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RN nascido a termo apresentou icterícia no primeiro dia de vida (bilirrubinas totais 8,8 mg/dL; bilirrubina direta 7,2 mg/dL; bilirrubina indireta 1,6 mg/dL), associada a hepatoesplenomegalia, perímetro cefálico de 38 cm e crises convulsivas. Mãe realizou pré-natal incompleto e irregular. Mãe refere ter apresentado quadro febril no segundo trimestre da gestação, com exantema. Realizada tomografia computadorizada de crânio do bebê, que demonstrou a presença de múltiplas calcificações difusas no parênquima cerebral, e exame de fundo de olho, que evidenciou coriorretinite bilateral.
Diante desse quadro, assinale a alternativa que contém o diagnóstico mais provável e o tratamento indicado, respectivamente.
Mãe de um recém-nascido com 6 dias de vida procura médico com várias dúvidas sobre os cuidados com a pele do seu primeiro filho.
De acordo com as recomendações mais recentes da Sociedade Brasileira de Pediatria, assinale a alternativa que apresenta a orientação correta.
Adolescente, sexo feminino, com 10 anos, é trazida à emergência após três dias de febre alta, dor de garganta e tosse, sendo medicada apenas com ibuprofeno. Nas últimas 24 horas, desenvolveu lesões cutâneas dolorosas que começaram nos lábios e evoluíram rapidamente para bolhas disseminadas no tronco e extremidades. As lesões bolhosas afetam cerca de 9% de sua superfície corporal total e são acompanhadas por erosões nas mucosas oral e ocular. O sinal de Nikolsky é positivo quando pesquisado. A mãe menciona o uso recente de amoxicilina, prescrito para uma infecção respiratória de via aérea superior, iniciado há 8 dias e prescrito por 10 dias.
Com base nesse quadro clínico, assinale a alternatica que apresenta, corretamente, a principal hipótese diagnóstica.
No início de 2024, foi publicada uma atualização que redefiniu os critérios para sepse e choque séptico em Pediatria, baseando-se em critérios de um escore conhecido como “PHOENIX”. Considere um bebê de um ano de idade com peso de 10 kg, apresentando um quadro de pneumonia e tratada com amoxicilina nas últimas 48 horas. Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva, com escala de coma de Glasgow de 11, desconforto respiratório significativo e palidez cutânea e mucosa. Está com cateter nasal de alto fluxo de oxigênio a 15 litros por minuto com FiO2 de 50%. Dados vitais: frequência cardíaca de 175 bpm; PA de 60 x 36 mmHg; tempo de enchimento capilar de 5 segundos após já ter recebido 40 mL/kg de solução isotônica. A saturação de oxigênio está em 90%, com uma gasometria arterial mostrando PaO2 de 55 mmHg em FiO2 de 50% e lactato de 6,08 mmol/L. Ausculta evidencia crepitações em todo o hemitórax direito, e a radiografia revela condensação nessa área. No hemograma, há 20.000 leucócitos/mm3 com neutrofilia, plaquetas de 100.000/mcL, PCR elevado, tempo de protrombina em 23 segundos (INR 1,9), tempo de tromboplastina parcial ativada em 45 segundos (RN 1,6), fibrinogênio de 90 mg/dL. O D-dímero não foi coletado.
Com relação à condição da criança e sua atual classificação, assinale a afirmativa correta.
Lactente, sexo feminino, 12 meses de idade, diagnosticada com síndrome de Down, é levada ao posto de saúde para atualização do seu calendário vacinal. Ela possui um histórico de infecções respiratórias recorrentes, mas não apresenta outros problemas de saúde significativos. Seus pais estão preocupados com a proteção adequada contra infecções, considerando sua condição genética. Eles querem saber quais imunobiológicos especiais podem ser indicados para sua filha, de acordo com as atuais diretrizes dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Com base nas recomendações dos CRIE, qual é a estratégia de vacinação mais apropriada para essa paciente?
Um lactente de 7 meses, amamentado exclusivamente até os 6 meses, é levado à consulta pediátrica de rotina por seus pais, que relatam preocupação com a saúde do filho, já que há histórico familiar de talassemia. Durante a consulta, os pais mencionam que o bebê já iniciou a introdução alimentar com papinha de legumes e frutas, mas sem fontes alimentares de ferro mais efetivas, como carne vermelha. Não houve suplementação de ferro até o momento, e a mãe questiona sobre a necessidade e o momento ideal para iniciar a profilaxia com ferro.
Com base nesse cenário clínico e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria para a prevenção de anemia ferropriva em lactentes, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Uma mãe comparece à Unidade Básica de Saúde um dia após seu bebê de 2 meses e 10 dias ter recebido as vacinas rotineiras do Programa Nacional de Imunizações, incluindo a vacina pentavalente, a pneumocócica conjugada-10 valente e a da poliomielite. A criança apresentou febre de 39 graus, cerca de 8 horas após a administração das vacinas, que foi controlada com uso de antitérmico. A criança está assintomática e com exame físico normal. A mãe está preocupada e deseja orientações sobre como proceder caso a febre retorne ou ocorra em futuras vacinações.
Qual é a recomendação mais apropriada a ser oferecida à mãe?
Em uma consulta de rotina, uma criança pré-escolar de 2 anos e 5 meses, sexo feminino, é avaliada pelo pediatra. A família relata que, desde que começou a frequentar a escola, a criança apresenta episódios de febre e tosse, quase mensalmente, nos últimos 12 meses. Nos últimos 6 meses, a menina precisou de antibióticos em três ocasiões: esteve internada por pneumonia bacteriana em unidade de terapia intensiva e teve duas infecções de ouvido. A radiografia do tórax feita durante a internação revelou um padrão consolidado característico de pneumonia. Além disso, teve outras duas internações anteriores: por gastroenterite com desidratação, aos 8 meses, e por celulite facial associada à sinusite, aos 2 anos. Seu calendário vacinal está atualizado. A menina tem uma alimentação variada, mas consome poucos vegetais. Recebeu suplemento de vitamina D até os 18 meses, porém não tomou suplementação de ferro devido à resistência em ingerir o medicamento. Nas avaliações de crescimento, o peso e a altura permanecem estagnados nos últimos quatro meses.
Frente à suspeita diagnóstica mais provável, qual deve ser a conduta médica correta?
Uma paciente de 64 anos, com diagnóstico de DPOC (classificada como GOLD E), eosinófilos no sangue < 300 células/μL, está em tratamento regular com LABA + LAMA. Ela apresenta exacerbação da DPOC com dispneia e hipoxemia, necessitando de internação hospitalar. A paciente encontra-se clinicamente estável e será acomodada em enfermaria.
A respeito da condução da paciente, em ambiente hospitalar, assinale a alternativa correta.
Um paciente adulto, do sexo masculino, com IMC 30, em investigação de sonolência diurna, retorna ao consultório após realização de uma polissonografia. Ele questiona, sobre o índice de apneia-hipopneia (IAH), até quantos eventos por hora podem ser considerados normais para um adulto.
A resposta correta a esse questionamento é:
Os modos de ventilação mecânica não invasiva (VNI), quando bem indicados, reduzem taxas de intubação precoce, tempo de internação, infecções nosocomiais e complicações relacionadas à ventilação mecânica invasiva.
Qual das condições a seguir é uma contra-indicação à VNI?
Um paciente de 53 anos de idade, previamente hipertenso, é internado devido a pneumonia a direita e derrame pleural volumoso, este drenado na admissão hospitalar. Após 72h, o paciente mantém eventos de febre e piora do estado geral. Recebe ceftriaxona e azitromicina, em doses habituais para pneumonia da comunidade. Dreno de tórax bem locado, em selo d´água, oscilante, sem borbulhas. Conteúdo turvo, volume drenado nas últimas 24 horas de 50 mL. Análise parcial do líquido pleural: culturas em andamento; pH < 7,2; DHL > 1.000 UI/L; glicose < 40; predomínio de células polimorfonucleares; raio-X de tórax de controle mantém opacidade nos 2/3 inferiores do hemitórax direito. Exame de USG indispo nível na unidade em que o paciente se encontra.
Qual exame de imagem estaria indicado para seguir com a avaliação do paciente?
Considere um paciente com diagnóstico recente de neoplasia pulmonar com os seguintes achados de exames: tomografia de tórax: massa sólida de 3,5 cm em parênquima pulmonar, com invasão de pleura visceral; linfonodos aumentados regionais; Pet-TC: positivo para linfonodos torácicos ipsilaterais ao tumor; ausência de metástase a distância; histopatológico: adenocarcinoma pulmonar.
Qual a classificação desse caso, segundo o estadiamento TMN?
Paciente do sexo feminino, com 25 anos de idade, gestante de 20 semanas, iniciará o tratamento de tuberculose pulmonar bacilífera.
O esquema de tratamento de primeira escolha é
Leia o excerto a seguir:
O exame de PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons – tomografia computadorizada) com fluordesoxiglicose marcado com Flúor-18 (PET-CT FDG), que combina imagens funcionais e anatômicas, é o padrão de atendimento de pacientes com câncer de pulmão, desempenhando papel importante no estadiamento clínico, na avaliação de resposta e planejamento do tratamento, bem como na detecção de doença recorrente, acompanhamento oncológico e previsão de prognóstico desses pacientes.
(Silmara Segala Gouveia – “PET-CT FDG no estadiamento do câncer de pulmão”. In: Pulmão RJ, 2023)
Entre os fatores que podem levar a um resultado falso-negativo do PET-CT na investigação de neoplasia pulmonar, está a