Questões de Concurso
Para vunesp
Foram encontradas 129.712 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Com base nas informações disponíveis, a opção de tratamento mais apropriada é
Com as informações fornecidas, a hipótese diagnóstica mais provável é
Admitindo-se a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente é
Além da notificação compulsória do agravo, de acordo com a última versão do Guia Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, é correto afirmar:
Constitui a principal hipótese diagnóstica para evolução desse paciente:
Em seguida, a conduta inicial mais apropriada é
A próxima conduta de maior relevância é
Nessa circunstância, é correto afirmar:
Considerando os conceitos, as fórmulas e as aplicações dos indicadores de saúde no Brasil, é correto afirmar:
Considerando a principal hipótese diagnóstica acerca dessa evolução, a alteração laboratorial mais provável nessa paciente é
A etiologia mais provável do quadro infeccioso do caso apresentado é
Paciente GII PI1N (há 2 anos) A0, idade gestacional de 13 semanas, sem comorbidades, vem à consulta de pré-natal com dúvidas em relação ao esquema de vacinação que deve ser realizado no período gestacional e no pós-parto. Nega vacinação prévia contra febre amarela e HPV. Última dose de vacina contra covid-19 foi há cerca de 1 ano. Alega que tomou a vacina do tétano na gestação anterior. Sorologias demonstram anti-HBs e HBsAg negativos. Última vacina contra Influenza foi em 2025.
Assinale a alternativa que representa as orientações corretas que devem ser dadas para essa gestante.
Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente primigesta, com idade gestacional de 10 semanas, vem à consulta de pré-natal com os seguintes resultados de exames laboratoriais, solicitados com idade gestacional de 7 semanas: glicemia de jejum 92 mg/dL, toxoplasmose IgG positivo e IgM positivo, rubeola IgG negativo e IgM negativo, tipagem sanguínea O negativo. Paciente sem queixas.
Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente primigesta, com idade gestacional de 10 semanas, vem à consulta de pré-natal com os seguintes resultados de exames laboratoriais, solicitados com idade gestacional de 7 semanas: glicemia de jejum 92 mg/dL, toxoplasmose IgG positivo e IgM positivo, rubeola IgG negativo e IgM negativo, tipagem sanguínea O negativo. Paciente sem queixas.
Paciente primigesta com 36 semanas de idade gestacional, EGB negativo, HIV positivo, carga viral 2.000 cópias/mL, CD4 200 células/mm3 , em terapia antirretroviral, deu entrada no PSO com queixa de perda de líquido há 30 minutos e dor tipo cólica. Ao exame físico: colo uterino 5 cm, médio, posterior, com saída de líquido claro com grumos pelo orifício externo do colo uterino ao exame especular. DU presente, BCF 146 bpm.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa mais adequada.
T.F.B., 33 anos, GII PI (1N) A0, IG 21 semanas, com história de um parto prematuro anterior com 34 semanas de idade gestacional, veio para ultrassom morfológico de segundo trimestre, com ultrassom transvaginal para medida do colo uterino que evidenciou: morfologia normal, ILA normal, comprimento do colo uterino 15 mm. Paciente sem queixas de dor ou de alteração de secreção vaginal.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa correta, de acordo com as Diretrizes da FEBRASGO e ACOG.
G.M.A., 26 anos, 37 semanas de idade gestacional, submetida à urocultura de rotina, em que o único agente isolado foi a Klebsiella pneumoniae e a contagem de colônias foi de 10.000 UFC/mL. Paciente assintomática.
Assinale a alternativa que representa a conduta mais adequada, diante desse caso.
Para responder à questão, leia o caso clínico a seguir:
R.S.M., 29 anos, GII PI 1N (sem intercorrência) A0, idade gestacional de 35 semanas e 3 dias, com 1 consulta de pré-natal no primeiro trimestre, deu entrada no PSO referindo diminuição progressiva da movimentação fetal. Não sente movimentação fetal há cerca de 12 horas. Ao exame físico e obstétrico: não identificados batimentos cardíacos fetais, AU 30 cm, DU ausente, colo uterino impérvio, grosso e posterior, bolsa aparentemente íntegra. PA 140 x 100 mmHg; IMC: 26 kg/m2; laboratorial: relação proteína na urina/creatinina na urina: 0,4. Paciente assintomática. Refere HAC, porém sem uso de medicação durante a gestação. Ultrassom obstétrico: identificado feto em apresentação cefálica, com peso de 1.850 g, no percentil 3, MBV: 1,5 cm, BCF ausente.
Para responder à questão, leia o caso clínico a seguir:
R.S.M., 29 anos, GII PI 1N (sem intercorrência) A0, idade gestacional de 35 semanas e 3 dias, com 1 consulta de pré-natal no primeiro trimestre, deu entrada no PSO referindo diminuição progressiva da movimentação fetal. Não sente movimentação fetal há cerca de 12 horas. Ao exame físico e obstétrico: não identificados batimentos cardíacos fetais, AU 30 cm, DU ausente, colo uterino impérvio, grosso e posterior, bolsa aparentemente íntegra. PA 140 x 100 mmHg; IMC: 26 kg/m2; laboratorial: relação proteína na urina/creatinina na urina: 0,4. Paciente assintomática. Refere HAC, porém sem uso de medicação durante a gestação. Ultrassom obstétrico: identificado feto em apresentação cefálica, com peso de 1.850 g, no percentil 3, MBV: 1,5 cm, BCF ausente.
Para responder à questão, leia o caso a seguir:
F.N.V., 28 anos, primigesta, idade gestacional de 39 semanas, IMC: 35 kg/m2 , hipertensa crônica controlada, em uso de metildopa. Pré-natal adequado. Encontra-se internada no centro de parto vaginal. Internação ocorreu com paciente em trabalho de parto franco. Apresentando, no momento, dilatação de 6 cm, apresentação cefálica, bolsa rota, com saída de líquido claro com grumos pelo colo uterino. Paciente evolui, nessa dilatação, com parada secundária da dilatação e da descida, mesmo após massagens e banhos terapêuticos. Inicia quadro de descompensação materna por dor intensa (escore de dor: 10/10). Feto ativo em apresentação cefálica.