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1-Infecção aguda
2-Fase assintomática
3-Fase sintomática inicial
( ) O diagnóstico desta fase é pouco realizado, devido ao baixo índice de suspeição, caracterizando-se por viremia elevada, resposta imune intensa e rápida queda na contagem de linfócitos CD4+ de caráter transitório.
( ) Nesta fase, o portador da infecção pelo HIV pode apresentar sinais e sintomas inespecíficos de intensidade variável, além de processos oportunistas de menor gravidade, conhecidos como ARC - complexo relacionado à Aids.
( ) Pode durar de alguns meses a alguns anos, e os sintomas clínicos são mínimos ou inexistentes. Os exames sorológicos para o HIV são reagentes e a contagem de linfócitos T CD4+ pode estar estável ou em declínio. Alguns pacientes podem apresentar uma linfoadenopatia generalizada persistente, “flutuante” e indolor.
( ) São indicativos de ARC: Candidíase oral; testes de hipersensibilidade tardia negativos; e a presença de mais de um dos seguintes sinais e sintomas, com duração superior a 1 mês, sem causa identificada: linfadenopatia generalizada, diarreia, febre, astenia sudorese noturna e perda de peso superior a 10%.
( ) As manifestações clínicas variam desde quadro gripal até uma síndrome que se assemelha à mononucleose (Mononucleose-like).
I. Assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho;
II. O controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo;
III. Participação, no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), da normatização, fiscalização e controle das condições de produção, extração, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio de substâncias, de produtos, de máquinas e de equipamentos que apresentam riscos à saúde do trabalhador.
1-Comunicação interatrial
2-Comunicação Interventricular
3-Persistência do canal arterial
4-Coarctação da aorta
( ) O canal arterial permanece aberto após 72 horas de vida, tendo uma forte relação com a prematuridade, sendo sua incidência de 8 em 1000 nascidos vivos. Uma vez que a pressão aórtica excede a pressão arterial pulmonar em todo ciclo cardíaco, um fluxo de sangue da aorta para artéria pulmonar pode acontecer.
( ) Caracterizada pela passagem do sangue do ventrículo esquerdo para o direito através de uma abertura no septo intraventricular, essa passagem faz com que o sangue retorne aos pulmões devido à sobrecarga ventricular direita.
( ) Representa o estreitamento moderado da aorta descendente até a interrupção completa do arco aórtico. Algumas teorias sugerem que há uma migração desordenada de células musculares lisas do canal arterial para a parede da artéria aorta.
( ) Se caracteriza pela comunicação do átrio esquerdo com o direito, levando a mistura de sangue oxigenado, devido ao shunt. A maior parte dos lactentes são assintomáticos, uma vez que os sintomas variam com proporção do shunt.
Considerando o exame clínico dessa condição, assinale a alternativa incorreta.
1-Vasopressores
2-Adrenalina/Epinefrina
3-Amiodarona
4-Lidocaína
5-Betabloqueadores
( ) Devido aos seus efeitos alfa-adrenérgicos, possibilita o aumento das pressões de perfusão coronariana.
( ) Atuam pela inibição do influxo simpático para as regiões de regulação do ritmo cardíaco, sobretudo para os tecidos onde predominam os canais lentos (p. ex. nó sinoatrial e atrioventricular).
( ) Seu efeito eletrofisiológico celular dominante consiste no bloqueio dos canais de potássio das células miocárdica.
( ) Fármacos bastantes utilizados durante a compressão torácica e possuem finalidade de aumentar a pressão de perfusão coronariana.
( ) É um anestésico local que também se mostra eficaz na terapia intravenosa aguda das arritmias ventriculares, por se tratar de um antiarrítmico da classe IB.
I. O uso de ressuscitação cardiopulmonar extracorpórea (ECPR) para pacientes com parada cardiorrespiratória (PCR) refratária ao SAVC padrão é aceitável em pacientes selecionados, quando administrada em um sistema de assistência médica adequadamente equipado e treinado.
II. A angiografia coronária de emergência é aceitável para pacientes adultos selecionados (isto é, eletricamente ou hemodinamicamente instáveis) que estejam comatosos após uma PCR extra-hospitalar com suspeita de origem cardíaca, mas sem supradesnivelamento do segmento ST na eletrocardiografia.
III. Recomenda-se selecionar e manter uma temperatura constante entre 32°C e 37,5°C durante o controle de temperatura pós-PCR.