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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Analista de Sistemas |
Q1097336 Português

                                                     Texto II

                    A INCRÍVEL JORNADA EM BUSCA DO CONHECIMENTO

                                                                                                        Abril Branded Content


      Conhecimento que transforma: acompanhe, na linha do tempo a seguir, descobertas que ajudaram a desenvolver a sociedade. Controlar a realidade. É o que defendiam os filósofos Francis Bacon e René Descartes, que viam o conhecimento como uma forma de emancipação humana. Conhecer nos permite entender o mundo e, a partir dessa sabedoria, criar técnicas para dominar a natureza — ou pelo menos é o que a gente pensa que faz.

      Observar e compreender a origem do fogo, por exemplo, permitiu que os ancestrais humanos desenvolvessem métodos para acender as primeiras fogueiras, uma descoberta fundamental para a humanidade. Se esse conhecimento não tivesse sido passado de geração para geração, o mundo moderno não teria sido criado.

      A ideia de conhecimento caracteriza a passagem do mundo arcaico para o moderno: usando a razão, o homem pôde entender por que as coisas são como são e, a partir disso, buscar soluções para os grandes problemas do mundo, desde a cura de doenças até a descoberta da eletricidade.

Publicado em: 24/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a- -incrivel-jornada-em-busca-do-conhecimento/ Acesso em: 01/02/2018

Sobre o Texto II, é correto afirmar que
Alternativas
Q1097335 Português

                                                        Texto I

             “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE

                            O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS

                                                                                                              Julinho Bittencourt


      O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.

      Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.

      Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias.

      Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer um ingênuo iniciante.

      Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças.

      Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores. Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante.

      Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.

      Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música.

      No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar. 

Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018 

Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas por razões diferentes.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Analista de Sistemas |
Q1097333 Português

                                                        Texto I

             “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE

                            O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS

                                                                                                              Julinho Bittencourt


      O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.

      Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.

      Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias.

      Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer um ingênuo iniciante.

      Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças.

      Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores. Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante.

      Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.

      Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música.

      No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar. 

Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018 

No trecho: “Minha mãe, que havia ficado doente, não pode passear naquela semana”, a oração destacada classifica-se como
Alternativas
Q1097289 Técnicas em Laboratório
Um dos equipamentos mais importantes para a rotina de um laboratório de análises clínicas é o microscópio óptico. Esse equipamento apresenta duas partes, uma óptica e outra mecânica, que se inter-relacionam, proporcionando o aumento das estruturas celulares em muitas vezes. Para a observação correta das estruturas celulares captadas pelas lentes objetivas atrás das lentes oculares, faz-se necessário o ajuste das imagens (busca do melhor foco). Qual par de estruturas a seguir é responsável pelo ajuste do foco das imagens no microscópio óptico?
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Q1097288 Biomedicina - Análises Clínicas
Homem de 35 anos, paciente diabético e hipertenso, frequenta o ambulatório de endocrinologia e cardiologia de sua cidade com o intuito de realizar exames de rotina e controle de suas doenças. No entanto, ele não é um paciente que tem dieta regrada como deveria, mas é esperto e tenta rotineiramente burlar seus exames com a realização de regime alguns dias antes da coleta. Seu endocrinologista, porém, tem notado sua perspicácia e, na última consulta, solicitou um exame de Hemoglobina Glicada (Hb1Ac) com o intuito de saber se o paciente tem abusado da alimentação durante o período entre consultas. Por que o endocrinologista solicitou o exame de Hb1Ac?
Alternativas
Q1097287 Biomedicina - Análises Clínicas
A pesquisa de anticorpos na superfície é de suma importância para que se possa, de maneira muito eficiente, prevenir doenças do recém-nascido. Um dos métodos de pesquisa de anticorpos incompletos da classe IgG, na superfície das hemácias, é o médodo de
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Q1097286 Biomedicina - Análises Clínicas
Homem de 56 anos, que é portador de dislipidemia severa, realiza acompanhamento regular a cada 2 meses no ambulatório de hospital de ensino. Juntamente com uma dieta regrada, ele tem buscado melhorar sua saúde, e consequentemente seus exames, com a realização de exercícios físicos diariamente. Dentre os exames solicitados em todo retorno e visita ao médico, está o lipidograma, composto por colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL, colesterol VLDL e triglicerídeos. A realização desses exames pode ser executada de maneira automatizada e manual, sendo que parte das dosagens são executadas e as demais calculadas. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresenta os exames que compõem o lipidograma e são calculados e o nome da equação utilizada para o cálculo.
Alternativas
Q1097285 Biomedicina - Análises Clínicas
Durante a realização de um exame parcial de urina, o biomédico percebeu que a amostra apresentava grande quantidade de muco, inviabilizando a análise correta da amostra. Em que momento da execução do exame parcial de urina o profissional percebeu essa alteração?
Alternativas
Q1097284 Biomedicina - Análises Clínicas
Idosa de 78 anos foi admitida em sala de emergência com alterações clínicas como distensão abdominal, dor em região lateral direita do abdômen à palpação, icterícia, cólicas abdominais, cansaço e dificuldade para alimentar-se. Após o exame clínico, o médico apresenta suspeita de um quadro de insuficiência hepática severa e solicita, ao laboratório, exames específicos para quadros de insuficiência hepática, querendo buscar confirmação laboratorial do caso. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta os exames mais indicados para o caso apresentado.
Alternativas
Q1097282 Biomedicina - Análises Clínicas

Sobre as enzimas, vitaminas, pigmentos, hormônios e proteínas, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. Cobalamina: necessária para eritropoiese e para o metabolismo de ácidos graxos e ácidos nucleicos, bem como para o bom desenvolvimento do sistema nervoso.

II. Colecalciferol é responsável pela homeostase do cálcio.

III. Hemossiderina, pigmento ferroso, amarelo-escuro, encontrado em fagócitos e excretado pela urina, especialmente na hemocromatose e na hemossiderose.

IV. Ceruloplasmina é a principal proteína carregadora do alumínio plasmático.

V. Ferritina é responsável por degradar o ferro intracelular, protegendo a célula dos efeitos tóxicos do metal livre e destruindo uma reserva de ferro não necessária rapidamente.

VI. Estradiol é um hormônio sexual responsável pela manutenção dos tecidos reprodutivos femininos

Alternativas
Q1097281 Biomedicina - Análises Clínicas
Sobre a coleta de sangue, assinale a alternativa que apresenta a sequência de anticoagulantes específicos que atuam com os seguintes mecanismos de ação: inibidor da glicólise e ativação da antitrombina III, respectivamente.
Alternativas
Q1097280 Biomedicina - Análises Clínicas
A detecção de glicose em amostras de urina é de grande importância clínica e pode ser realizada através da utilização da fita reagente. Qual é o mecanismo apresentado pela fita que detecta esse metabólito?
Alternativas
Q1097279 Biomedicina - Análises Clínicas
A gasometria é o exame que visa analisar os gases sanguíneos sendo de suma importância para o paciente, principalmente em casos de urgência/ emergência. Quando o médico precisa analisar a hematose do paciente, é necessária a coleta de uma amostra específica. Qual amostra deve ser coletada?
Alternativas
Q1097278 Biomedicina - Análises Clínicas
O exame parcial de urina deve ser realizado de maneira preferencialmente imediata para que se possa ter o resultado mais fidedigno possível. Sobre a coleta desse exame, é necessário orientar os pacientes ambulatoriais, com condições de coleta por micção espontânea, que a coleta ocorra de qual forma?
Alternativas
Q1097277 Biomedicina - Análises Clínicas
Quando realizamos um hemograma completo, executamos um exame composto por três partes: eritrograma (série vermelha), leucograma (série branca) e plaquetograma (dosagem de plaquetas). Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta a unidade de medida do parâmetro CHCM, que faz parte do eritrograma.
Alternativas
Q1097276 Biomedicina - Análises Clínicas
Uma amostra de urina, quando coletada e deixada para ser realizada após duas horas da coleta, pode apresentar alterações significativas. Dentre as seguintes opções, qual alteração seria mais provável?
Alternativas
Q1097275 Biomedicina - Análises Clínicas
A dosagem de bilirrubinas é de grande importância para o auxílio diagnóstico de doenças hepáticas. Assim como nas demais dosagens bioquímicas, é possível realizar essa aferição através de métodos automatizados ou métodos manuais. Um dos métodos manuais utilizados para a dosagem de bilirrubinas é o método de Malloy-Evelyn, que utiliza o ácido sulfanílico na produção do seu principal reativo, que é o reativo de
Alternativas
Q1097274 Biomedicina - Análises Clínicas
Mulher de 42 anos foi atendida em ambulatório de obesidade devido ao aumento de peso nos últimos meses. Nesse ambulatório, após avaliação clínica do médico endocrinologista, suspeitou-se que a paciente era portadora de diabetes mellitus, sendo resistente à insulina, portanto diabética tipo II. Diante dessa suspeita, o médico solicitou à paciente a realização do exame de sangue HOMA (homeostasis model assessment), para auxiliar na exclusão de possíveis doenças associadas. Assinale a alternativa que apresenta as dosagens necessárias para o estabelecimento do índice HOMA-IR.
Alternativas
Q1097273 Biomedicina - Análises Clínicas
O metabolismo da glicose é de suma importância para entendimento de diversas doenças que podem ser atendidas em hospitais e ambulatórios, sendo essa molécula de importância vital como fonte de energia para as células. Uma das vias do metabolismo da glicose apresenta reações enzimáticas sequenciais específicas não dependentes de oxigênio que, ao final, apresentam como produto o lactato e um saldo de 2 moléculas de ATP. Assinale a alternativa que apresenta o nome da via glicolítica anaeróbia, que é fonte de energia das hemácias.
Alternativas
Q1097272 Biomedicina - Análises Clínicas
Segundo a RDC/ANVISA 306/2004, os resíduos do Grupo C são resíduos
Alternativas
Respostas
2021: A
2022: D
2023: D
2024: D
2025: C
2026: C
2027: E
2028: E
2029: D
2030: C
2031: D
2032: B
2033: C
2034: B
2035: A
2036: D
2037: E
2038: A
2039: B
2040: A