Questões de Concurso Comentadas para vunesp

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Q3429178 Português
Fotografia


        O francês JosephNicéphore Niépce (17651833) ajudou a iniciar o ramo da fotografia, na primeira metade do século 19, capturando a primeira imagem fotográfica fixa.

        Niépce chegou _____ fotografia graças _____ seu interesse por litografia, o processo de copiar desenhos à mão sobre pedra, imprimindo-os depois sobre papel. Empregando ______ habilidades artísticas do filho, Niépce estabeleceu uma próspera empresa na área. Mas, quando seu filho foi recrutado pelo exército francês, ele subitamente perdeu seu desenhista.

        Forçado a usar sua capacidade inventiva, uma vez que não tinha qualquer talento artístico, Niépce concebeu um processo que dispensava o desenhista – ele utilizava a luz ambiente para fixar uma cena em filme. Para isso, Niépce usou vidro recoberto por um tipo de asfalto que se torna solúvel em água quando exposto a uma quantidade suficiente de luz. Sua primeira fotografia mostrava um terreiro visto da janela superior de sua casa de campo. Foi necessário t anto tempo para obter uma exposição adequada para capturar a imagem que as sombras das árvores se moveram à medida que o sol avançou pelo céu da tarde. A foto saiu bastante borrada, mas Niépce havia aberto a porta para uma nova indústria.

(Marcelo Duarte, O livro das invenções. Adaptado)

Considere as seguintes frases do 3° parágrafo:



•  “Forçado a usar sua capacidade inventiva, uma vez que não tinha qualquer talento artístico, Niépce concebeu um processo que dispensava o desenhista…”


•  “… as sombras das árvores se moveram à medida que o sol avançou pelo céu da tarde.”



É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, respectivamente, as ideias de

Alternativas
Q3429176 Português
Fotografia


        O francês JosephNicéphore Niépce (17651833) ajudou a iniciar o ramo da fotografia, na primeira metade do século 19, capturando a primeira imagem fotográfica fixa.

        Niépce chegou _____ fotografia graças _____ seu interesse por litografia, o processo de copiar desenhos à mão sobre pedra, imprimindo-os depois sobre papel. Empregando ______ habilidades artísticas do filho, Niépce estabeleceu uma próspera empresa na área. Mas, quando seu filho foi recrutado pelo exército francês, ele subitamente perdeu seu desenhista.

        Forçado a usar sua capacidade inventiva, uma vez que não tinha qualquer talento artístico, Niépce concebeu um processo que dispensava o desenhista – ele utilizava a luz ambiente para fixar uma cena em filme. Para isso, Niépce usou vidro recoberto por um tipo de asfalto que se torna solúvel em água quando exposto a uma quantidade suficiente de luz. Sua primeira fotografia mostrava um terreiro visto da janela superior de sua casa de campo. Foi necessário t anto tempo para obter uma exposição adequada para capturar a imagem que as sombras das árvores se moveram à medida que o sol avançou pelo céu da tarde. A foto saiu bastante borrada, mas Niépce havia aberto a porta para uma nova indústria.

(Marcelo Duarte, O livro das invenções. Adaptado)
Em conformidade com a norma de emprego do sinal indicativo de crase, as lacunas do 2° parágrafo devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q3429175 Português

 Leia o texto a seguir para responder à questão.



Medo e coragem



        Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.


        Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.


        Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.


 (Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)

Considere o seguinte trecho do 2° parágrafo:



•  “Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade  dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos…”



Mantendo o sentido original e a correção gramatical, esse trecho pode ser reescrito como:

Alternativas
Q3429174 Português

 Leia o texto a seguir para responder à questão.



Medo e coragem



        Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.


        Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.


        Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.


 (Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)

Na frase “Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo” (1º parágrafo), o trecho destacado pode ser substituído, mantendo o sentido original, por
Alternativas
Q3429173 Português

 Leia o texto a seguir para responder à questão.



Medo e coragem



        Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.


        Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.


        Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.


 (Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta informação correta a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto.
Alternativas
Q3427756 Filosofia
Alberto Cupani, em seu texto “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”, apresenta a abordagem da tecnologia de Andrew Feenberg como se segue: “A tecnologia, concorda Feenberg, é um fenômeno tipicamente moderno. (...) Mas a tecnologia (...) não é um mero instrumento neutro, pois ela encarna valores antidemocráticos provenientes da sua vinculação com o capitalismo e manifestos numa cultura de empresários, que enxerga o mundo em termos de controle, eficiência (medida pelo proveito alcançado) e recursos”.
Conforme explica Alberto Cupani, a abordagem de Feenberg acerca da tecnologia tem influência da
Alternativas
Q3427755 Filosofia
Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote, no artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de Filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”, defendem que “(...) os elementos da cultura digital podem ser usados como ferramentas pedagógicas para o engajamento dos estudantes no ensino da Filosofia”.
De acordo com os autores, o uso de tecnologias educacionais visa à
Alternativas
Q3427754 Filosofia
No texto Introdução à bioética, buscando clarificar a área de atuação da bioética, Volnei Garrafa destaca: “Objetivando melhor sistematização e compreensão de sua área de estudo e abrangência, a Cátedra Unesco de Bioética da Universidade de Brasília (...) organiza seus programas de pós-graduação (...) a partir de dois grandes campos de atuação, de acordo com sua historicidade: a bioética das situações emergentes e a bioética das situações persistentes”.
De acordo com Volnei Garrafa, caracteriza-se como um exemplo de bioética das situações persistentes a
Alternativas
Q3427753 Filosofia
Em seu livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, Danilo Marcondes explica a ideia de política em Aristóteles: “A política de Aristóteles é estudada em seu tratado de Política, no qual encontramos a famosa e influente definição ‘o homem é um animal político’ (zoon politikon) (...). A política se articula com a ética na medida em que examina o contexto em que o homem virtuoso deve exercer sua virtude, que é a polis”.
Com base no excerto, é correto afirmar que a articulação entre ética e política, apoiada na definição aristotélica do homem como animal político, indica que a 
Alternativas
Q3427752 Filosofia
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, em seu livro Filosofando: introdução à Filosofia, apresentam um debate sobre antropologia filosófica: “O mundo que resulta do pensar e do agir humanos não pode ser chamado de natural, pois se encontra modificado e ampliado por nós. Portanto, as diferenças entre ser humano e animal não são apenas de grau, porque, enquanto o animal permanece mergulhado na natureza, nós somos capazes de transformá-la”.
Considerando o contexto do excerto, é correto afirmar que a capacidade de transformação da natureza representa a 
Alternativas
Q3427751 Filosofia
No livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, ao tratar do pensamento de Martin Heidegger sobre a tecnologia, Danilo Marcondes ressalta que, para Heidegger, “a ciência e sua aplicação técnica seriam incapazes de pensar o ser, de pensá-lo fora da problemática do conhecimento e da consideração instrumental e operacional da realidade típicos do mundo técnico. Na verdade, o desenvolvimento de nosso modelo técnico e industrial é consequência precisamente do ‘esquecimento do ser’ na trajetória da cultura ocidental”.
Conforme a explicação de Danilo Marcondes, o avanço técnico-científico, no pensamento de Heidegger, é expressão
Alternativas
Q3427750 Filosofia
Ao discutir acerca dos filósofos contratualistas, Danilo Marcondes, em seu livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, aborda a teoria política formulada por Hobbes: “Essa cessão e transferência de direitos e poderes consiste em um contrato social, por meio do qual se institui a sociedade civil organizada e se evita ‘a guerra de todos contra todos’. Por que isso ocorre? Porque, em última análise, o homem deseja sobreviver”.
Com base no excerto, é correto afirmar que a fundamentação do contrato social em Hobbes está diretamente relacionada à
Alternativas
Q3427749 Filosofia
No artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de Filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”, Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote ressaltam: “Dentre os desafios (...), (1) há o desinteresse dos estudantes, pois muitos estudantes do Ensino Médio não veem a Filosofia como uma disciplina relevante para suas vidas e, por isso, podem ter dificuldades para se engajar com os conteúdos e para participar das discussões em sala de aula; (2) em alguns casos, há preconceitos em relação à Filosofia, como a ideia de que ela é uma disciplina abstrata e sem utilidade prática, o que pode afastar os estudantes da disciplina (...)”.
Segundo os autores, as tecnologias digitais podem contribuir para o ensino de Filosofia ao
Alternativas
Q3427748 Filosofia
Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar, Juvenal Savian Filho analisa diferentes formas de raciocínio; entre elas, a seguinte: “(...) guiando-nos pela sensibilidade para com certos sinais aparentemente não relacionados, chegamos a conclusões que fazem sentido, por exemplo, como age um detetive ou como age o cientista no momento em que ‘cria’ novas hipóteses”.
A forma de raciocínio apresentada por Juvenal Savian Filho, no excerto, refere-se ao raciocínio 
Alternativas
Q3427747 Filosofia
Sobre a metafísica aristotélica, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, em seu livro Filosofando: introdução à Filosofia, afirmam: “Toda a estrutura teórica da filosofia aristotélica desemboca no divino, numa teologia. A descrição das relações entre as coisas leva ao reconhecimento da existência de um ser superior e necessário (...). Porque, se as coisas são contingentes (...), é preciso concluir que são produzidas por causas exteriores a elas”.
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, a estratégia aristotélica para evitar a regressão infinita fundamenta-se
Alternativas
Q3427746 Filosofia
No livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, ao tratar da Filosofia da Linguagem proposta por Ludwig Wittgenstein, Danilo Marcondes aponta: “Se adotamos a noção de jogo de linguagem, o significado não é mais estabelecido pela forma da proposição, nem pelo sentido de seus componentes, nem por sua relação com fatos, mas pelo uso que fazemos das expressões linguísticas nos diferentes contextos ou situações em que as empregamos”.
Com base no excerto, é correto afirmar que a noção de jogo de linguagem introduz uma mudança fundamental na filosofia de Wittgenstein, ao indicar
Alternativas
Q3427745 Filosofia
A Filosofia da Natureza de Schelling é abordada por Danilo Marcondes, em seu livro Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, a partir de seu objeto de superação. Ele afirma: “Sua Filosofia da Natureza, seguindo a tendência da época, rompe com o mecanicismo típico do início da modernidade, passando a considerar a natureza como um organismo vivo, dotado de um princípio vital. A arte tem para ele um papel unificador (...), tornando possível uma integração com o real através do elemento estético”.
Com base na exposição de Danilo Marcondes, o mecanicismo superado por Schelling concebe o mundo natural como
Alternativas
Q3427744 Filosofia
Volnei Garrafa, em seu texto Introdução à bioética, apresenta o que considera ser as bases do estatuto epistemológico da bioética. Um dos referenciais epistemológicos mencionados é: “5. A análise concreta dos fatos a partir do referencial do pensamento complexo (na visão de Edgar Morin) ou da totalidade concreta (na visão de Karel Kosík), que não significa a soma das partes de uma determinada questão, mas sua interpretação estruturada onde todos conceitos e elementos se iluminam mutuamente, proporcionando uma noção mais palpável e harmônica de realidade”.
Volnei Garrafa argumenta que a bioética deve abordar os conflitos éticos por meio de uma
Alternativas
Q3427743 Filosofia
No estudo dos diferentes tipos de argumentos, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins apresentam, em seu livro Filosofando: introdução à Filosofia, a noção de falácia: “é um tipo de raciocínio incorreto, apesar de ter a aparência de correção. (...) As falácias de falsa causa (...) são muito comuns e representam as inúmeras inferências que fazemos no cotidiano ao tomarmos como causa o que não é a causa real”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um tipo de falácia conforme mencionado por Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins.
Alternativas
Q3427742 Filosofia
Ao analisar os elementos presentes na argumentação, Juvenal Savian Filho, em seu livro Argumentação: a ferramenta do filosofar, afirma: “É no nível dos pressupostos e premissas que podemos ter os melhores debates filosóficos”.
A afirmação mencionada no excerto indica que, para Juvenal Savian Filho,
Alternativas
Respostas
14261: A
14262: B
14263: A
14264: C
14265: D
14266: D
14267: A
14268: E
14269: C
14270: D
14271: B
14272: A
14273: E
14274: B
14275: A
14276: D
14277: C
14278: E
14279: A
14280: B