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Caso clínico:
Marcos, 38 anos, foi recentemente promovido a gerente em sua empresa e relata altos níveis de estresse devido ao aumento de responsabilidades. Ele demonstra preocupação constante com possíveis falhas, dificuldades em delegar tarefas e tendência a ruminar sobre problemas passados. Durante a avaliação psicológica, observa-se que ele utiliza predominantemente estratégias de coping centradas na emoção, evitando abordar diretamente os problemas no trabalho.
Considerando os estilos de enfrentamento (coping) e sua aplicação em Psicologia da Saúde, é correto afirmar que:
Caso clínico:
Luciana, 42 anos, foi diagnosticada com transtorno depressivo maior recorrente. Nos últimos meses, apresenta humor deprimido quase diariamente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, alterações de sono e apetite, além de isolamento social. Ela também relata conflito familiar relacionado à sobrecarga de cuidados com os filhos e sentimento de culpa. O médico encaminhou Luciana para acompanhamento psicológico com foco em manejo do transtorno e melhora da funcionalidade familiar.
Considerando os princípios da Psicologia da Saúde, é correto afirmar que a intervenção do psicólogo deve:
Caso clínico:
João, 28 anos, procura atendimento psicológico relatando que consome bebidas alcoólicas diariamente. Nos últimos meses, tem apresentado insônia, irritabilidade, dificuldades no trabalho e conflitos familiares. Ele já tentou reduzir o consumo sozinho, mas não conseguiu, e nega interesse em procurar tratamento médico.
Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa correta sobre o uso abusivo de substâncias psicoativas:
Durante o recreio, uma criança escorregou e bateu de cabeça contra o chão. O impacto resultou em um edema avermelhado na região frontal, mas a criança permaneceu consciente, sem sinais imediatos de desorientação, tontura ou vômito. Nesse sentido, considerando os protocolos de primeiros socorros básicos no ambiente escolar, a conduta correta, é:
Queridos professores e professoras! Todo início de ano letivo possui um misto de expectativa, receio e insegurança tanto por parte das famílias e crianças, quanto para nós, profissionais da Educação Infantil. [...] [...] Iniciar essa organização da convivência tem os seus desafios, mas também um universo de possibilidades. É uma delícia conhecer novas histórias e construir novas relações. Nesse início, é importante que a construção e adaptação à rotina seja bem planejada. Em minha experiência, garantir o envolvimento de todos nesse processo e contar com suportes concretos, como calendários e outros elementos visuais, faz toda a diferença. Uma programação inicial bem estruturada pode ser um ponto de partida para estabelecer relações de segurança ao longo do processo. Para apoiar nesse momento, gostaria de compartilhar seis pontos importantes a serem considerados:
1. Flexibilize os horários para a adaptação das crianças 2. Mantenha um calendário e quadro de rotina 3. Mantenha a frequência, repetição e estabilidade das primeiras atividades 4. Gere boas expectativas a curto prazo 5. Utilize estratégias para aumentar o engajamento 6. Tenha um canal de comunicação com as famílias a respeito da rotina
Esse texto foi escrito por Paula Sestari e publicado no site da Nova Escola em 13/02/2025, professora de Educação Infantil da rede municipal de ensino de Joinville (SC).
Os 6 (seis) itens enumerados por ela faz parte: