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Q3808667 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Domingas, Catarina e Juliana foram três mulheres negras que viveram em São Paulo entre os séculos 18 e 19 e que tiveram algo em comum: foram mães que viveram as violências da escravidão. Os fragmentos dessas vivências ficaram registrados em documentos judiciais e cartas de alforria, e é a partir desses documentos que a historiadora Enidelce Bertin vem reconstituindo as histórias de vida delas e de outras mulheres negras do período.

A partir dos documentos de arquivo, a historiadora descobriu que Juliana trabalhou por décadas para Inácia e sua mãe, tendo ajudado a criar a senhora e seus irmãos. Reconhecendo os bons serviços de Juliana, em 1773, Inácia lhe concedeu a alforria. Mas permaneceram no cativeiro as duas filhas de Juliana.

Catarina também obteve o reconhecimento de sua senhora pelos bons serviços prestados. Em 1805, a senhora registrou a carta de alforria que concedia a liberdade a Catarina. Mas seus filhos não tiveram a mesma sorte. Enquanto os mais velhos continuaram a servi-la, o mais novo, ainda um bebê, ficaria com a mãe apenas até desmamar. Para a senhora escravista, o menino era uma promessa de investimento para aumentar seu patrimônio.

Muitas décadas depois, Domingas viveu algo diferente. Ela tinha 24 anos quando abriu uma ação judicial contando que foi “posta para fora de casa” na ocasião dos partos de seus dois filhos, Turíbia e Acelino. Era maio de 1881 e o alvo do processo era Urbano Augusto da Silva Macedo, a quem Domingas acusava de abandono senhorial. Na época, com a Lei do Ventre Livre em vigor, os senhores já não davam valor aos filhos das mulheres escravizadas, pois não podiam mais reivindicá-los como propriedade e tomá-los como parte de seu patrimônio.

Enidelce argumenta que a maternidade negra no período pode ser encarada como um “campo de disputas entre aqueles que viam a sua razão de ser na ‘produção de crias’” e no cuidado dos filhos dos senhores, e as mulheres que “ansiavam por proteção e liberdade para seus filhos”, conforme escreve.

“Nem sempre a resistência é visível na documentação, justamente porque o discurso senhorial está ali mais bem representado. Quando aquelas mulheres estão tentando comprar sua alforria, quando tentam ficar próximas de suas crianças, há indícios de resistência. Mas o que me interessa mais é tirar essas pessoas da invisibilidade”, conta a pesquisadora.


(Silvana Salles, Historiadora reconstitui histórias de vida da maternidade negra durante a escravidão. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=901049. Adaptado)

 Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3808666 Português

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Domingas, Catarina e Juliana foram três mulheres negras que viveram em São Paulo entre os séculos 18 e 19 e que tiveram algo em comum: foram mães que viveram as violências da escravidão. Os fragmentos dessas vivências ficaram registrados em documentos judiciais e cartas de alforria, e é a partir desses documentos que a historiadora Enidelce Bertin vem reconstituindo as histórias de vida delas e de outras mulheres negras do período.

A partir dos documentos de arquivo, a historiadora descobriu que Juliana trabalhou por décadas para Inácia e sua mãe, tendo ajudado a criar a senhora e seus irmãos. Reconhecendo os bons serviços de Juliana, em 1773, Inácia lhe concedeu a alforria. Mas permaneceram no cativeiro as duas filhas de Juliana.

Catarina também obteve o reconhecimento de sua senhora pelos bons serviços prestados. Em 1805, a senhora registrou a carta de alforria que concedia a liberdade a Catarina. Mas seus filhos não tiveram a mesma sorte. Enquanto os mais velhos continuaram a servi-la, o mais novo, ainda um bebê, ficaria com a mãe apenas até desmamar. Para a senhora escravista, o menino era uma promessa de investimento para aumentar seu patrimônio.

Muitas décadas depois, Domingas viveu algo diferente. Ela tinha 24 anos quando abriu uma ação judicial contando que foi “posta para fora de casa” na ocasião dos partos de seus dois filhos, Turíbia e Acelino. Era maio de 1881 e o alvo do processo era Urbano Augusto da Silva Macedo, a quem Domingas acusava de abandono senhorial. Na época, com a Lei do Ventre Livre em vigor, os senhores já não davam valor aos filhos das mulheres escravizadas, pois não podiam mais reivindicá-los como propriedade e tomá-los como parte de seu patrimônio.

Enidelce argumenta que a maternidade negra no período pode ser encarada como um “campo de disputas entre aqueles que viam a sua razão de ser na ‘produção de crias’” e no cuidado dos filhos dos senhores, e as mulheres que “ansiavam por proteção e liberdade para seus filhos”, conforme escreve.

“Nem sempre a resistência é visível na documentação, justamente porque o discurso senhorial está ali mais bem representado. Quando aquelas mulheres estão tentando comprar sua alforria, quando tentam ficar próximas de suas crianças, há indícios de resistência. Mas o que me interessa mais é tirar essas pessoas da invisibilidade”, conta a pesquisadora.


(Silvana Salles, Historiadora reconstitui histórias de vida da maternidade negra durante a escravidão. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=901049. Adaptado)

 Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula(s) ao trecho original manteve a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3808665 Português

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Domingas, Catarina e Juliana foram três mulheres negras que viveram em São Paulo entre os séculos 18 e 19 e que tiveram algo em comum: foram mães que viveram as violências da escravidão. Os fragmentos dessas vivências ficaram registrados em documentos judiciais e cartas de alforria, e é a partir desses documentos que a historiadora Enidelce Bertin vem reconstituindo as histórias de vida delas e de outras mulheres negras do período.

A partir dos documentos de arquivo, a historiadora descobriu que Juliana trabalhou por décadas para Inácia e sua mãe, tendo ajudado a criar a senhora e seus irmãos. Reconhecendo os bons serviços de Juliana, em 1773, Inácia lhe concedeu a alforria. Mas permaneceram no cativeiro as duas filhas de Juliana.

Catarina também obteve o reconhecimento de sua senhora pelos bons serviços prestados. Em 1805, a senhora registrou a carta de alforria que concedia a liberdade a Catarina. Mas seus filhos não tiveram a mesma sorte. Enquanto os mais velhos continuaram a servi-la, o mais novo, ainda um bebê, ficaria com a mãe apenas até desmamar. Para a senhora escravista, o menino era uma promessa de investimento para aumentar seu patrimônio.

Muitas décadas depois, Domingas viveu algo diferente. Ela tinha 24 anos quando abriu uma ação judicial contando que foi “posta para fora de casa” na ocasião dos partos de seus dois filhos, Turíbia e Acelino. Era maio de 1881 e o alvo do processo era Urbano Augusto da Silva Macedo, a quem Domingas acusava de abandono senhorial. Na época, com a Lei do Ventre Livre em vigor, os senhores já não davam valor aos filhos das mulheres escravizadas, pois não podiam mais reivindicá-los como propriedade e tomá-los como parte de seu patrimônio.

Enidelce argumenta que a maternidade negra no período pode ser encarada como um “campo de disputas entre aqueles que viam a sua razão de ser na ‘produção de crias’” e no cuidado dos filhos dos senhores, e as mulheres que “ansiavam por proteção e liberdade para seus filhos”, conforme escreve.

“Nem sempre a resistência é visível na documentação, justamente porque o discurso senhorial está ali mais bem representado. Quando aquelas mulheres estão tentando comprar sua alforria, quando tentam ficar próximas de suas crianças, há indícios de resistência. Mas o que me interessa mais é tirar essas pessoas da invisibilidade”, conta a pesquisadora.


(Silvana Salles, Historiadora reconstitui histórias de vida da maternidade negra durante a escravidão. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=901049. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3808664 Português

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Domingas, Catarina e Juliana foram três mulheres negras que viveram em São Paulo entre os séculos 18 e 19 e que tiveram algo em comum: foram mães que viveram as violências da escravidão. Os fragmentos dessas vivências ficaram registrados em documentos judiciais e cartas de alforria, e é a partir desses documentos que a historiadora Enidelce Bertin vem reconstituindo as histórias de vida delas e de outras mulheres negras do período.

A partir dos documentos de arquivo, a historiadora descobriu que Juliana trabalhou por décadas para Inácia e sua mãe, tendo ajudado a criar a senhora e seus irmãos. Reconhecendo os bons serviços de Juliana, em 1773, Inácia lhe concedeu a alforria. Mas permaneceram no cativeiro as duas filhas de Juliana.

Catarina também obteve o reconhecimento de sua senhora pelos bons serviços prestados. Em 1805, a senhora registrou a carta de alforria que concedia a liberdade a Catarina. Mas seus filhos não tiveram a mesma sorte. Enquanto os mais velhos continuaram a servi-la, o mais novo, ainda um bebê, ficaria com a mãe apenas até desmamar. Para a senhora escravista, o menino era uma promessa de investimento para aumentar seu patrimônio.

Muitas décadas depois, Domingas viveu algo diferente. Ela tinha 24 anos quando abriu uma ação judicial contando que foi “posta para fora de casa” na ocasião dos partos de seus dois filhos, Turíbia e Acelino. Era maio de 1881 e o alvo do processo era Urbano Augusto da Silva Macedo, a quem Domingas acusava de abandono senhorial. Na época, com a Lei do Ventre Livre em vigor, os senhores já não davam valor aos filhos das mulheres escravizadas, pois não podiam mais reivindicá-los como propriedade e tomá-los como parte de seu patrimônio.

Enidelce argumenta que a maternidade negra no período pode ser encarada como um “campo de disputas entre aqueles que viam a sua razão de ser na ‘produção de crias’” e no cuidado dos filhos dos senhores, e as mulheres que “ansiavam por proteção e liberdade para seus filhos”, conforme escreve.

“Nem sempre a resistência é visível na documentação, justamente porque o discurso senhorial está ali mais bem representado. Quando aquelas mulheres estão tentando comprar sua alforria, quando tentam ficar próximas de suas crianças, há indícios de resistência. Mas o que me interessa mais é tirar essas pessoas da invisibilidade”, conta a pesquisadora.


(Silvana Salles, Historiadora reconstitui histórias de vida da maternidade negra durante a escravidão. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=901049. Adaptado)

De acordo com a pesquisadora Enidelce Bertin, é correto afirmar que a maternidade durante o período escravista era
Alternativas
Q3808663 Português

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Domingas, Catarina e Juliana foram três mulheres negras que viveram em São Paulo entre os séculos 18 e 19 e que tiveram algo em comum: foram mães que viveram as violências da escravidão. Os fragmentos dessas vivências ficaram registrados em documentos judiciais e cartas de alforria, e é a partir desses documentos que a historiadora Enidelce Bertin vem reconstituindo as histórias de vida delas e de outras mulheres negras do período.

A partir dos documentos de arquivo, a historiadora descobriu que Juliana trabalhou por décadas para Inácia e sua mãe, tendo ajudado a criar a senhora e seus irmãos. Reconhecendo os bons serviços de Juliana, em 1773, Inácia lhe concedeu a alforria. Mas permaneceram no cativeiro as duas filhas de Juliana.

Catarina também obteve o reconhecimento de sua senhora pelos bons serviços prestados. Em 1805, a senhora registrou a carta de alforria que concedia a liberdade a Catarina. Mas seus filhos não tiveram a mesma sorte. Enquanto os mais velhos continuaram a servi-la, o mais novo, ainda um bebê, ficaria com a mãe apenas até desmamar. Para a senhora escravista, o menino era uma promessa de investimento para aumentar seu patrimônio.

Muitas décadas depois, Domingas viveu algo diferente. Ela tinha 24 anos quando abriu uma ação judicial contando que foi “posta para fora de casa” na ocasião dos partos de seus dois filhos, Turíbia e Acelino. Era maio de 1881 e o alvo do processo era Urbano Augusto da Silva Macedo, a quem Domingas acusava de abandono senhorial. Na época, com a Lei do Ventre Livre em vigor, os senhores já não davam valor aos filhos das mulheres escravizadas, pois não podiam mais reivindicá-los como propriedade e tomá-los como parte de seu patrimônio.

Enidelce argumenta que a maternidade negra no período pode ser encarada como um “campo de disputas entre aqueles que viam a sua razão de ser na ‘produção de crias’” e no cuidado dos filhos dos senhores, e as mulheres que “ansiavam por proteção e liberdade para seus filhos”, conforme escreve.

“Nem sempre a resistência é visível na documentação, justamente porque o discurso senhorial está ali mais bem representado. Quando aquelas mulheres estão tentando comprar sua alforria, quando tentam ficar próximas de suas crianças, há indícios de resistência. Mas o que me interessa mais é tirar essas pessoas da invisibilidade”, conta a pesquisadora.


(Silvana Salles, Historiadora reconstitui histórias de vida da maternidade negra durante a escravidão. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=901049. Adaptado)

A partir do texto, é correto afirmar que Domingas, Catarina e Juliana
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Q3788078 Arquitetura
Em um projeto a ser executado em uma cidade brasileira, as janelas deverão, pelas circunstâncias de uso do ambiente ao qual atendem, receber vidros que apresentam como característica uma maior segurança. O cliente desse projeto entendeu ser suficiente para isso a adoção de vidros que se desintegrem em pequenos fragmentos menos pontiagudos e menos cortantes que o vidro comum. Estabeleceu ainda limites orçamentários para o projeto que implicam que seja adotada a solução mais simples, em termos de custo e desempenho, que atenda a essa condição.
É adequada, para atender a essas condições, a adoção de vidros
Alternativas
Q3788077 Engenharia Civil
Na produção de estruturas utilizando-se concreto usinado, com relação (I) à água utilizada na dosagem do concreto e (II) à água utilizada na manutenção da umidade do material no processo de cura, é correto afirmar, respectivamente, que
Alternativas
Q3788076 Engenharia Civil
Um terreno urbano situado na periferia da região metropolitana de São Paulo foi terraplenado para execução de loteamento popular. Por questões econômicas e financeiras dos promotores do empreendimento, a obra foi paralisada antes que fossem executadas as obras de drenagem e pavimentação. Avaliam-se agora os riscos decorrentes dessa situação, em vista da aproximação da estação chuvosa. A geomorfologia do local é caracterizada por relevo recortado por linhas de drenagem natural, declividades médias de 15% a 20% em encostas e de até 40% em anfiteatros (cabeceiras de drenagem) e uma área de várzea. Na região, de terreno cristalino, os solos residuais, siltosos, apresentam problemas para se alcançar compactação adequada em aterros. Os solos superficiais, argilosos, estão presentes em camadas de 1,5 m, em média. Não se registra a presença de matacões no terreno. Nas obras de terraplenagem, toda a superfície do terreno foi alterada, e as profundidades de corte atingiram até 7 m, com médias de profundidade de corte de 4 m, tendo sido balanceados os volumes de corte e de aterro, para evitar necessidade de empréstimo ou bota-fora de material. Já as alturas de aterro não ultrapassaram 3 m. Os taludes de aterro foram executados com inclinações 1,5H:1V; e os de corte, com 1H;1V, com canaletas de drenagem nas respectivas cristas e revestimento em grama, com altura nunca superior a 1,5 m. A configuração final do terreno terraplenado caracterizou-se pela exposição do solo residual, em cortes e aterros, em declividades médias da ordem de 10% a 15% em quadras e lotes. Em cada rua e quadra, as cotas mais altas estão em região cortada; e as mais baixas, em região aterrada.

Como decorrência das condições descritas, seriam esperados processos de grave deterioração ambiental, associados entre si, como
Alternativas
Q3788075 Arquitetura
Considere o trecho de uma carta da Emplasa, em imagem que não está em escala determinada (a escala original da carta é 1:10 000), e as convenções cartográficas definidas na normatização técnica:
Q_57 ARQ.png (347×423)
Da leitura da imagem, pode-se depreender corretamente que
Alternativas
Q3788074 Arquitetura
Considerem-se as duas formas diferentes de representação do relevo em geoprocessamento mostradas nas figuras A e B, a seguir, extraídas de manual do IBGE. Na figura A, cada elemento de uma grade regular ortogonal no plano definido pelos eixos x e y está associado a um valor numérico de z associado à superfície representada, configurando um Modelo Numérico de Terreno:
Figura A
q_56 A.png (396×217)
(IBGE, Manual de Geociências)

Já, na figura B, a superfície é representada por meio de um conjunto de faces triangulares interligadas. Para cada um dos três vértices da face do triângulo, são armazenadas as coordenadas de localização (x, y) e o valor de elevação ou altitude z, configurando uma malha ou grade triangular (triangular irregular network):
Figura B
q_56 B.png (402×240)
(IBGE, Manual de Geociências)
Os formatos exemplificados em A e B são denominados, respectivamente,
Alternativas
Q3788073 Arquitetura
Um edifício para uso de serviços públicos será implantado, em um único volume, em um terreno com declive uniforme e significativo (aproximadamente 9 metros de desnível no total) em direção aos fundos e declividade insignificante da rua no trecho lindeiro. A boa capacidade de suporte do solo permitiria, em princípio, o emprego de fundações diretas. Duas opções de partido de projeto se apresentam: a opção I, mostrada no corte esquemático a seguir, consiste em criar um platô no centro do terreno, compensando-se volumes de corte e aterro, e implantar o edifício com planta retangular, quatro pavimentos de igual área, sobrepostos, com as quatro faces inteiramente alinhadas e livres para ventilação e iluminação:
q_55 arq.png (465×267)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

A opção II consiste em escalonar a ocupação do terreno, com acesso por um pavimento intermediário, resultando na definição de dois pavimentos abaixo do nível de acesso, com a criação de mais um pavimento, abaixo do nível da rua, formando-se um serrilhado na linha do terreno projetado, conforme figura a seguir:
q_55 arq 2.png (438×257)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

São fatores de risco à qualidade da construção e/ou da habitabilidade do edifício, implicando problemas técnicos específicos a serem resolvidos, na opção I e na II, respectivamente,
Alternativas
Q3788072 Arquitetura
Um edifício foi projetado em estrutura metálica composta por pilares e vigas com seção “I” e altura da seção correspondente à espessura da parede acabada. Essa parede é executada em painéis sanduíche, contando com camada de ar e camada em material isolante térmico, os quais apresentaram desempenho térmico adequado em ensaios de laboratório. Os pilares foram deixados aparentes nas faces externa e interna das paredes externas, enquanto que a alma da seção do pilar constituía uma ligação metálica entre as duas faces expostas, ficando, geometricamente, entre os dois painéis sanduíche. Tal configuração construtiva resultou em que a parte da envoltória do edifício correspondente às duas faces do pilar metálico de perfil “I” apresentasse alteração significativa, dado que o aço apresenta condutividade térmica significativamente maior que a dos painéis sanduíche empregados na fachada. E isso prejudica o desempenho térmico da envoltória como um todo.

Trata-se de uma situação de projeto definida, na normatização técnica aplicável, como
Alternativas
Q3788071 Arquitetura
Nas edificações habitacionais, as normas de desempenho determinam limites mínimos obrigatórios de iluminação artificial, que variam conforme o uso do ambiente.

Ressalvada a necessidade de atendimento também à legislação local, tais limites mínimos estabelecidos para as diferentes dependências (com os valores em lux entre parênteses) são, em ordem decrescente de exigência,
Alternativas
Q3788070 Direito Administrativo
Em uma obra de habitação de interesse social na qual foi adotada a tipologia de edifício dotado de elevadores, o órgão contratante da obra ponderou que, além do fornecimento do elevador, o contratado deverá responsabilizar-se por sua operação e manutenção por um período de três anos.
À luz da legislação aplicável, deverá, portanto, ser adotado, o regime de contratação que corresponde a essas características, o qual é denominado
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Q3788069 Arquitetura
A figura a seguir, extraída da publicação que contém os fundamentos do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), é um instrumento de organização das informações para composição de preços unitários de serviços.
                q_51 arq.png (531×330)
Essa estrutura é denominada
Alternativas
Q3788068 Arquitetura
O emprego de estacas de madeira em fundações, por exemplo, troncos de eucalipto,
Alternativas
Q3788067 Arquitetura

Nas estruturas em madeira para coberturas em telhas cerâmicas, como a francesa, a romana e a portuguesa, o apoio das telhas sobre a tesoura é efetuado por meio de uma combinação de peças com dimensões crescentes.


Partindo da peça sobre a qual se apóiam as telhas até a peça que se apóia na tesoura, a combinação usual de elementos estruturais é, pela ordem,

Alternativas
Q3788066 Engenharia Civil
Em uma edificação térrea, a cobertura, em concreto armado, de formato retangular, com dimensões 18 × 26 m, será composta de laje plana horizontal maciça em panos retangulares, um reticulado de vigas e uma malha de pilares. Prevê-se, pela configuração inicial do projeto, uma malha de 4 pilares × 7 pilares, buscando-se uniformizar os vãos entre esses pilares, ainda que variando no sentido longitudinal em relação ao transversal. O uso previsto para a edificação permite acomodar o leiaute do mobiliário e a funcionalidade do espaço a diferentes disposições desses pilares. A impermeabilização e proteção térmica da cobertura representarão uma carga uniforme, e a arquitetura não prevê platibanda no perímetro dessa laje.

Do ponto de vista dos esforços solicitantes dessa estrutura, entre as alternativas a seguir, a solução que minimiza os momentos fletores máximos verificados é
Alternativas
Q3788065 Direito Administrativo
Pretende-se dar a um imóvel tombado, pertencente ao patrimônio da União, uso como equipamento de cultura de um município paulista. Para tal, estudam-se diferentes possibilidades de transferência desse imóvel.
É correto afirmar que
Alternativas
Q3788064 História

Historicamente, o uso de energia de quedas d’água condicionou a localização de unidades produtivas cujas técnicas envolviam essa forma rudimentar de mecanização.


No Brasil colonial, observa-se essa associação pela primeira vez

Alternativas
Respostas
11061: E
11062: B
11063: D
11064: A
11065: D
11066: C
11067: C
11068: D
11069: A
11070: E
11071: B
11072: D
11073: E
11074: C
11075: B
11076: D
11077: A
11078: D
11079: E
11080: B