Questões de Concurso
Para upenet/iaupe
Foram encontradas 16.065 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Tecnologia e humanidade
Por Danilo España
Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação; neste momento, somos ajudados pela tecnologia.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não faça tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Não é só o fato de vermos famílias inteiras ou grupos de amigos em um restaurante, por exemplo, imersos, todos, em seus celulares e tablets ultramodernos, sem conversar. Há também outras situações que nos mantêm reféns da modernidade: ter que olhar o e-mail diversas vezes por dia, acompanhar as atualizações das redes sociais, responder centenas de mensagens e depender de uma conexão de alta velocidade 24 horas por dia para satisfazer nossas curiosidades, buscar informações, cumprir tarefas, pagar contas, descobrir tendências, ideias, empresas, pessoas, etc.
Mas como definir se a quantidade de contato que temos com a tecnologia chega a ser prejudicial? Máquinas, equipamentos, dispositivos são essenciais para sobreviver em um modelo de sociedade em que o virtual está cada dia mais próximo do real. Descobrir um limite de interação com as tecnologias é algo individual, cada um deve buscar essa equação para respeitar sua própria natureza.
Por mais que busquemos as tecnologias mais incríveis, ainda assim é o homem que as inventa, as cria, ou seja, todo potencial de sua criação está no homem. Possuímos a mais avançada tecnologia, a tecnologia natural, biológica, humana… ou seja, não podemos esquecer as funções que nosso corpo desempenha, a quantidade de informações que armazenamos, como conseguimos acessá-las a uma velocidade absurda, a capacidade de bilhões de cálculos, o potencial analítico que temos, autorregulações corporais, sentimentos, emoções, razão etc.
A tecnologia evidentemente evolui, mas e a humanidade? Estamos evoluindo nosso lado humano e tendo orgulho dessa evolução tanto quanto da tecnologia? Precisamos de um movimento que valorize as características naturais do homem, que respeite seus limites e que trabalhe dentro de um nível de tolerância individual, considerando que somos diferentes, que suportamos coisas absolutamente distintas. Os talentos também são individuais, devem ser exercitados, desenvolvidos e o tempo que nos prendemos à tecnologia muitas vezes consome esses importantes momentos.
Então que sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…
Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-que-te-motiva/2014/01/13/tecnologia-e-humanidade/ Acesso
em: 22 out. 2015. Adaptado.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não faça tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Acerca dos aspectos morfossintáticos do trecho em questão, analise as afirmativas a seguir.
I. As orações que formam o primeiro período mantêm entre si uma relação de dependência sintática e semântica.
II. Em “Acontece que para tudo há um limite", a forma verbal destacada constitui uma oração sem sujeito.
III. As formas verbais „há‟ e „faça‟ estão no singular pela mesma razão, isto é, suas ações não podem ser atribuídas a um sujeito gramatical.
IV. A substituição do verbo existir em „existem pessoas‟ pelo verbo „haver‟ exigiria que a conjugação desse último fosse construída no singular (há).
V. O trecho: “e ainda que não faça tantos anos" tem o mesmo sentido que „embora não faça tantos anos‟.
Estão CORRETAS, apenas:
Tecnologia e humanidade
Por Danilo España
Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação; neste momento, somos ajudados pela tecnologia.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não faça tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Não é só o fato de vermos famílias inteiras ou grupos de amigos em um restaurante, por exemplo, imersos, todos, em seus celulares e tablets ultramodernos, sem conversar. Há também outras situações que nos mantêm reféns da modernidade: ter que olhar o e-mail diversas vezes por dia, acompanhar as atualizações das redes sociais, responder centenas de mensagens e depender de uma conexão de alta velocidade 24 horas por dia para satisfazer nossas curiosidades, buscar informações, cumprir tarefas, pagar contas, descobrir tendências, ideias, empresas, pessoas, etc.
Mas como definir se a quantidade de contato que temos com a tecnologia chega a ser prejudicial? Máquinas, equipamentos, dispositivos são essenciais para sobreviver em um modelo de sociedade em que o virtual está cada dia mais próximo do real. Descobrir um limite de interação com as tecnologias é algo individual, cada um deve buscar essa equação para respeitar sua própria natureza.
Por mais que busquemos as tecnologias mais incríveis, ainda assim é o homem que as inventa, as cria, ou seja, todo potencial de sua criação está no homem. Possuímos a mais avançada tecnologia, a tecnologia natural, biológica, humana… ou seja, não podemos esquecer as funções que nosso corpo desempenha, a quantidade de informações que armazenamos, como conseguimos acessá-las a uma velocidade absurda, a capacidade de bilhões de cálculos, o potencial analítico que temos, autorregulações corporais, sentimentos, emoções, razão etc.
A tecnologia evidentemente evolui, mas e a humanidade? Estamos evoluindo nosso lado humano e tendo orgulho dessa evolução tanto quanto da tecnologia? Precisamos de um movimento que valorize as características naturais do homem, que respeite seus limites e que trabalhe dentro de um nível de tolerância individual, considerando que somos diferentes, que suportamos coisas absolutamente distintas. Os talentos também são individuais, devem ser exercitados, desenvolvidos e o tempo que nos prendemos à tecnologia muitas vezes consome esses importantes momentos.
Então que sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…
Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-que-te-motiva/2014/01/13/tecnologia-e-humanidade/ Acesso
em: 22 out. 2015. Adaptado.
“Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação; neste momento, somos ajudados pela tecnologia. A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite (...)"
O autor inicia o seu texto abordando o tema da tecnologia e citando algumas de suas vantagens, mas introduz uma mudança de orientação argumentativa a partir do trecho:
Tecnologia e humanidade
Por Danilo España
Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação; neste momento, somos ajudados pela tecnologia.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não faça tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Não é só o fato de vermos famílias inteiras ou grupos de amigos em um restaurante, por exemplo, imersos, todos, em seus celulares e tablets ultramodernos, sem conversar. Há também outras situações que nos mantêm reféns da modernidade: ter que olhar o e-mail diversas vezes por dia, acompanhar as atualizações das redes sociais, responder centenas de mensagens e depender de uma conexão de alta velocidade 24 horas por dia para satisfazer nossas curiosidades, buscar informações, cumprir tarefas, pagar contas, descobrir tendências, ideias, empresas, pessoas, etc.
Mas como definir se a quantidade de contato que temos com a tecnologia chega a ser prejudicial? Máquinas, equipamentos, dispositivos são essenciais para sobreviver em um modelo de sociedade em que o virtual está cada dia mais próximo do real. Descobrir um limite de interação com as tecnologias é algo individual, cada um deve buscar essa equação para respeitar sua própria natureza.
Por mais que busquemos as tecnologias mais incríveis, ainda assim é o homem que as inventa, as cria, ou seja, todo potencial de sua criação está no homem. Possuímos a mais avançada tecnologia, a tecnologia natural, biológica, humana… ou seja, não podemos esquecer as funções que nosso corpo desempenha, a quantidade de informações que armazenamos, como conseguimos acessá-las a uma velocidade absurda, a capacidade de bilhões de cálculos, o potencial analítico que temos, autorregulações corporais, sentimentos, emoções, razão etc.
A tecnologia evidentemente evolui, mas e a humanidade? Estamos evoluindo nosso lado humano e tendo orgulho dessa evolução tanto quanto da tecnologia? Precisamos de um movimento que valorize as características naturais do homem, que respeite seus limites e que trabalhe dentro de um nível de tolerância individual, considerando que somos diferentes, que suportamos coisas absolutamente distintas. Os talentos também são individuais, devem ser exercitados, desenvolvidos e o tempo que nos prendemos à tecnologia muitas vezes consome esses importantes momentos.
Então que sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…
Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-que-te-motiva/2014/01/13/tecnologia-e-humanidade/ Acesso
em: 22 out. 2015. Adaptado.
Tecnologia e humanidade
Por Danilo España
Através do teclado do meu computador digito esse texto e através da sua tela você o lê. Aqui criamos um elo de comunicação; neste momento, somos ajudados pela tecnologia.
A tecnologia nos ajuda em diversas áreas, facilita processos, acelera as comunicações e gera resultados rápidos. Acontece que para tudo há um limite, e ainda que não faça tantos anos que a tecnologia atingiu um certo ápice, existem pessoas comprovando na pele que o excesso de tecnologia pode prejudicar a vida social e até mesmo a saúde.
Não é só o fato de vermos famílias inteiras ou grupos de amigos em um restaurante, por exemplo, imersos, todos, em seus celulares e tablets ultramodernos, sem conversar. Há também outras situações que nos mantêm reféns da modernidade: ter que olhar o e-mail diversas vezes por dia, acompanhar as atualizações das redes sociais, responder centenas de mensagens e depender de uma conexão de alta velocidade 24 horas por dia para satisfazer nossas curiosidades, buscar informações, cumprir tarefas, pagar contas, descobrir tendências, ideias, empresas, pessoas, etc.
Mas como definir se a quantidade de contato que temos com a tecnologia chega a ser prejudicial? Máquinas, equipamentos, dispositivos são essenciais para sobreviver em um modelo de sociedade em que o virtual está cada dia mais próximo do real. Descobrir um limite de interação com as tecnologias é algo individual, cada um deve buscar essa equação para respeitar sua própria natureza.
Por mais que busquemos as tecnologias mais incríveis, ainda assim é o homem que as inventa, as cria, ou seja, todo potencial de sua criação está no homem. Possuímos a mais avançada tecnologia, a tecnologia natural, biológica, humana… ou seja, não podemos esquecer as funções que nosso corpo desempenha, a quantidade de informações que armazenamos, como conseguimos acessá-las a uma velocidade absurda, a capacidade de bilhões de cálculos, o potencial analítico que temos, autorregulações corporais, sentimentos, emoções, razão etc.
A tecnologia evidentemente evolui, mas e a humanidade? Estamos evoluindo nosso lado humano e tendo orgulho dessa evolução tanto quanto da tecnologia? Precisamos de um movimento que valorize as características naturais do homem, que respeite seus limites e que trabalhe dentro de um nível de tolerância individual, considerando que somos diferentes, que suportamos coisas absolutamente distintas. Os talentos também são individuais, devem ser exercitados, desenvolvidos e o tempo que nos prendemos à tecnologia muitas vezes consome esses importantes momentos.
Então que sejamos usuários da tecnologia e não seus escravos…
Disponível em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-que-te-motiva/2014/01/13/tecnologia-e-humanidade/ Acesso
em: 22 out. 2015. Adaptado.
Assinale a alternativa que corresponde a um objetivo secundário da Farmácia Hospitalar.
Em hospitais com leitos destinados a pacientes críticos, tem a CCIH acrescida de outros profissionais de nível superior, da área de saúde e os membros executivos terão acrescidas duas horas semanais de trabalho para cada dez leitos ou fração. A Portaria Nº 616, de 12/05/1998 elencou os pacientes considerados críticos. Qual das alternativas abaixo corresponde ao paciente que NÃO consta desse elenco?
Assinale a alternativa que corresponde ao estudo da utilização de drogas em uma população.
A qual grupo de medicamentos corresponde a afirmativa abaixo?
“Aquele elaborado a partir de planta medicinal de uso alicerçado na tradição popular, sem evidências, conhecidas ou informadas, de risco à saúde do usuário, cuja eficácia é validada por meio de levantamentos etnofarmacológicos e de utilização, documentações tecnocientíficas ou publicações indexadas .”
Um paciente de 86 anos queixa-se de tosse e sangue no escarro durante os últimos dois dias. Por ocasião do internamento, apresentava febre. O raio X revelou um aumento da densidade do lóbulo direito médio. O esfregaço do escarro revelou muitos cocos Gram positivos, e a cultura foi positiva para Staphylococcus aureus, produtores de penicilinase. Assinale a alternativa que contém o agente que deve ser administrado ao paciente.
A cólera prejudica o sossego da vida e a saúde do corpo, ofusca o julgamento e cega a razão. (Diderot)
Se o termo "cólera" fosse substituído por "maus pensamentos", preservando-se o tempo verbal do texto 06, estaria CORRETO o texto indicado na alternativa
Disponível em: www.facebook.com
Analisando-se o texto 02, tem-se que
Disponível em: www.facebook.com
De acordo com o texto 01,
Sobre a penalidade do servidor, é CORRETO afirmar que
Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª no que se refere a pecados capitais na comunicação no ambiente de trabalho.
1. Apatia
2. Insegurança
3. Impaciência 4. Incoerência 5. Prolixidade 6. Ignorância 7. Arrogância
( ) Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase que uma obrigação em vez de ser uma ação prazerosa e envolvente.
( ) Discrepância, falta de lógica, inconsequência.
( ) Ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação.
( ) Caracteriza a falta de humildade
( ) Falta de conhecimento, de sabedoria e de instrução sobre determinado tema, ou mesmo, acreditar em algo falso, não tendo discernimento.
( ) Reflete o desconhecimento das características do público-alvo.
( ) Falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
1. Mandamento 2. Não é mandamento
( ) Controle suas reações agressivas. Esqueça a indelicadeza e ironia.
( ) Não se preocupe em resolver algum problema e não precisa procurar seu chefe imediato. A hierarquia é secundária.
( ) Conheça melhor as pessoas com quem irá trabalhar com o intuito de compreendê-las e se adapte às suas características individuais.
( ) Procure as causas da sua antipatia, a fim de vencê-las e não contaminar seu ambiente de trabalho.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Sobre as relações humanas no trabalho, é CORRETO afirmar:
I. Prejudicar, deliberadamente, a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam.
II. Deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento da sua necessidade.
III. Alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências.
IV. Apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente.
Está CORRETO o que se afirma em
Sobre os principais deveres do Servidor Público, analise os itens abaixo:
I. Desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular.
II. Jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo.
III. Tratar, cuidadosamente, os usuários dos serviços, aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público.
IV. Não se preocupar em manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, pois isso fica sob a responsabilidade do pessoal envolvido com a limpeza e manutenção do ambiente.
Está(ão) CORRETO(S), apenas,
I. A resistência dos materiais que sofrerão empilhamento.
II. O equipamento disponível para a execução de um empilhamento seguro.
III. A resistência dos pisos e do pavimento.
Está(ão) CORRETO(S)