É o montante das vendas/prestação de serviços que determina o que a empresa pode consumir em cada item de despesa.
I. Os indicadores econômicos e financeiros procuram relacionar elementos afins das demonstrações contábeis de forma a melhor extrair conclusões sobre a situação da empresa.
II. A análise vertical identifica a evolução dos diversos elementos patrimoniais e de resultados ao longo de determinado período de tempo. É uma análise temporal do crescimento da empresa.
III. A análise horizontal objetiva basicamente o estudo das tendências da empresa. O seu estudo permite conhecer a estrutura financeira e econômica da empresa, ou seja, a participação de cada elemento patrimonial e de resultados.
IV. O diagrama de índices constitui-se em importante instrumento de análise de balanços sendo desenvolvido pela decomposição dos elementos que exercem influências nos índices.
I. Os insumos básicos do processo de análise das demonstrações contábeis são os relatório contábeis elaborados periodicamente pelas empresas. Os relatórios contábeis distinguem-se em obrigatórios e não obrigatórios.
II. As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior.
III. Os relatórios obrigatórios são definidos pela legislação societária sendo mais conhecidos por “demonstrações contábeis" ou “demonstrações financeiras".
IV. Os relatórios não obrigatórios fazem parte da estrutura básica das demonstrações contábeis que devem ser elaboradas e divulgadas pelas empresas.
I. Para o registro da depreciação, amortização e exaustão devem ser observados os seguintes aspectos: obrigatoriedade do seu reconhecimento; valor da parcela que deve ser reconhecida no resultado como decréscimo patrimonial, e, no balanço patrimonial, representada em conta redutora do respectivo ativo; circunstâncias que podem influenciar seu registro.
II. O valor residual e a vida útil econômica de um ativo devem ser revisados, pelo menos, no final de cada exercício. Quando as expectativas diferirem das estimativas anteriores, as alterações devem ser efetuadas.
III. A depreciação, a amortização e a exaustão devem ser reconhecidas até que o valor líquido contábil do ativo seja igual ao valor residual.
IV. Os seguintes fatores devem ser considerados ao se estimar a vida útil econômica de um ativo: capacidade de geração de benefícios futuros; o desgaste físico decorrente de fatores operacionais ou não; a obsolescência tecnológica; os limites legais ou contratuais sobre o uso ou a exploração do ativo.