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Q3931966 Radiologia
Assinale a alternativa que correlaciona a sutura fechada precocemente com a respectiva deformidade craniana:
Alternativas
Q3931965 Medicina
O estudo de carótidas de um paciente evidenciou uma estenose na origem da artéria carótida interna direita entre 50% e 59%.
Qual dos resultados abaixo deve ter sido utilizado para estimar esse achado ultrassonográfico?
Alternativas
Q3931964 Medicina
Qual dos sinais abaixo é encontrado na radiografia simples de um paciente com coarctação de aorta?
Alternativas
Q3931963 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Alguns critérios devem ser observados para se realizar a abertura do protocolo de morte encefálica no caso do paciente acima, EXCETO:
Alternativas
Q3931962 Radiologia
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



 Sobre MAV cerebral, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q3931961 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Quais os critérios usados na classificação suplementar de Spetzler-Martin e quantos pontos a MAV cerebral do paciente em questão recebe?
Alternativas
Q3931960 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Quantos pontos e qual grau a MAV cerebral do paciente em questão recebe pela classificação de Spetzler-Martin (SM)? 
Alternativas
Q3931959 Medicina
Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho-PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva.

Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno.

Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.



Qual medida mais adequada no momento a se fazer diante desse paciente? 
Alternativas
Q3931958 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Ainda sobre os hematomas epidurais agudos, a rotura da Artéria Meníngea Média (AMM) é frequentemente associada ao surgimento deles.
Qual alternativa está CORRETA sobre essa artéria?
Alternativas
Q3931957 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Diferentemente do caso em questão e em relação aos hematomas epidurais agudos, vários fatores podem levar a uma TAC de crânio não diagnóstica, EXCETO:
Alternativas
Q3931956 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Qual deve ser a conduta imediata e mais apropriada do neurocirurgião diante desse paciente?
Alternativas
Q3931955 Radiologia
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Qual lesão é responsável pelo quadro neurológico do paciente e o possível local de herniação cerebral que justifique a anisocoria?
Alternativas
Q3931954 Medicina
Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho-PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica.

Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita.

Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal. 



Qual a pontuação pela escala de coma de Glasgow (ECG) com a avaliação da resposta pupilar e classificação do traumatismo cranioencefálico (TCE) do paciente em questão? 
Alternativas
Q3931953 Medicina
Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF).

Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior.

Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23–28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg).

Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.


Qual é o tratamento de escolha para o quadro neurológico da paciente em questão?
Alternativas
Q3931952 Medicina
Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF).

Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior.

Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23–28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg).

Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.


Que achados dos critérios de Volpe (2008) correspondem ao caso clínico em questão?
Alternativas
Q3931951 Medicina
Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF).

Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior.

Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23–28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg).

Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.


Qual grau, segundo os critérios de Papile (1978), podemos classificar a lesão cerebral pelos achados da USG acima?
Alternativas
Q3931950 Medicina
Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF).

Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior.

Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23–28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg).

Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.


Quais os principais fatores de risco para esse tipo de complicação no recém-nascido em questão? 
Alternativas
Q3931949 Medicina
Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF).

Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior.

Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23–28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg).

Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.


Qual a provável causa do quadro clínico neurológico (hidrocefalia) do paciente e seu diagnóstico, respectivamente?
Alternativas
Q3931948 Medicina

Neste corte sagital do cérebro, qual estrutura é apontada pela seta abaixo? 


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3931947 Medicina
Neste corte transversal da fossa posterior craniana, qual estrutura é apontada pela seta abaixo? 
Alternativas
Respostas
5021: A
5022: C
5023: B
5024: B
5025: D
5026: C
5027: E
5028: A
5029: A
5030: E
5031: B
5032: E
5033: D
5034: E
5035: D
5036: C
5037: D
5038: C
5039: B
5040: A