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Q3818876 Medicina
A moléstia inflamatória pélvica (MIPA) é considerada como um conjunto de processos inflamatórios da região pélvica devido à propagação de microrganismos a partir do colo do útero e da vagina para o endométrio, as tubas, o peritônio e as estruturas adjacentes. Uma de suas complicações é a presença de abscesso tubo-ovariano (ATO).

Nesse contexto, torna-se obrigatória a abordagem cirúrgica se
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Q3818875 Medicina
Adolescente de 16 anos pretende iniciar vida sexual e procura um médico para orientação contraceptiva. Sabe que deverá fazer uso de preservativo, porém não se sente segura somente com ele.

Com base na história clínica descrita, assinale a alternativa correta sobre os métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (LARC).
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Q3818874 Medicina
Mulher de 47 anos está fazendo reposição estroprogestativa por via transdérmica, com melhora importante dos sintomas climatéricos, porém com quadro de desejo sexual hipoativo. Faz uso de anlodipino para hipertensão arterial crônica.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a melhor abordagem para atender a essa queixa.
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Q3818873 Medicina
Mulher de 37 anos, nuligesta, cor preta, teve menarca aos 10 anos e refere ciclos menstruais regulares, porém, nos últimos três anos, com aumento progressivo da duração e da intensidade do fluxo. Está tentando engravidar há quinze meses, sem sucesso. Nega dispareunia. Refere também sensação de peso no baixo ventre.

Com base no quadro descrito, assinale a alternativa que apresenta corretamente o diagnóstico mais provável. 
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Q3818872 Medicina
Adolescente de 17 anos, menarca aos 16, refere ter apresentado sete menstruações em um ano, com quadro de acne, hirsutismo e queda de cabelo.

Com base no quadro descrito, assinale a alternativa que apresenta corretamente o diagnóstico mais provável.
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Q3818871 Medicina
Mulher de 25 anos chega ao ambulatório com queixa de corrimento claro, em pouca quantidade, sem prurido, com odor fétido, que se acentua durante a relação sexual e na menstruação, há um mês. Fez tratamento com fluconazol via oral sem melhora.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o agente etiológico mais provável.
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Q3818870 Medicina
Recém-nascido, sexo masculino, idade gestacional de 38 semanas, parto vaginal, líquido amniótico claro. Ao nascimento, está hipoativo e não respira espontaneamente. É colocado em berço aquecido, secado e estimulado, sendo mantido padrão. São iniciados ventilação com pressão positiva e oxigênio em ar ambiente, e, após 30 segundos, apresenta frequência cardíaca de 80 bpm, SatO₂ pré-ductal 78%. O tórax expande-se adequadamente, e o posicionamento da máscara está adequado.

Qual é o próximo passo mais adequado segundo as diretrizes de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)?
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Q3818869 Medicina
Recém-nascido, sexo feminino, 2 dias de vida, foi transferido do alojamento conjunto para a uti neonatal devido a desconforto respiratório iniciado há poucas horas. Trata-se de criança nascida de termo (38 semanas), parto vaginal, Apgar 9/9, sem necessidade de manobras de reanimação.

Na avaliação atual, apresenta cianose central persistente (SatO₂ 82% em ar ambiente), sem desconforto respiratório. Ausculta cardíaca com sopro sistólico e pulsos normais. Saturação pré-ductal: 83%; pós-ductal: 80%.

Gasometria arterial: pO₂ 44 mmHg (referência: > 60 mmHg) após 10 min de oferta de oxigênio a 100%.

Radiografia de tórax: campos bem expandidos, área cardíaca normal.

Quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial correspondente?
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Q3818868 Medicina
Recém-nascido, sexo masculino, 12 dias de vida, nascido a termo, aleitamento materno exclusivo, está em consulta de rotina. A mãe relata boa sucção e ganho de peso, sem queixas no momento. Mama a cada 3 horas, inclusive na madrugada. Relata diurese clara abundante e evacuações amareladas pastosas de 4 a 5 vezes ao dia.

Ao exame clínico, é notada icterícia visível até joelhos, sem outros achados relevantes.

Colhidos exames laboratoriais, com bilirrubina total: 13,8 mg/dL; bilirrubina indireta: 13,2 mg/dL; bilirrubina direta: 0,6 mg/dL; Coombs direto negativo; reticulócitos 2,0% (referência: 0,5–3%); TSH 2,5 µUI/mL (referência: 0,5–6,0 µUI/mL).

Peso atual 3.380 g (ao nascer 3.250 g).

Qual é a conduta mais adequada?
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Q3818867 Medicina
Recém-nascida, sexo feminino, 15 dias de vida, deu entrada no pronto-socorro por quadro de recusa alimentar, letargia e febre (38,4 °C) iniciados desde ontem. Trata-se de criança nascida a termo, parto vaginal, sem intercorrências perinatais. Ao exame clínico, criança em regular estado geral; descorada 1+/4+; FC: 176 bpm; FR: 58 irpm; SatO₂: 94% em ar ambiente; perfusão periférica lentificada. Observam-se vesículas eritematosas em região periocular e mucosa oral.

É prescrita expansão com 10 mL/kg de soro fisiológico e são colhidos exames complementares com os seguintes achados:  

-  Hemograma: Hb: 13,2 g/dL; Ht: 42%; leucócitos: 25.200/mm³ (8% de bastonetes e 68% de neutrófilos); plaquetas: 128.000/mm³.
-  AST (TGO): 185 U/L; ALT (TGP): 142 U/L; proteína C reativa: 38 mg/L.
-  Glicemia: 66 mg/dL; sódio: 137 mEq/L; potássio: 4,8 mEq/L.
-  Radiografia de tórax sem alterações.
-  Liquor é coletado, e aguarda-se o resultado.

Qual é a conduta mais adequada neste momento?
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Q3818866 Medicina
Lactente, sexo masculino, 10 meses de idade, previamente hígido, está internado em enfermaria de pediatria devido a quadro de estomatite viral aguda. Ele foi internado devido à baixa aceitação da dieta oral e risco de evoluir com desidratação, sendo instalado um soro de manutenção. Três horas após a instalação do soro, outro plantonista vai avaliar a criança e percebe que a concentração de sódio na solução está três vezes acima da preconizada. O soro é interrompido, é solicitada uma coleta de sódio na urgência, com resultado de 143 mEq/L (dentro da faixa de normalidade), sendo prescrito um novo soro com a concentração certa de sódio. A mãe, que estava acompanhando a criança, acompanhou a coleta de exames e a troca do soro, sem questionar ativamente os motivos desses procedimentos.

Qual é a conduta adequada neste caso?
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Q3818865 Medicina
Adolescente, sexo masculino, 13 anos de idade, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda, em quimioterapia, apresenta dor e edema em braço direito há 24 horas, local em que já possui cateter central de inserção periférica (PICC). Nega febre.

Ao exame clínico, apresenta assimetria de 2 cm no perímetro braquial, leve eritema no trajeto do PICC, com dor discreta à palpação e sem calor local, pulsos periféricos palpáveis.

Colhido hemograma, sem alterações significativas (1.750 neutrófilos). Proteína C reativa: 0,5 mg/L. Pró-calcitonina: 0,1 ng/mL.

Realizada ultrassonografia Doppler venoso: trombose da veia axilar e subclávia direita.

Qual é a conduta mais adequada? 
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Q3818864 Medicina
Escolar, sexo masculino, 9 anos de idade, está internado em enfermaria por pneumonia lobar direita, em uso de ceftriaxone endovenoso. No 3o dia de internação, já está afebril há 24 horas, mas evolui com letargia, cefaleia e vômitos.

Ao exame clínico, paciente em regular estado geral, corado, sem sinais de desidratação, mucosas úmidas e pulsos cheios. Sonolento, escala de coma de Glasgow: 14; PA: 90/55 mmHg; FC: 110 bpm; FR 22 irpm; SpO2 : 96% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com discretos estertores em ápice direito, sem sinais de desconforto respiratório. 

Inicialmente, é repetida radiografia de tórax, que demonstra resolução parcial da pneumonia. São colhidos exames laboratoriais com Hb: 10,2 g/dL; Ht: 32%; leucócitos: 12.540; plaquetas: 320.000; proteína C reativa: 42 mg/L (anterior de 124 mg/L).

Sódio: 121 mEq/L; potássio: 4,4 mEq/L; ureia: 32 mg/L; creatinina: 0,52 mg/L.
Gasometria venosa com pH: 7,41; pCO2 : 41 mmHg; bicarbonato: 21 mEq/L.
Glicemia: 88 mg/dL.
Sódio urinário: 42 mEq/L (elevado).

Qual é a conduta hospitalar mais adequada neste momento?
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Q3818863 Medicina
Lactente, sexo feminino, 2 meses de idade, com antecedente de prematuridade de 34 semanas, está internada em enfermaria devido a quadro de bronquiolite, com painel respiratório positivo para vírus sincicial respiratório (VSR). Hoje, após 24 horas de internação, a mãe acha que a paciente está mais cansada. Ao exame clínico, paciente está em regular estado geral, letárgica e hipoativa. No exame pulmonar, apresenta sibilos difusos, tiragem subcostal intensa, com balanço de cabeça e gemência expiratória, frequência respiratória de 76 irpm e SatO₂ de 84% em ar ambiente.

É instalado cateter nasal de alto fluxo com 2 L/kg e FiO2 de 60%, com aumento da SatO₂ para 89%; contudo, nota-se que a paciente está fazendo pausas respiratórias de 10 a 15 segundos, com queda de saturação.

Qual é a conduta imediata mais indicada? 
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Q3818862 Medicina
Escolar, sexo masculino, 6 anos de idade, com antecedente de asma em uso de beclometasona inalatória continua, deu entrada no pronto-socorro com desconforto respiratório iniciado nas últimas 12 horas. Mãe administrou salbutamol 100 mcg, 2 puffs com espaçador a cada 6 horas, sem sinais de melhora. Na triagem, paciente hiporresponsivo, com FC: 52 bpm, SpO2 : 78% em ar ambiente. Levado imediatamente à sala de emergência, monitorizado, oferecido oxigênio em máscara não reinalante, evoluiu com inconsciência. Como paciente estava sem pulso palpável, foram iniciadas compressões torácicas de alta qualidade (frequência 100–120/min) associadas à ventilação com bolsa-válvula-máscara na relação de 15 compressões para duas ventilações. Após 2 minutos, a RCP é interrompida para a checagem de ritmo, e o monitor demonstra os seguintes parâmetros:

Q40.png (581×281)

Paciente segue sem pulso palpável.

Qual é a medida imediata nesse contexto?
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Q3818861 Medicina
Pré-escolar, sexo masculino, 3 anos e 8 meses de idade, previamente hígido, é levado ao pronto-socorro por episódio convulsivo tônico-clônico generalizado iniciado há poucos minutos. A mãe refere febre baixa notada desde hoje pela manhã, associada à sonolência e à recusa alimentar. Não há história familiar de epilepsia.

Na chegada, encontra-se em atividade convulsiva contínua, escala de coma de Glasgow: 10; SatO₂: 91% em ar ambiente; FC: 142 bpm; PA: 88/52 mmHg; temperatura: 38,3 °C; glicemia capilar: 88 mg/dL. É levado à sala de emergência, onde é obtido acesso venoso periférico, iniciada administração de oxigênio por máscara não reinalante e colocada monitorização cardíaca.

Qual deve ser a conduta imediata?
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Q3818860 Medicina
Pré-escolar, sexo feminino, 2 anos e 6 meses de idade, previamente hígida, chega ao pronto atendimento com quadro de febre de até 39,5 °C, tosse e coriza iniciados há 36 horas, com vômitos e hiporresponsividade nas últimas 3 horas. Ao exame clínico: regular estado geral; descorada 2+/4+; FC: 170 bpm; PA: 78/44 mmHg; FR: 42 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente; tempo de enchimento capilar: 4 segundos; extremidades frias; pulsos filiformes. Exame pulmonar com presença de tiragem subdiafragmática leve, ausculta com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente com sopro tubário em ápice direito. Sem outras alterações relevantes. Administrado oxigênio em máscara não reinalante com aumento da SpO2 para 95% e resolução do desconforto respiratório. Após duas tentativas, obtém-se acesso venoso periférico, sendo também colhida hemocultura.

Entre as condutas listadas a seguir, qual é a primeira a ser realizada?
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Q3818859 Medicina
Pré-escolar, sexo feminino, 3 anos de idade, é encontrada com uma cartela de paracetamol na mão. Pela estimativa dos familiares, ela ingeriu 4 comprimidos de 750 mg cada. Chega ao atendimento médico aproximadamente 4 horas após a ingestão. Está assintomática. Ao exame clínico, criança em bom estado geral, consciente e orientada; PA: 96/54 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 26 irpm; sem alterações significativas. Peso de 15 kg.

A conduta mais apropriada é
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Q3818858 Medicina
Adolescente, sexo feminino, 15 anos de idade, veio à Unidade Básica de Saúde (UBS) acompanhada de uma prima para consulta de rotina. Ela entra na consulta sozinha para atendimento. Tem antecedente de asma e faz uso de corticoide inalatório em baixa dose associado a beta-2 de longa ação de forma contínua (formoterol 6 mcg + budesonida 200 mcg de 12 em 12 horas). Ela refere preocupação com tosse iniciada há uma semana, sem coriza ou febre. Ao questionar possíveis desencadeantes para a tosse, ela conta que tudo começou após fumar um cigarro de maconha na casa de um amigo há uma semana. Diz que foi uma única vez e que não pretende repetir, justamente por causa dessa tosse. Ela só demonstra preocupação com a reação dos pais se soubessem do evento e pede que essas informações não sejam compartilhadas com eles.

Do ponto de vista ético, qual deve ser a conduta neste caso?
Alternativas
Q3818857 Medicina
Escolar, sexo feminino, 7 anos e 4 meses de idade, previamente hígida, é trazida à consulta de rotina com relato que apresenta desenvolvimento mamário há 5 meses. Não apresenta outras queixas. Faz uso diário de vitamina D, 600 UI/dia, nega uso de qualquer outra medicação, seja sistêmica ou tópica.

Ao exame clínico, nota-se estágio puberal M2P1. Estatura acima do percentil 97 pelas curvas adequadas da OMS, peso entre percentil 85 e 97. Nota-se que houve ganho de 4 cm de estatura nos últimos 6 meses.

Realizada radiografia de punho esquerdo para determinação de idade óssea, laudo compatível com 10 anos.

Com base nesses achados, o diagnóstico mais provável é 
Alternativas
Respostas
10681: B
10682: D
10683: C
10684: C
10685: A
10686: B
10687: B
10688: A
10689: C
10690: D
10691: C
10692: B
10693: A
10694: D
10695: A
10696: B
10697: D
10698: C
10699: C
10700: B