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Q3116629 Biologia
Os organismos que fazem fotossíntese, são o primeiro elo na transferência de alimento para os demais componentes da cadeia, com o alimento também está sendo transferida energia química. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3116628 Biologia
Apesar de não existir um consenso absoluto mas no que relaciona à maioria deles, os pesquisadores admitem que o território brasileiro tenha sete biomas principais: Floresta Amazônica, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Complexo do Pantanal, Campos Sulinos e Zona Costeira, além disso, existem as zonas de transição entre os biomas. Sobre essas áreas, identifique quais delas são consideradas como áreas de transição, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3116627 Biologia
As armas e outras ferramentas de caça, como redes quilométricas de arrasto, transformaram os humanos em caçadores tão eficientes que muitas espécies foram literalmente caçadas até a extinção.

Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.

A esse processo denomina-se:
Alternativas
Q3116626 Biologia
Os moluscos são animais triblásticos, celomados e de simetrial bilateral. Seu nome é proveniente do fato dos animais desse filo terem o corpo mole. Dentre os exemplos abaixo, caracterize-os conforme as classes.

Coluna I
1.Bivalves. 2.Gastropodes. 3.Cefalopodes.

Coluna II
a. Caracóis e lesmas. b. Ostras. c. Polvos e lulas.

Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3116600 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

Qual foi o objetivo do estudo Positive Trial, mencionado no texto?
Alternativas
Q3116597 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

Segundo o texto, qual foi a principal conclusão dos estudos apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) sobre a amamentação após o câncer de mama?
Alternativas
Q3116596 Português

Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?


(Texto adaptado com fins didáticos)



Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.


O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.


Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.


Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.


O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.


Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.


Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/ 

De acordo com o texto, qual foi a principal conclusão sobre a amamentação em mulheres que sobreviveram ao câncer de mama? 
Alternativas
Q3116592 Educação Artística
Entre os estilos musicais tradicionais dos Estados Unidos, existe um gênero específico originário da Louisiana, criado pela comunidade francófona local. Esse estilo é conhecido pelo uso do acordeão e do violino, e é caracterizado por canções animadas e dançantes que mesclam influências europeias e afro-americanas. Estamos falando do gênero denominado: 
Alternativas
Q3116591 Áudio e Vídeo
A tecnologia de processamento sonoro trouxe novos recursos para a música contemporânea. Qual dos efeitos abaixo é mais comumente utilizado para criar uma sensação de espaço amplo e reverberante em uma gravação?
Alternativas
Q3116590 Música
O quarteto de cordas é uma formação clássica e amplamente explorada na música erudita. Qual das descrições abaixo melhor caracteriza a estruturação típica de um quarteto de cordas e seu impacto musical?
Alternativas
Q3116589 Música
Em uma aula sobre grafias musicais, o(a) professor(a) busca explicar a função das escalas e sua aplicação prática. Qual explicação melhor representa o conceito de escala musical em um contexto de educação musical?
Alternativas
Q3116588 Música
Diversas pesquisas em psicologia musical apontam que o ritmo pode influenciar fortemente a percepção emocional de uma peça musical. Qual das alternativas melhor explica como o ritmo afeta a resposta emocional dos ouvintes?
Alternativas
Q3116587 Música
Em uma análise rítmica, a escolha do compasso influencia diretamente a interpretação de uma peça musical. Qual seria o impacto mais provável de uma mudança de compasso de 4/4 para 3/4 em uma obra originalmente composta para o primeiro?
Alternativas
Q3116586 Educação Artística
Os modos gregos são escalas antigas que influenciam até hoje a composição musical em diversos estilos. Qual dos modos gregos a seguir é mais associado a uma sonoridade melancólica e frequentemente explorado em música moderna para criar uma atmosfera sombria?
Alternativas
Q3116585 Música
Em um coro misto, cada tipo de voz ocupa uma posição específica em relação ao alcance vocal e ao timbre. Entre as opções abaixo, qual delas representa a classificação vocal feminina mais grave, geralmente caracterizada por uma tessitura baixa e um timbre encorpado?
Alternativas
Q3116584 Música
A música descritiva utiliza técnicas para evocar imagens ou sentimentos específicos. Qual dos recursos a seguir é mais característico de uma composição descritiva que busca retratar uma cena bucólica e pastoral?
Alternativas
Q3116583 Educação Artística
Um(a) professor(a) de música quer estimular a criatividade dos alunos, incentivando-os a desenvolverem uma sensibilidade experimental ao som. Qual das alternativas abaixo melhor promove uma prática inovadora e significativa de criação sonora?
Alternativas
Q3116582 Educação Artística
No contexto das culturas indígenas brasileiras, as músicas e danças têm um papel essencial em suas tradições. Como essa relação entre música e sociedade é melhor compreendida no âmbito da educação musical?
Alternativas
Q3116581 Educação Artística
Atividades de improvisação musical são fundamentais para o desenvolvimento infantil. Sobre esse assunto, qual seria a prática pedagógica mais adequada para apoiar essa atividade?
Alternativas
Q3116580 Educação Artística
Ao comparar a música do período Barroco com a do período Clássico, algumas características tornam-se evidentes. Qual das alternativas a seguir apresenta uma diferença estrutural significativa entre esses dois estilos?
Alternativas
Respostas
461: D
462: D
463: D
464: A
465: C
466: B
467: A
468: C
469: C
470: C
471: D
472: B
473: D
474: D
475: D
476: C
477: A
478: C
479: B
480: D