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A fibrose decorrente de radioterapia em tumores de orofaringe pode gerar disfagia crônica.
Entre as seguintes estruturas, qual é mais frequentemente associada à redução da abertura do esfíncter esofágico superior?
Em avaliação da deglutição com fibroendoscópio, observou-se presença significativa de resíduo em valéculas e seios piriformes, persistente mesmo após deglutições múltiplas para clareamento. O paciente apresentou ainda abertura limitada do esfíncter esofágico superior, atraso no clareamento faríngeo e discreta redução da elevação da base de língua.
Esses achados sugerem, como mecanismo fisiopatológico predominante,
Um paciente do sexo masculino, de 53 anos, ex-tabagista, relata dificuldade progressiva para engolir alimentos sólidos, que evoluiu nas últimas semanas para dificuldade também com líquidos. Queixa-se de sensação de alimento parado no nível retroesternal e perda de 5 kg no último mês. Nega dor orofaríngea, mas relata episódios ocasionais de regurgitação.
Com base nos achados clínicos, qual é a localização mais provável da alteração responsável pela disfagia?
Um paciente com carcinoma de orofaringe foi submetido a radioterapia exclusiva, finalizada há quinze meses. Durante o tratamento, não apresentou sinais clínicos de disfagia. Atualmente apresenta perda de peso e tosse ocasional, mas sem queixa de deglutição. Durante a avaliação clínica, não há sinais evidentes de engasgo ou pigarro, porém a ausculta cervical sugere resíduos após a deglutição.
Com base nesse contexto, é correto afirmar que a disfagia é
Um paciente submetido à glossectomia parcial e radioterapia apresenta dificuldade em propulsão do bolo, escape oral anterior e fadiga durante refeições.
Qual estratégia terapêutica é mais indicada no início da reabilitação?
No envelhecimento saudável, modificações estruturais e funcionais podem alterar o controle neuromuscular da deglutição.
Assinale a alternativa que descreve corretamente uma mudança documentada nesse processo.
Paciente do sexo feminino, de 47 anos, foi submetida a ressecção de meningioma parietal direito. Após a cirurgia, apresentou queixa de engasgo e tosse frequente ao engolir líquidos, “sensação de alimento preso” na garganta, náuseas e perda de peso.
Com base nos sinais apresentados, qual mecanismo fisiopatológico mais provavelmente está associado à disfagia dessa paciente?
Um paciente do sexo masculino, de 62 anos, fumante de longa data, foi diagnosticado com carcinoma de células escamosas em terço médio da laringe e submetido a radioterapia conservadora, mantendo a laringe funcional. Seis meses após o término do tratamento, apresenta queixa de voz rouca e esforço ao falar.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um achado vocal provável nesse paciente e uma estratégia de reabilitação fonoaudiológica adequada.
Paciente do sexo masculino, de 59 anos, ex-tabagista, submetido a hemilaringectomia ampliada há seis meses, apresenta queixa de voz áspera e aguda, pouco aceita socialmente. Durante avaliação, percebe-se sonorização em tecido cicatricial rígido e uso compensatório de estruturas supraglóticas.
Qual deve ser o foco principal da intervenção fonoaudiológica inicial?
Uma paciente do sexo feminino, de 82 anos, apresenta tosse persistente durante as refeições, pneumonia recente e queixa de fadiga ao mastigar e engolir. A história clínica inclui doença de Parkinson diagnosticada há oito anos, com progressão lenta, mas a paciente recentemente notou maior dificuldade para coordenar os movimentos orofaciais durante a alimentação.
Considerando o quadro hipotético, assinale a alternativa que apresenta corretamente a hipótese mais provável sobre o mecanismo fisiopatológico predominante dessa disfagia.
Paciente submetido à laringectomia quase total inicia reabilitação fonoaudiológica no 12o dia pós-operatório. Relata episódios de tosse e escape de líquidos finos pelo shunt durante deglutição, mas consegue emitir voz rouca com pitch grave.
Qual é a conduta mais adequada nesse momento?