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Q4131998 Fisioterapia

Luiza, 65 anos, foi diagnosticada com osteoporose nos quadris e na coluna lombar, após realizar um check-up. Foi orientada a realizar uma avaliação com o fisioterapeuta. Este, após a avaliação, propôs um plano de tratamento que envolveu exercícios resistidos e caminhada pelo menos três vezes por semana.


O objetivo dessa proposta terapêutica é:

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Q4131997 Fisioterapia

A criança com asma, durante uma crise aguda grave, apresenta uma obstrução importante das vias aéreas, que afeta a mecânica pulmonar, resultando em um dramático aumento no trabalho da respiração. Nesses casos, as trocas gasosas têm alteração da PaCO2.


Na fase inicial da asma aguda, há

Alternativas
Q4131996 Fisioterapia

A maior parte das bronquiolites virais agudas (BVA) é tratada ambulatoriamente, mais frequentemente com medidas sintomáticas. O tratamento ambulatorial da BVA inclui manter um estado de hidratação correta (orientando o fracionamento da alimentação) e assegurar a permeabilidade das vias aéreas superiores por meio da instilação de solução fisiológica nas narinas.


A oxigenoterapia está indicada, impondo a hospitalização do paciente, se a saturação de O2 for menor que

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Q4131995 Fisioterapia

A pneumonia é a causa mais séria de infecção respira tória aguda na infância. É classificada como não grave ou grave.


Imagem associada para resolução da questão


Relacione as colunas I e II e assinale a alternativa que apresenta a relação entre a classificação da pneumonia e os sinais e sintomas.

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Q4131994 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

Qual o prognóstico de marcha, de acordo com o nível neurológico apresentado?
Alternativas
Q4131993 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

De acordo com o nível neurológico apresentado, L3–L4, assinale a alternativa que apresenta o grau de força que ele possui.

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Q4131992 Fisioterapia

A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais.


Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.


Esse é o modelo

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Q4131991 Fisioterapia

Joaquim, 6 anos, após 2 anos da realização de um transplante de medula óssea, estava andando de bicicleta na praça próxima de sua casa, juntamente com outras crianças, quando caiu sobre o ombro esquerdo. Levantou-se e movimentou o ombro com diminuição da amplitude e referiu muita dor. Uma das mães que estava na praça é fisioterapeuta especialista em musculoesquelética pediátrica e realizou uma avaliação do ombro dele.


Um dos testes foi para avaliar a integridade do ligamento glenoumeral inferior, da cápsula anterior, dos tendões do manguito rotador e do lábio glenoide.


O teste realizado foi:

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Q4131990 Fisioterapia

No bebê posicionado em decúbito dorsal, com o quadril a 90º (testar um de cada vez), realiza-se pressão sobre o eixo longitudinal do fêmur com a coxa aduzida, exercendo pressão do sentido medial para o lateral. O teste é positivo quando se percebe mudança de degrau com esse movimento.


Essa descrição refere-se


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Q4131989 Fisioterapia

Bebê com 2 meses de idade foi diagnosticado com torcicolo muscular congênito (TMC). Foi encaminhado para avaliação fisioterapêutica, que revelou TMC à esquerda e indicação de início imediato da intervenção, a qual os pais devem seguir diariamente em casa. Nesses casos, o alongamento é fundamental, podendo ser realizado em decúbito dorsal ou lateral, o que for mais confortável para a criança.


No caso de TMC à esquerda, o alongamento do músculo esternocleidomastoideo deve ser realizado com inclinação

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Q4131988 Fisioterapia

Augusto, 15 anos, com diagnóstico de DMD, encontra-se no estágio 4 de evolução da doença, portanto, é cadeirante desde os 10 anos, quando perdeu a marcha. Ele realiza avaliações fisioterapêuticas a cada 6 meses.


Um dos fatores em que o fisioterapeuta e o médico se baseiam para indicar a ventilação não invasiva noturna é:

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Q4131987 Fisioterapia

Na DMD, com a progressão da perda de força muscular, identificada pela diminuição da capacidade vital forçada (CVF) abaixo do predito para a idade, além da cinesioterapia, torna-se necessária a realização dos exercícios de empilhamento de ar (air stacking).


O valor de CVF considerado abaixo do predito é:

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Q4131986 Fisioterapia
Menino com 8 anos encontra-se no estágio II de evolução de distrofia muscular de Duchenne (DMD). Realiza fisioterapia desde o diagnóstico, que ocorreu aos 2 anos de idade. No seu plano de tratamento, indicados o treino de força muscular e o treino aeróbio. Nesses casos, são contraindicados:
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Q4131985 Fisioterapia

Em recém-nascidos e prematuros, quais medidas de avaliação pulmonar são úteis na avaliação e no acompanhamento de doenças como síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, displasia broncopulmonar e outros tipos de distress respiratório?

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Q4131984 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.


Isso é indicativo de déficit

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Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
Alternativas
Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
Alternativas
Q4131981 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação da PC, de acordo com o tônus muscular, é:
Alternativas
Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

Alternativas
Q4131979 Fisioterapia

O treinamento muscular respiratório é fundamental na reabilitação pulmonar e pode ser utilizado para força ou resistência, mas sempre há uma mistura de efeitos. Treinando a resistência, acaba-se treinando a força; treinando a força, gera-se hipertrofia. Nesse sentido, é fundamental que o fisioterapeuta saiba reconhecer os sinais de sobrecarga muscular respiratória.


Quais são esses sinais?

Alternativas
Respostas
7781: C
7782: B
7783: E
7784: A
7785: D
7786: C
7787: C
7788: B
7789: D
7790: E
7791: A
7792: B
7793: D
7794: E
7795: A
7796: C
7797: D
7798: B
7799: D
7800: A