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Q3540692 Matemática
A produção de uma fábrica caiu 8% em 2024 na comparação com a produção de 2023. Para que a produção de 2025 seja 15% maior do que a produção de 2023, é necessário que, em relação à produção de 2024, ela suba 
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Q3540691 Raciocínio Lógico

Em um jogo, dois cronômetros, P e Q, são iniciados ao mesmo tempo. A partir desse início, o placar é zerado, e a pontuação no jogo segue os seguintes critérios:



• a cada 12 minutos do cronômetro P, a pontuação aumenta em 15 pontos;


• a cada 15 minutos do cronômetro Q, a pontuação diminui em 12 pontos;


• uma exceção aos dois critérios anteriores ocorre quando, ao mesmo tempo, for uma ocasião em que se deve aumentar e diminuir pontos e, nesses casos, a pontuação aumenta em 5 pontos.



Em um certo momento, o placar foi alterado para 134 pontos. Desde o início do jogo até esse momento haviam se passado

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Q3540690 Matemática

Dois funcionários começaram a arrumar os arquivos de uma mesma prateleira em momentos diferentes. Cada um iniciou em um dos extremos da prateleira e não perceberam a atuação do outro, achando que estavam fazendo todo o serviço sozinho. No primeiro dia de trabalho, Rodrigo realizou a nona parte de todo o serviço, enquanto Tadeu realizou a oitava parte de todo o serviço. No segundo dia, Rodrigo realizou a metade do que achava ser o que faltava para terminar, e Tadeu realizou duas sétimas partes do que achava que faltava para terminar.


Após esse segundo dia, a fração do serviço que falta para ser terminada é 

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Q3540689 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir:



A equipe médica deve prestar socorro imediato ________________ paciente ________________ corrente sanguínea se detectou um vírus de alta transmissão, ________________ pode configurar uma ameaça ________________ saúde pública. 

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Q3540688 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3540687 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado a palavra ou expressão destacada em: 
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Q3540686 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Com base na leitura, é possível inferir que, no Brasil da época em que a crônica foi publicada,
Alternativas
Q3540685 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão




O fenômeno do narcogarimpo



    A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.


    Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.


    O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.


    A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.


    Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.


(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)

Foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância o trecho:
Alternativas
Q3540684 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão




O fenômeno do narcogarimpo



    A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.


    Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.


    O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.


    A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.


    Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.


(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)

Assinale a alternativa em que a inclusão de vírgulas no trecho foi feita em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3540683 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão




O fenômeno do narcogarimpo



    A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.


    Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.


    O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.


    A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.


    Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.


(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)

Com base no texto, é correto afirmar que o narcogarimpo
Alternativas
Q3540682 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão




O fenômeno do narcogarimpo



    A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.


    Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.


    O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.


    A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.


    Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.


(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)

Segundo o texto, a associação entre o garimpo e o narcotráfico, na região da Amazônia Legal,
Alternativas
Q3540681 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


Q01.png (298×364)

(Fernando Gonsales. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJ_c9RROP8Z/?img_index=1. Acesso em 26.05.2025)

Em “Até as árvores ficam ansiosas com tanta propaganda” (2o quadro), a palavra destacada expressa circunstância de
Alternativas
Q3540680 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


Q01.png (298×364)

(Fernando Gonsales. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJ_c9RROP8Z/?img_index=1. Acesso em 26.05.2025)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a crítica central da tira.
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Q3539638 Sociologia
O informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, elaborado pelo IBGE, apresenta a seguinte informação: “Para as eleições a prefeito, em 2020, tanto candidatos quanto eleitos de cor ou raça branca estiveram mais concentrados nas faixas mais altas de receita. [...] Na faixa acima de R$ 1 milhão, eram 82,1% brancos, 1,8% pretos, 16,1% pardos e nenhum eleito de cor ou raça amarela ou indígena”.
O cenário eleitoral indicado no excerto demonstra que 
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Q3539637 Sociologia
Um dos temas discutidos por Ricardo Antunes, em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, é a restruturação produtiva, sobre a qual ele afirma: “Nesse contexto que o processo de recuperação capitalista, iniciado no pós-45 no Japão, emergiu como um receituário com força crescente no mundo ocidental a partir de meados dos anos 70, como uma tentativa de recuperação capitalista da crise estrutural que então se desenhava nos principais países capitalistas centrais”.
A reestruturação produtiva, segundo Ricardo Antunes, consolidou-se como uma 
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Q3539636 Pedagogia
Em seu texto Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino de Sociologia?, Bernard Lahire defende que: “O ensino da Sociologia, que eu desejaria pessoalmente que fosse introduzido o mais cedo possível, desde a Escola primária, desempenha, a meu ver, um papel crucial para a vida coletiva e para a formação de cidadãos nas sociedades democráticas”.
Segundo Bernard Lahire, o ensino da Sociologia nas sociedades democráticas 
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Q3539635 Sociologia
Ao analisar formas de dominação, Max Weber, em seu livro Ensaio de Sociologia, afirma que: “O domínio organizado, que demanda a administração contínua, exige que a conduta humana seja condicionada à obediência para com os senhores que pretendem ser os portadores do poder legítimo. Por outro lado, em virtude da obediência, o domínio organizado exige o controle dos bens materiais que em determinado caso são necessários para o uso da violência física”.
Como Max Weber aponta no excerto, a manutenção do domínio organizado depende da 
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Q3539634 Sociologia
Montesquieu, em sua obra O Espírito das Leis, explica o sentido de espírito das leis na seguinte passagem: “Todos os seres têm suas leis; a Divindade possui suas leis, o mundo material possui suas leis, as inteligências superiores ao homem possuem suas leis, os animais possuem suas leis, o homem possui suas leis. [...] Existe, portanto, uma razão primitiva; e as leis são as relações que se encontram entre ela e os diferentes seres, e as relações destes diferentes seres entre si”.
De acordo com Montesquieu, a concepção de leis, em seu sentido mais amplo, refere-se 
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Q3539633 Sociologia
Em seu texto Desafios ativistas à democracia deliberativa, Iris Marion Young apresenta a seguinte critica: “Em uma sociedade com desigualdades estruturais antigas e numerosas, alguns discursos são ‘hegemônicos’: a maioria das pessoas na sociedade pensa sobre suas relações sociais em termos da desigualdade, seja qual for sua posição nas desigualdades estruturais. Quando esses sistemas discursivos embasam um processo deliberativo, as pessoas podem chegar a um acordo que é, no entanto, pelo menos em parte, condicionado por relações de poder injustas e que não deve ser considerado um consenso realmente livre” (Adaptado).
Segundo a crítica formulada por Iris Marion Young, no contexto de desigualdades estruturais, o consenso alcançado em processos deliberativos 
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Q3539632 Sociologia
Em seu livro Para que serve a sociologia?, ao ser questionado se a sociologia seria uma prática ética, Zygmunt Bauman responde: “A moral é uma questão de responsabilidade em relação ao Outro; e o mais poderoso argumento em favor de assumir essa responsabilidade é a dependência mútua dos seres humanos, a condição que a sociologia investiga, exibe e busca infatigavelmente fazer compreender”.
A partir da análise de Bauman, a sociologia contribui para a ética social ao 
Alternativas
Respostas
16661: E
16662: C
16663: D
16664: D
16665: A
16666: E
16667: D
16668: E
16669: C
16670: A
16671: B
16672: C
16673: D
16674: D
16675: E
16676: A
16677: A
16678: B
16679: E
16680: D