Questões Discursivas

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Q1623413 Matemática
Uma escola de ensino fundamental e médio tem um total de 690 alunos. Sabe-se que o número de alunos no ensino fundamental é o dobro do número de alunos do ensino médio aumentado de 30 alunos. Nessas condições, o número de alunos matriculados no ensino fundamental e no ensino médio, é, respectivamente:
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Q1623412 Matemática
Na bula de um frasco de simeticona com 15 ml, de um determinado laboratório, é informado que cada ml corresponde a 12 gotas. Se um médico receitou para um paciente 10 gotas 3 vezes ao dia, um frasco deste medicamente será suficiente para exatamente:
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Q1623411 Matemática
Nas eleições de uma cidade com 12.000 habitantes, um candidato a vereador obteve 1,25% dos votos. O número de votos que este candidato obteve foi:
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Q1623410 Matemática
A decomposição do número 360 em fatores primos é:
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Q1623409 Matemática

O valor numérico da expressão algébrica Imagem associada para resolução da questão , para x = - 2 é:

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Q1623408 Matemática
6,2 m3 equivale a:
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Q1623407 Português
Os fragmentos de textos abaixo foram publicados no Jornal Correio da Paraíba, no dia 9 de fevereiro de 2020. Analise quanto à estrutura sintática os termos destacados em (1) e (2), e responda ao que se pede:
1. “São alarmantes entre americanos níveis de sentimento de solidão”. 2. O Brasil ocupa o 2º lugar em número de casos de hanseníase no mundo.
Assinale a alternativa que apresenta, na sequência, a classificação CORRETA para os termos destacados
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Q1623406 Português
Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil

     O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
     Mas o que é trabalho escravo contemporâneo? O trabalho escravo não é somente uma violação trabalhista, tampouco se trata daquela escravidão dos períodos colonial e imperial do Brasil. Essa violação de direitos humanos não prende mais o indivíduo a correntes, mas compreende outros mecanismos que acometem a dignidade e a liberdade do trabalhador e o mantêm submisso a uma situação extrema de exploração.
Fonte: (https://www.cartacapital.com.br/educacao/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/). 
Sobre a utilização do vocábulo “tampouco” no texto, é CORRETO afirmar que
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Q1623405 Português
Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil

     O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
     Mas o que é trabalho escravo contemporâneo? O trabalho escravo não é somente uma violação trabalhista, tampouco se trata daquela escravidão dos períodos colonial e imperial do Brasil. Essa violação de direitos humanos não prende mais o indivíduo a correntes, mas compreende outros mecanismos que acometem a dignidade e a liberdade do trabalhador e o mantêm submisso a uma situação extrema de exploração.
Fonte: (https://www.cartacapital.com.br/educacao/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/). 
Analise na manchete “Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil” as relações entre sujeito e predicado e responda o que se pede.
( ) O verbo SER é um verbo de ligação e por isso, pode-se dizer que se trata de um predicado nominal. ( ) O sujeito do verbo ser é “trabalho escravo”, tendo como núcleo escravo. ( ) Trata-se de um sujeito simples e um predicado nominal. ( ) Temos um sujeito simples e um predicado nominal, pois o verbo ser é um verbo transitivo.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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Q1623404 Português
Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil

     O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
     Mas o que é trabalho escravo contemporâneo? O trabalho escravo não é somente uma violação trabalhista, tampouco se trata daquela escravidão dos períodos colonial e imperial do Brasil. Essa violação de direitos humanos não prende mais o indivíduo a correntes, mas compreende outros mecanismos que acometem a dignidade e a liberdade do trabalhador e o mantêm submisso a uma situação extrema de exploração.
Fonte: (https://www.cartacapital.com.br/educacao/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/). 
Em: “... mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas de escravidão...” e “O trabalho escravo não é somente um violação trabalhista...”, o adjetivo ANÁLOGAS e o substantivo VIOLAÇÃO podem ser substituídos, sem alteração de sentido nas frases, respectivamente pelos termos
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Q1623403 Português
Insulina inalável passa a ser vendida no Brasil em 3 doses

       Uma insulina inalável que pode substituir, em parte, as picadas diárias de injeção dos diabéticos chegou ao mercado brasileiro.
      A insulina inalável foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em junho de 2019 e será vendida em três dosagens (4, 8 e 12 UI, ou unidades internacionais, de insulina), em embalagens com 90 e 180 refis, e dois inaladores por caixa. A dosagem recomendada deve ser indicada pelo médico.
Fonte: (Jornal Correio da Paraíba, 12 de fevereiro de 2020).
Quanto à acentuação gráfica, os vocábulos inalável, diárias e diabéticos na sequência são acentuados por tratar-se de
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Q1623402 Português
Insulina inalável passa a ser vendida no Brasil em 3 doses

       Uma insulina inalável que pode substituir, em parte, as picadas diárias de injeção dos diabéticos chegou ao mercado brasileiro.
      A insulina inalável foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em junho de 2019 e será vendida em três dosagens (4, 8 e 12 UI, ou unidades internacionais, de insulina), em embalagens com 90 e 180 refis, e dois inaladores por caixa. A dosagem recomendada deve ser indicada pelo médico.
Fonte: (Jornal Correio da Paraíba, 12 de fevereiro de 2020).
Na manchete “Insulina inalável passa a ser vendida no Brasil em 3 doses”, as palavras sublinhadas são classificadas morfologicamente, na sequência, como:
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Q1623401 Português
No trecho “ O carnaval está cada vez mais aristocrático”, pode-se substituir o termo destacado sem perda de sentido por:
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Q1623400 Português
A pontuação é um mecanismo de textualidade que se estabelece nas relações sintáticas de um texto. Nesse sentido, analise as possibilidades de pontuação no trecho destacado da matéria “Unidos da decadência no carnaval”, avaliando a sua adequação na construção textual.
I- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. II- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa. Mas, engana-se quem considera, o evento como a maior festa popular, do mundo. Não não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. III- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar, brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias, e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval, está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. Fonte:(https://administradores.com.br/noticias/unidos-da-decadencia-do-carnaval).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Q1623399 Português


(Disponível em:http://www.aids.gov.br. Acesso em: 11jun.2019).

A sequência de uso dos verbos: PARE, PENSE e USE significa no texto:
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Q1623398 Português


(Disponível em:http://www.aids.gov.br. Acesso em: 11jun.2019).

Nessa campanha, a combinação dos substantivos próprios objetiva:
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Q1623397 Português
Fevereiro já soma 105 ocorrências

       Segundo o Hospital de Traumas, as ocorrências envolvendo quedas continuam liderando as entradas da emergência, com 105 casos. Os dados são de 31 de janeiro a 3 de fevereiro. Esse número supera o de motocicletas (96). Dados de quedas referentes à janeiro de 2020: número de quedas (1,128), queda de andaime (3), queda de árvore (12), queda de caminhão (3) queda de escada (37) e queda de ônibus (3).
Fonte: (Jornal Correio da Paraíba, 8 de fevereiro, de 2020).
Acerca do uso da vírgula no texto acima, julgue as assertivas abaixo e responda o que se pede.
I- O uso das vírgulas separando os tipos de quedas justifica-se pela necessidade de enumerar as ocorrências. II- Ao registrar outros casos de emergência envolvendo quedas, é facultado o uso das vírgulas separando os tipos de quedas. III- A vírgula é obrigatória apenas para separar os dois primeiros tipos de quedas. IV- Justifica-se o uso da vírgula na primeira linha após “Hospital de Traumas” por apontar a origem da pesquisa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Q1623396 Português
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão. 

      Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
    Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
    Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
    Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
    Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No fragmento textual “Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela”, os vocábulos destacados são classificados, na sequência, de acordo com a classe gramatical em
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Q1623395 Português
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão. 

      Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
    Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
    Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
    Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
    Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No último parágrafo, a mudança de comportamento da mulher demonstra que ela
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Q1623394 Português
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão. 

      Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
    Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair. Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
    Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
    Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
    Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No fragmento abaixo transcrito, estão em destaque duas expressões. Da análise do contexto em que cada vocábulo ocorre, depreende-se uma relação de sinonímia com quais das expressões elencadas na sequência?
“[...] Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia a passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praça. E evitava sair. [..]”
Alternativas
Respostas
361: C
362: E
363: A
364: E
365: B
366: D
367: A
368: D
369: E
370: D
371: D
372: E
373: A
374: D
375: C
376: B
377: E
378: C
379: A
380: B