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Q3818294 Matemática
Três irmãos, com idades de 25, 30 e 32 anos, são filhos de um empresário que faleceu e lhes legou certo valor de herança. Cumprindo vontade expressa do falecido, esse valor foi dividido em 3 partes, diretamente proporcionais às idades desses irmãos, e repassadas a cada um deles. Feita essa divisão, o irmão de idade intermediária recebeu R$ 3.000,00 a menos do que o irmão mais velho.
Qual o valor total dessa herança? 
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Q3818293 Matemática
Armando e Kátia são sócios em uma empresa e, juntos, compraram alguns itens para a empresa. O valor total da compra desses itens foi R$ 3.051,00, e eles combinaram que, desse valor, Kátia pagaria R$ 1.075,00, e Armando pagaria o restante. Na hora de escolherem a forma de pagamento, ambos optaram pelo parcelamento sem juros, sendo a parte de Armando em 8 parcelas, e a parte de Kátia em 5 parcelas. A diferença entre o valor de cada parcela a ser paga por Armando e por Kátia é igual a
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Q3818292 Português
As cebolas são semelhantes __________rosáceas, elementos arquitetônicos comparáveis _________janelas, de forma circular, por onde entra _______ luz em algumas igrejas.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
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Q3818291 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula(s) ao trecho original respeita a norma-padrão de emprego deste sinal de pontuação.
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Q3818290 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Considere as frases:
•  “E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões…” (1 º parágrafo)
•  “Ela se calou, esperando o meu diagnóstico.” (2º parágrafo)
Assinale a alternativa que reescreve respectivamente os trechos destacados, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes.
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Q3818289 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Em “Aqueles anéis perfeitamente ajustados…” (1º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de
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Q3818288 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Considere o trecho:
•  “Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.” (4º parágrafo)
É correto afirmar que as frases poderiam ser unidas, respectivamente e em conformidade com as relações de sentido do texto original, pelas conjunções:
Alternativas
Q3818287 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Ao afirmar que a personagem havia ganhado “olhos de poeta” (2º parágrafo), o narrador manifesta sua
Alternativas
Q3818286 Português
A complicada arte de ver

        Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto”.

        Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as Odes Elementares, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

        Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. Mas existe algo na visão que não pertence à física. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

        Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Por isso eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana.

(Rubem Alves. https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4787266. Adaptado)
Em “Percebi que nunca havia visto uma cebola” (1o parágrafo), a personagem se refere
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Q3818285 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão:


(Bill Watterson. Calvin & Haroldo. https://www.instagram.com/p/DMnqdWpsgMn/)

Considere a frase original:
“É quase um insulto a velocidade com que ela assinou.” (4º quadro)
Assinale a alternativa cuja reescrita está de acordo com a norma-padrão de regência.
Alternativas
Q3818284 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão:


(Bill Watterson. Calvin & Haroldo. https://www.instagram.com/p/DMnqdWpsgMn/)

Em “É quase um insulto a velocidade com que ela assinou” (4o quadro), o advérbio “quase”
Alternativas
Q3818283 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão:


(Bill Watterson. Calvin & Haroldo. https://www.instagram.com/p/DMnqdWpsgMn/)

Na tira, o humor resulta principalmente
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Q3816298 Enfermagem
Atendendo ao Programa Nacional de Segurança do Paciente, uma instituição hospitalar especializada instituiu o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) constituído por uma equipe multiprofissional capacitada em qualidade e segurança do paciente. Segundo Alves (2018), os profissionais que compõem o NSP devem reconhecer que, entre outras ações, é responsabilidade do Núcleo
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Q3816297 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021 a 2025 (ANVISA, 2021) para responder à questão.

Em consonância com o estabelecido pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021-2025, a instituição implementou o checklist de Verificação das Práticas de Inserção Segura de Cateter Central (VPIS cateter central).


Com base nesse documento, o preparo da pele do paciente deve ser realizado com

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Q3816296 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2021 a 2025 (ANVISA, 2021) para responder à questão.

Analise os casos apresentados a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Considerando-se que, nos três casos apresentados, o período de incubação dos agentes causadores de infecção era desconhecido, de acordo com as definições apresentadas no PNPCIRAS, 2021 a 2025, é correto afirmar que

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Q3816295 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Destaques das Diretrizes de RCP e ACE de 2020 da American Heart Association para responder à questão.
Os algoritmos de reanimação cardiorrespiratória indicam a importância de o socorrista realizar os procedimentos de reanimação cardiorrespiratória (RCP) de alta qualidade. Para pacientes com via aérea avançada, evidencia- -se que a qualidade da RCP está comprometida quando se observa na capnografia quantitativa com forma de onda que a
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Q3816294 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Destaques das Diretrizes de RCP e ACE de 2020 da American Heart Association para responder à questão.
O acompanhante de um paciente adulto, internado há 12 horas para realização de tratamento oncológico cirúrgico, solicitou a presença da enfermagem porque o paciente estava “passando mal”. Ao chegar ao quarto, o enfermeiro constatou que o paciente apresentava parada cardiorrespiratória, então, solicitou ajuda, imediatamente, e iniciou os procedimentos de Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Com a chegada do carro de emergência, foi instalado o monitor/desfibrilador que mostrou traçado compatível com atividade elétrica sem pulso. Nesse momento, entre outras ações, é prioritária a
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Q3816293 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Sepse – Um problema de Saúde Pública. A atuação e colaboração da Enfermagem na rápida identificação e tratamento da doença (Coren-SP, 2020) para responder à questão.
A enfermagem tem um papel relevante no diagnóstico precoce do paciente com sepse e no tratamento do paciente séptico, devido ao fato de permanecer, a maior parte do tempo, à beira do leito. Assim sendo, o enfermeiro deve comunicar ao médico a suspeita de sepse quando o paciente apresenta foco infeccioso suspeito associado a dois sinais da síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS) ou presença de disfunção orgânica. De acordo com a ficha de triagem proposta pelo Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), os sinais da síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS), aos quais o enfermeiro deve estar atento e comunicar ao médico, compreendem, entre outros itens,
Alternativas
Q3816292 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Sepse – Um problema de Saúde Pública. A atuação e colaboração da Enfermagem na rápida identificação e tratamento da doença (Coren-SP, 2020) para responder à questão.

Considere as seguintes intervenções de enfermagem:


–  Monitorar débito urinário, comunicar imediatamente se inferior a 0,5 mL/kg/hora.

–  Avaliar nível de consciência, informar imediatamente a presença de confusão mental, hiporresponsividade, delirium e outras alterações.

–  Monitorar e avaliar a pressão arterial média, comunicar imediatamente se igual ou menor que 65 mmHg.


No âmbito do “Processo de Enfermagem”, para um paciente idoso internado com diagnóstico de pneumonia, a prescrição de enfermagem contendo essas intervenções se aplica, diretamente, ao diagnóstico de enfermagem 

Alternativas
Q3816291 Enfermagem
Considere o apresentado na publicação Sepse – Um problema de Saúde Pública. A atuação e colaboração da Enfermagem na rápida identificação e tratamento da doença (Coren-SP, 2020) para responder à questão.
Por ser reconhecido como o melhor marcador de hipoperfusão disponível à beira leito, a determinação _____ é obrigatória nos casos suspeitos de sepse. A obtenção de valores iguais ou acima de _______ reflete a gravidade do paciente e tem valor prognóstico bem estabelecido, principalmente se os níveis persistirem elevados após início do tratamento. Nesse caso, uma nova mensuração deve ser realizada entre _____ horas para avaliação e acompanhamento.
Alternativas
Respostas
14841: E
14842: C
14843: C
14844: A
14845: B
14846: B
14847: E
14848: A
14849: D
14850: A
14851: E
14852: C
14853: E
14854: C
14855: A
14856: D
14857: B
14858: B
14859: E
14860: A