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Q2535429 Matemática
Nos cinco primeiros meses de funcionamento, uma fábrica de doces acumulou a marca de 9.300 unidades vendidas. Sabe-se que a quantidade de doces vendida dobrou mensalmente, seguindo um padrão de uma progressão geométrica. Podemos afirmar que a quantidade de doces vendida no primeiro mês foi de
Alternativas
Q2535428 Matemática
A equipe de planejamento e marketing de uma indústria de calçados constatou, após análise detalhada do faturamento, que o crescimento mensal de vendas está de acordo com a função n(t) = 25 ∙ 32t , onde n é o número de unidades de pares de calçados vendidos e t é o tempo em meses. A quantidade de pares de calçados vendidos no segundo mês e o tempo necessário para vender 18.225 pares de calçados são respectivamente:
Alternativas
Q2535427 Matemática
Analise as sentenças a seguir sobre distribuições discretas e contínuas de probabilidade:

I) A distribuição discreta descreve a probabilidade de ocorrência de cada valor de uma variável aleatória discreta.
II) Tem-se que uma variável aleatória discreta apresenta valores incontáveis, como uma lista de inteiros não negativos.
III) Uma variável aleatória contínua é uma variável aleatória com um conjunto de valores possíveis que são infinitos.


Classificando as sentenças como verdadeiras ou falsas, temos a seguinte sequência:
Alternativas
Q2535426 Português
Observe os períodos abaixo e depois assinale a alternativa correta:

I. As evidências contra o réu eram muito claras, por isso ele foi considerado culpado pelo júri.
II. Em virtude de seu intenso desejo de independência e autonomia, o jovem decidiu sair de casa e trilhar seu próprio caminho.
III. O animal foi anestesiado para que o veterinário pudesse iniciar a cirurgia.


As relações semânticas estabelecidas nos períodos acima são, respectivamente:
Alternativas
Q2535425 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação esteja correta para um trecho de reportagem da revista IstoÉ Dinheiro:
Alternativas
Q2535424 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Assinale a alternativa incorreta sobre o texto:
Alternativas
Q2535423 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Assinale a alternativa incorreta sobre o texto acima:
Alternativas
Q2535422 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Marque a alternativa correta sobre o texto acima:
Alternativas
Q2535421 Português
Assinale a alternativa que não apresenta erro de concordância nominal de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q2535420 Português
Assinale a alternativa que não apresenta erro de concordância verbal de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q2535419 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o vocabulário dos trechos acima, assinale a alternativa em que os termos sejam sinônimos:
Alternativas
Q2535418 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho C, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2535417 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho B, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2535416 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho A, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q2535415 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre os trechos acima, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q2503435 Gestão de Pessoas
Na gestão pública, a análise e descrição de cargos é um processo que visa garantir a eficiência e eficácia dos serviços prestados. Sendo assim, analise as assertivas a seguir:

I- Permite que os funcionários escolham as tarefas que preferem realizar, promovendo a satisfação no trabalho.

PORQUE

II- Facilita o processo de recrutamento e seleção, assegurando que os candidatos entendam as exigências do cargo. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2503434 Gestão de Pessoas
A gestão de pessoas na administração pública desempenha um papel crucial para o funcionamento eficiente e eficaz dos órgãos governamentais. Nesse contexto, a valorização, o desenvolvimento e o engajamento dos servidores são fundamentais para o alcance dos objetivos organizacionais e para a prestação de serviços de qualidade à sociedade. Qual é o papel das políticas de gestão de pessoas no contexto do comportamento organizacional?
Alternativas
Q2503433 Gerência de Projetos
Em um projeto, a gestão de riscos é crucial para prever e mitigar possíveis problemas. Esse processo contínuo envolve identificar, analisar, responder e monitorar riscos durante todo o ciclo de vida do projeto. Considerando isso, qual das seguintes opções melhor descreve a gestão de riscos em um projeto?
Alternativas
Q2503432 Administração Geral
A qualidade total em serviços na gestão de uma universidade é fundamental para garantir a satisfação e o sucesso dos alunos, professores e colaboradores. Envolve a adoção de práticas e processos que visam atender às necessidades e expectativas dos stakeholders, promovendo a excelência acadêmica, a inovação pedagógica e a eficiência operacional. Qual dos seguintes princípios da qualidade total em serviços enfatiza a importância de entender e atender às necessidades e expectativas dos clientes de forma eficaz?
Alternativas
Q2503431 Administração Geral
O uso das ferramentas de gestão da qualidade é fundamental para garantir a excelência nos processos e produtos de uma organização. Essas ferramentas permitem identificar problemas, analisar causas raiz, tomar decisões embasadas em dados e monitorar continuamente o desempenho. Dessa forma, contribuem para a melhoria contínua, redução de custos, aumento da eficiência operacional, satisfação dos clientes e competitividade no mercado. Ao aplicar as ferramentas de gestão da qualidade de forma eficaz, as empresas podem alcançar padrões elevados de qualidade, atender às expectativas dos stakeholders e assegurar sua sustentabilidade a longo prazo. Qual das seguintes ferramentas é amplamente utilizada na gestão da qualidade para identificar as causas raiz de problemas e tomar decisões baseadas em dados? 
Alternativas
Respostas
481: B
482: C
483: C
484: D
485: C
486: C
487: D
488: B
489: B
490: C
491: A
492: A
493: B
494: C
495: A
496: D
497: B
498: C
499: D
500: B