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Q1100691 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre a norma NR 6 (Equipamento de Proteção Invidual - EPI), no tocante aos deveres do empregado quanto ao EPI, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Comprar o EPI adequado ao risco de cada atividade. ( ) Utilizar o EPI apenas para a finalidade a que se destina. ( ) Fazer constar no EPI o número do lote de fabricação. ( ) Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI.
Alternativas
Q1100666 Matemática
Um produto deve ser identificado com 10 letras, utilizando 3 letras A, 4 letras B, 2 letras C e 1 letra W. Dessa forma, o total de maneiras diferentes que esse produto pode ser identificado é igual a
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Q1100665 Matemática
Em uma escola com 25 professores, 5 professores devem ser escolhidos para integrar uma equipe que irá participar de um Congresso no Exterior. Como o professor Carlos é um dos 25 professores e é o representante oficial da Escola, então ele já é um integrante dessa equipe, restando escolher mais 4 pessoas para completar a equipe. Nessas condições, o total de equipes que podem ser formadas será igual a
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Q1100664 Matemática
Uma avaliação bimestral é composta por 5 questões, e cada questão possui cinco alternativas como possíveis respostas (A, B, C, D, E), sendo apenas uma correta. Nessa avaliação, as cinco questões possuem como respostas alternativas diferentes e um possível gabarito para essa avaliação será, por exemplo, BCAED. Dessa forma, o total de gabaritos possíveis para essa avaliação será igual a
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Q1100660 Raciocínio Lógico

Dadas duas proposições p e q, a equivalência lógica da implicação   Imagem associada para resolução da questão  será dada por

Alternativas
Q1100652 Matemática

Considerando que log 2 = 0,30 e log 3 = 0,47, o valor da expressão

Imagem associada para resolução da questão


será igual a

Alternativas
Q1100640 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe cinco unidades temáticas a serem desenvolvidas ao longo do Ensino Fundamental. São elas:
Alternativas
Q1100639 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os campos que compõem a Matemática reúnem um conjunto de ideias fundamentais que produzem articulações entre eles. Quais são essas ideias?
Alternativas
Q1100638 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) afirma que o Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento matemático. Sobre o letramento matemático, NÃO é correto afirmar que
Alternativas
Q1100637 Pedagogia
O processo de avaliação que considera os “erros”, como os equívocos cometidos pelos alunos, como parte do processo de construção do conhecimento denomina-se teoria
Alternativas
Q1100636 Pedagogia
Em relação à perspectiva histórico-cultural, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1100635 Pedagogia
Sobre a avaliação somativa, é correto afirmar que
Alternativas
Q1100634 Pedagogia
A avaliação em uma perspectiva crítica de currículo pressupõe
Alternativas
Q1100633 Pedagogia
Sobre a política de educação especial na perspectiva inclusiva e a formação docente no Brasil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1100632 Pedagogia

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) sobre o uso da informática no ambiente educacional.

I. Os alunos ganham autonomia nos trabalhos, podendo desenvolver sozinhos boa parte das atividades, de acordo com suas características pessoais, o que atende ao aprendizado individualizado.

II. Estimula o aprendizado de novas línguas, sendo uma forma de comunicação voltada para a realidade da globalização.

III. Contribui para o desenvolvimento das habilidades de comunicação e de estrutura lógica do pensamento.

Alternativas
Q1100631 Português

O que está por trás da indisciplina escolar?



Estudo busca as razões da indisciplina e

tenta entender como os professores brasileiros

gastam tempo para manter a ordem em

sala de aula

Cinthia Rodrigues

       O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

       Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

      Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

      “A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

        O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

      Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

      Outro dado importante, na análise do resultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinar determinado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

       “A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

       “Diante da realidade que temos, muito se aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que

-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 jul. 2018.

Assinale a alternativa que indica o sentido expresso pelo conector em destaque no seguinte contexto de uso: “Estudo busca as razões da indisciplina e tenta entender como os professores brasileiros gastam tempo para manter a ordem em sala de aula”. 
Alternativas
Q1100630 Português

O que está por trás da indisciplina escolar?



Estudo busca as razões da indisciplina e

tenta entender como os professores brasileiros

gastam tempo para manter a ordem em

sala de aula

Cinthia Rodrigues

       O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

       Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

      Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

      “A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

        O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

      Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

      Outro dado importante, na análise do resultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinar determinado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

       “A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

       “Diante da realidade que temos, muito se aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que

-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 jul. 2018.

As palavras “indisciplina” e “escolar” são formadas, respectivamente, pelos processos de
Alternativas
Q1100629 Português

O que está por trás da indisciplina escolar?



Estudo busca as razões da indisciplina e

tenta entender como os professores brasileiros

gastam tempo para manter a ordem em

sala de aula

Cinthia Rodrigues

       O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

       Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

      Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

      “A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

        O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

      Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

      Outro dado importante, na análise do resultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinar determinado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

       “A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

       “Diante da realidade que temos, muito se aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que

-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 jul. 2018.

De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA quanto à importância do domínio do conteúdo pelo professor.
Alternativas
Q1100628 Português

O que está por trás da indisciplina escolar?



Estudo busca as razões da indisciplina e

tenta entender como os professores brasileiros

gastam tempo para manter a ordem em

sala de aula

Cinthia Rodrigues

       O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

       Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

      Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

      “A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

        O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

      Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

      Outro dado importante, na análise do resultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinar determinado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

       “A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

       “Diante da realidade que temos, muito se aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que

-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 jul. 2018.

Quanto à estruturação da reportagem, sua tipologia textual predominante é
Alternativas
Q1100627 Português

O que está por trás da indisciplina escolar?



Estudo busca as razões da indisciplina e

tenta entender como os professores brasileiros

gastam tempo para manter a ordem em

sala de aula

Cinthia Rodrigues

       O Brasil ocupa o primeiro lugar no quesito “tempo gasto para manter a ordem na classe”. É o que indica a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizado (Talis, na sigla em inglês), respondida por professores de 32 países em 2013. Trocando em miúdos, os professores brasileiros são os que mais perdem tempo tentando combater a indisciplina escolar.

       Na média, os profissionais brasileiros disseram que perdem 20% do período de aula com indisciplina, enquanto o padrão foi de 13%. É a segunda vez que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) faz essa pesquisa com profissionais que atuam nos últimos anos do Ensino Fundamental.

      Na primeira, em 2008, os educadores brasileiros também foram os que mais disseram perder aula com o assunto. O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.

      “A partir de um conjunto de respostas, como qual a frequência com que o educador dá e recebe retorno sobre seu trabalho, observa colegas, atua em conjunto, participa de atividades com turmas diferentes, percebemos, por exemplo, quem está em ambientes colaborativos. Da mesma maneira, chegamos às escolas que têm mais espaço para participação de pais e alunos. Para cada fator, há um conjunto de respostas”, explica a pesquisadora em políticas públicas Gabriela Moriconi, da Fundação Carlos Chagas, que ganhou uma bolsa para realizar análises sobre os dados na sede da OCDE e investigar soluções adotadas por outros países.

        O estudo leva para além do senso comum de que os estudantes seriam indisciplinados e parte para as razões que geram a desordem. A escolha do foco veio pela constatação, em outras investigações, de que a indisciplina é um dos principais obstáculos para o trabalho docente.

      Para a análise, ela cruzou respostas a outras perguntas do questionário para entender quais fatores estão associados a professores que gastam tempo para manter a ordem no Brasil e em duas realidades consideradas próximas: Chile e México.

      Outro dado importante, na análise do resultado da pesquisa de Gabriela, é a formação específica. Quando o conteúdo ensinado faz parte da área de conhecimento do professor, ele perde menos tempo com indisciplina. Os educadores que afirmam terem aprendido a ensinar determinado conteúdo, perdem menos tempo ainda.

       “A literatura especializada sobre engajamento mostra que a primeira coisa para manter o envolvimento é o domínio do conteúdo e saber ensinar. Então, esses achados fizeram muito sentido para mim”, diz. Para ela, a questão da colaboração profissional também cai na formação tanto de conteúdo como de gestão da sala de aula em termos de organização do tempo, divisão das atividades, espaço e estabelecimento de regras.

       “Diante da realidade que temos, muito se aprende com outros colegas, tanto a prevenir maus comportamentos como a agir diante de casos de indisciplina.”

Adaptado de: <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/o-que

-esta-por-tras-da-indisciplina-escolar/>. Acesso em: 27 jul. 2018.

De acordo com o contexto, assinale a alternativa que substitui adequadamente o termo grifado na seguinte frase: “O dado isolado não traz novidade para quem está em sala de aula, mas um estudo feito com cruzamento de outras respostas ao mesmo questionário ajuda a explicar por que ostentamos tal recorde.”
Alternativas
Respostas
1441: C
1442: B
1443: E
1444: D
1445: B
1446: D
1447: A
1448: E
1449: C
1450: B
1451: E
1452: D
1453: B
1454: A
1455: C
1456: E
1457: B
1458: E
1459: B
1460: D