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Q3983414 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
A frase “Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos.” (3º parágrafo) mantém a conformidade com a norma-padrão de regência se as expressões destacadas forem substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q3983413 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
•  ... isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura... (2º parágrafo)
•  ... o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis... (3º parágrafo)
•  ... e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. (4º parágrafo)

Os termos destacados são, correta e respectivamente, antônimos de
Alternativas
Q3983412 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
Na passagem do último parágrafo “... não raro acometida pela chamada ‘síndrome do céu azul’.”, as expressões destacadas remetem, correta e respectivamente, aos seguintes sentidos: 
Alternativas
Q3983411 Português
Nova tecnologia, velhos riscos

        O Brasil dá um passo importante ao incorporar o supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático. Instalado na unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, o novo equipamento eleva em 24 vezes a capacidade de processamento de dados em relação ao Tupã, que será substituído após anos de serviço. Trata-se de um salto tecnológico que posiciona o País entre os mais bem aparelhados do mundo para produzir previsões mais rápidas, detalhadas e confiáveis.

        Com o Jaci em operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026, o País passará a operar plenamente o novo modelo nacional de previsão climática e oceânica (Monan), capaz de integrar cerca de 40 bilhões de informações – da umidade do solo à velocidade dos ventos, da cobertura vegetal à formação de nuvens. Em termos práticos, isso significa expressivos ganhos de produtividade em áreas estratégicas como agricultura, defesa civil, planejamento territorial e estudos de mudança do clima. Num país continental como o Brasil, marcado por grande diversidade ambiental e crescente exposição a eventos extremos, um equipamento como o Jaci é uma necessidade básica.

        O busílis é que, aqui, o progresso científico frequentemente convive com políticas públicas frágeis, desarticuladas ou simplesmente inexistentes. Vale dizer, de pouco adiantará dispor de previsões climáticas cada vez mais precisas, se Estados e municípios continuarem incapazes de agir com base nos achados científicos. Boletins e alertas, por si sós, não salvam vidas.

        Os exemplos estão à vista de todos. Nos últimos anos, ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e outros eventos climáticos extremos se sucedem com inquietante regularidade. A tragédia que devastou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 e os tornados no Paraná e enchentes recorrentes em grandes cidades, sobretudo na região serrana do Rio de Janeiro e no litoral de São Paulo, não podem ser tratados como fatalidades naturais. Em grande medida, são desastres anunciados, agravados por décadas de ocupação desordenada do solo, impermeabilização urbana, moradias em encostas, desmatamento e ausência de planejamento.

        A ciência pode indicar onde e quando o risco se materializa. Mas cabe ao poder público, nas três esferas da administração, decidir como esses dados serão usados para prevenir danos, principalmente à integridade física dos cidadãos mais diretamente afetados. Isso implica investir em uma defesa civil estruturada, em planos diretores responsáveis, em habitação digna fora de áreas de risco, em infraestrutura de drenagem e em políticas ambientais modernas.

        O Jaci é a materialização de um Brasil capaz de produzir conhecimento de ponta. Falta assegurar que esse conhecimento não se perca no labirinto da inépcia administrativa e da miopia política, não raro acometida pela chamada “síndrome do céu azul”. Sem governança, coordenação e responsabilidade, a alta tecnologia corre o risco de servir apenas para prever, com precisão cada vez maior, as tragédias que o Estado insiste em não evitar.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.01.2026. Adaptado)
O editorial reconhece a relevância da incorporação do supercomputador Jaci ao sistema nacional de monitoramento meteorológico e climático, fazendo a ressalva de que
Alternativas
Q3974442 Noções de Informática

A respeito do aplicativo de colaboração Microsoft Teams 365, em sua configuração padrão, analise o parágrafo a seguir:


O Microsoft Teams oferece suporte total para______________de reuniões com______________automática, com armazenamento os arquivos na nuvem. Para reuniões privadas ou em grupo, esses arquivos ficam armazenados no______________. Para reuniões de canal, esses arquivos ficam no_______________.



Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as quatro lacunas do texto.

Alternativas
Q3974441 Noções de Informática
Numa empresa em que é utilizado o ambiente de armazenamento em nuvem Microsoft OneDrive 365, em sua configuração padrão, quando um usuário compartilhar uma de suas pastas com a opção “Permitir Edição” marcada, os usuários convidados poderão
Alternativas
Q3974440 Noções de Informática

Um servidor público usuário do Microsoft Outlook 365, na configuração padrão, deseja que mensagens indesejáveis de determinados remetentes sejam filtradas e transferidas de forma automática para uma pasta chamada Itens Excluídos antes de serem lidas.


Que recurso do programa o usuário deve utilizar para realizar seu objetivo? 

Alternativas
Q3974439 Noções de Informática

No aplicativo Microsoft PowerPoint 365, na configuração padrão, os Botões de Ação são elementos interativos que realizam ações específicas quando acionados pelo usuário, tais como direcionar para outro slide ou abrir um arquivo.


Para adicionar um botão a uma apresentação, o usuário deve acessar a guia Inserir do programa e selecionar o botão desejado dentro da galeria

Alternativas
Q3974438 Noções de Informática
As células de uma planilha em preparação com o Microsoft Excel 365, em sua configuração padrão, foram preenchidas como indicado a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Em seguida, foi digitada a fórmula =NÚM.CARACT(B1)-A1 na célula C1. Finalmente, a célula C1 foi selecionada e copiada para as células C2, C3 e C4.
Os valores numéricos que são apresentados nas células C1 a C4 são, respectivamente,
Alternativas
Q3974437 Noções de Informática
Em planilhas do Microsoft Excel 365, na configuração padrão, uma referência absoluta é um endereço de célula que permanece inalterado ao copiar uma fórmula para outras células. O símbolo utilizado para fixar o endereço de uma célula é o
Alternativas
Q3974436 Noções de Informática
Para garantir que todos os capítulos de um relatório tenham aparência uniforme, o gerente de uma empresa elaborou um modelo de documento no MS-Word 365, em sua configuração padrão, e o encaminhou aos seus líderes de projeto. Assim, esses líderes terão uma base para a edição dos seus capítulos, com estilos, margens, fontes e layout já definidos. A extensão padrão do arquivo de um modelo de documento do MS-Word 365 é
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Q3974435 Noções de Informática
No aplicativo Microsoft Word 365, em sua configuração padrão, a definição quanto às dimensões das margens, o tamanho e a orientação das folhas são configurações do documento que podem ser definidas por meio de recursos existentes na guia
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Q3974434 Noções de Informática
Para facilitar o desenvolvimento de seu trabalho, um auxiliar costuma organizar suas tarefas em diferentes ambientes dentro de seu computador. Para tanto, ele utiliza o recurso denominado Área de Trabalho Virtual do Microsoft Windows 11, em sua configuração padrão, cuja criação rápida pode ser feita pelo acionamento simultâneo das teclas Windows, CTRL e
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Q3974433 Noções de Informática

Um usuário do sistema operacional Microsoft Windows 11, em sua configuração padrão, necessita acessar o conteúdo de um extenso arquivo de texto a partir de diferentes pastas, todos armazenados no disco rígido do seu computador. Em lugar de criar cópias desse arquivo em cada uma das pastas, ele cria atalhos para o arquivo original.


Na situação descrita, uma das vantagens de usar atalhos em lugar de replicar arquivos é

Alternativas
Q3974432 Geografia
Criado em 1994, incluindo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai como membros, o Mercosul é um bloco que tem, entre outros objetivos, a
Alternativas
Q3974431 Geografia

Observe o mapa a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://www.ibge.gov.br/apps/dinamica_agropecuaria/#/home)


A distribuição espacial da cultura agrícola refere-se à produção 

Alternativas
Q3974430 Geografia
Realizado em 2022 pelo IBGE, o Censo Demográfico trouxe importantes informações sobre a dinâmica e as características da população brasileira, por exemplo:
Alternativas
Q3974429 Biologia

Observe a imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

(Bianca de Freitas Terra et al. In: Oecologia Australis, v. 25, n. 2, p. 605-619, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.4257/oeco.2021.2502.23)


A figura da esquerda mostra situação de um rio no período seco da região, e a figura da direita mostra situação, no mesmo local, no período chuvoso.


A vegetação que se apresenta na imagem é capaz de suportar longos períodos secos, revivendo nas primeiras chuvas, uma das características que identificam o domínio morfoclimático e fitogeográfico

Alternativas
Q3974428 Geografia

Observe o mapa e o texto a seguir para responder à questão:


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: brasilemsintese.ibge.gov.br/território/divisão-politica.html)


IBGE atualiza municípios de fronteira e defrontantes com o mar devido a mudanças de limites.


(Caio Belandi. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/31090-ibge-atualiza-municipios-defronteira-e-defrontantes-com-o-mar-devido-a-mudancas-de-limites#:~:text=Fronteira%20terrestre%20se%20estende%20por,%2C%20Paraguai%2C%20 Argentina%20e%20Uruguai)


Sobre as fronteiras terrestres internacionais do Brasil, é correto afirmar:

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Q3974427 Economia

Considere os textos a seguir:


Texto I


Os planos econômicos de José Sarney congelavam a taxa de câmbio oficial e incluíam o congelamento de preços. A população foi convocada pelo governo a denunciar às autoridades os comerciantes que remarcassem os preços ou escondessem as mercadorias. Os denunciantes ficaram conhecidos como “fiscais do Sarney”.



Texto II


Implementado em março de 1990, logo após a posse de Fernando Collor, esse plano consistia na retenção (confisco) das cadernetas de poupança por 18 meses. Estima-se que o governo tenha confiscado cerca de US$ 100 bilhões, o equivalente a 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil naquele ano.

(Flávia Said; Mariana Andrade. De repente 30:

como nasceu o Plano Real. Em: Metrópoles, 01.07.2024.

Disponível em: https://x.gd/KUKhi. Adaptado)


Os planos econômicos implementados no Brasil, nas situações mencionadas nos textos I e II, tinham como objetivo central

Alternativas
Respostas
2861: B
2862: D
2863: E
2864: A
2865: B
2866: B
2867: E
2868: A
2869: C
2870: B
2871: A
2872: D
2873: E
2874: C
2875: A
2876: A
2877: B
2878: D
2879: C
2880: E