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Situação hipotética: A gestante M.S., 32 anos, encontra-se com 26 semanas de gestação e comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de pré-natal. Em seu cartão vacinal, constam registros de que, na gestação anterior, recebeu uma dose de DTPa e uma dose de COVID-19, e, na gestação atual, quando estava com 8 semanas, recebeu uma dose de dT e uma dose de Hepatite B. Não há nenhum outro registro vacinal e a gestante não é residente ou viajante para área de risco epidemiológico para febre amarela.
Considerando o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante (2025) e a idade gestacional atual de M.S., a conduta e CORRETA completa da equipe de enfermagem é administrar nesta ocasião:
Situação hipotética: A.J.F., 43 anos, obesa e diabética, após parto vaginal, evoluiu com hemorragia secundária à atonia uterina, refratária às medidas clínicas e conservadoras. Diante da gravidade do quadro, foi submetida a histerectomia supracervical, sem ooforectomia, por via laparotômica.
Considerando o caso apresentado, quanto às orientações e aos cuidados ginecológicos no seguimento de A.J.F., é CORRETO afirmar que:
Fonte: ZANELLO, Valeska. Saúde mental, gênero e dispositivos: cultura e processos de subjetivação. 1. ed. Curitiba: Appris, 2018.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- Na escuta clínica de mulheres negras queixando-se de solidão, é fundamental que o(a) psicólogo(a) evite o psicologismo, a redução do sofrimento a questões de autoestima individual, e compreenda que a solidão da mulher negra reflete uma vivência de preterimento afetivo estruturada pelo racismo.
PORQUE
II- O dispositivo amoroso e a metáfora da prateleira do amor operam sob um ideal estético hegemônico centrado na branquitude, o que tende a colocar a mulher negra fora do estatuto de sujeito digno de amor (para casar/cuidar), restringindo-a, muitas vezes, a estereótipos de hipersexualização ou de servidão, vistos como objetos de descarte ou trabalho, mas não de investimento afetivo.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Fonte: KOVÁCS, Maria Julia. Educação para a morte em ação. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 21, n. 1, p. 99-105, 2016.
Fonte: FRANCO, M. H. P. (Org.). Formação e atuação em Psicologia Hospitalar. São Paulo: Summus, 2017. (Capítulo específico sobre Luto nas Instituições de Formação e atuação em Psicologia Hospitalar Saúde).
O enfermeiro-chefe sugere que a família está em processo de negação. Com base nas contribuições de Maria Helena Pereira Franco sobre o luto e a atuação psicológica em equipe, a conduta CORRETA da psicóloga e do psicólogo deve ser:
Considerando a psicossomática do aleitamento e o trabalho em equipe, qual a alternativa CORRETA?
Baseando-se na compreensão psicossocial da maternidade, qual deve ser a intervenção do(a) psicólogo(a) junto à paciente e à equipe?
Considerando os critérios diagnósticos e a atuação do(a) psicólogo(a) na qualificação do cuidado, qual a conduta técnica indicada?
Com base nas diretrizes da Linha de Cuidado da Gestante Puérpera e os fundamentos da Psicologia Perinatal sobre o luto e a construção da parentalidade, assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta técnica e à competência de mediação esperada do(a) psicólogo(a) nesse situação de trabalho em equipe.
Considerando as diretrizes de Psicologia em Saúde no contexto hospitalar e os critérios clínicos de diagnóstico diferencial no puerpério, qual das alternativas a seguir define CORRETAMENTE a conduta técnica e a competência de interconsulta esperada do(a) psicólogo(a) para conduzir essa demanda e evitar a estigmatização da paciente?
Considerando a abordagem multidisciplinar integrada e as evidências científicas apresentadas sobre o manejo de sintomas e saúde mental, analise as assertivas a seguir quanto à atuação deste profissional.
I- O(a) psicólogo(a) deve transcender o acolhimento emocional básico, utilizando terapias comportamentais e técnicas psicocorporais, as quais são reconhecidas na literatura como alternativas terapêuticas eficazes tanto para o alívio de sintomas físicos quanto para o manejo do estresse associado ao climatério.
II- A atuação clínica não deve ser isolada, exigindo colaboração estreita com nutricionistas e educadores físicos para promover a adesão a novos hábitos, compreendendo as barreiras emocionais, relatadas como “desmotivação” e “falta de ânimo”, que impedem a mudança de estilo de vida.
III- O foco primordial da intervenção psicológica deve ser o convencimento da paciente para a aceitação da Terapia Hormonal (TH) como única via eficaz de tratamento, despriorizando as mudanças de estilo de vida, visto que a literatura aponta que dieta e exercícios possuem impacto irrelevante na redução dos sintomas vasomotores.
IV- A intervenção deve ser personalizada e humanizada, auxiliando a paciente a encontrar motivação intrínseca para as mudanças propostas; contudo, o psicólogo ou a psicóloga deve evitar a validação das queixas sobre sintomas físicos (fogachos) durante a escuta, focando estritamente na ressignificação simbólica da perda da fertilidade para não invadir a competência médica.
V- A prática regular de atividades físicas e uma dieta balanceada devem ser reforçadas pela equipe, pois constituem estratégias complementares essenciais que, além de prevenirem a osteoporose e doenças cardiovasculares, contribuem significativamente para a redução dos sintomas vasomotores e para a melhoria do bem-estar emocional.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- No ambiente hospitalar, a avaliação psicológica tem como objetivo principal definir o prognóstico médico do paciente.
II- Neste contexto, a avaliação do profissional da psicologia deve ser breve e contextualizada ao processo de adoecimento do paciente.
III- Os aspectos emocionais, relacionais e institucionais que impactam o tratamento do paciente devem ser considerados na avaliação psicológica.
É CORRETO o que se afirma em: