Foram encontradas 3.398 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
No que se refere à ideia de sonho proposta por Sigmund Freud, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O sonho é uma maneira de revelação de acontecimentos passados que podem provocar mudanças no comportamento atual da pessoa.
II – O sonho é uma forma de permitir à pessoa uma reflexão sobre os problemas vividos e não resolvidos no passado e como hoje poderiam interferir positivamente na sua vida.
III – O sonho é uma tentativa de satisfazer desejos que não foram ou não puderam ser realizados durante o dia.
Considere a seguinte situação hipotética:
Durante uma sessão de psicoterapia individual, uma psicóloga clínica recorta elos de uma sequência de fatos apresentados por seu paciente, chamando a sua atenção para componentes significativos dessa experiência que, habitualmente, não são identificados por ele. Assinale a alternativa que aponta corretamente o nome desse tipo de intervenção:
Sob a perspectiva psicanalítica, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Os mecanismos primitivos da mente estão relacionados aos movimentos psíquicos do período de latência, quando a personalidade da criança já se encontra mais integrada.
II – Os mecanismos primitivos da mente são mecanismos que estão relacionados apenas àqueles processos patológicos característicos dos fenômenos autistas.
III – Os mecanismos primitivos da mente são mecanismos que surgem durante o primeiro ano de vida do bebê e deixam totalmente de existir e de se expressar na conduta humana.
No que se refere à Teoria Relacional Sistêmica, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – No diagnóstico sistêmico não deve ser esquecido o papel do terapeuta na análise do conjunto.
II – A família é um sistema fechado, pouco permeável à comunidade circundante, com duas tendências fundamentais: para a transformação e para a homeostasia.
III – A família é apenas um conjunto de pessoas vinculado por conveniências sociais, de modo que pouco se pode fazer, em termos psicológicos, a seu favor.
No que se refere ao painel de controle do MS Windows 7, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I - Alterar configurações de idiomas.
II – Alterar as configurações do Windows.
III – Adicionar e remover programas.
As concepções do islamismo e do cristianismo haviam se modificado. Seus modos de pensar eram semelhantes em 1900. Nessa época, as nações cristãs zelavam pela instituição da família, eram mais atentas ao uso excessivo do álcool e consideravam o domingo um dia sagrado. Sua atitude em relação às mulheres era mais parecida com a atitude dos islâmicos do que é hoje. Os crimes mais graves eram vistos com mais severidade e frequentemente punidos com a morte. O domingo em Iowa tinha muito em comum com a sexta-feira no Cairo. Nos cem anos que se seguiram, as nações cristãs se tornaram mais seculares. O modo de vida norte-americano fazia propaganda do álcool e das drogas, além de tolerar aventuras sexuais e rebeldia dos jovens. Os muçulmanos mais devotos rejeitavam o espírito mercantilista, o consumismo e a moral frouxa que o Ocidente ostentava através da televisão, dos filmes de Hollywood e do estilo de vida das estrelas pop internacionais. O Islã deplorava as rápidas mudanças do Ocidente, e o Ocidente deplorava a lentidão das mudanças no Islã. O Ocidente lamentava a falta de liberdades pessoais do Islã, e o Islã lamentava o que o Ocidente havia feito com a própria liberdade. Nas décadas seguintes, o Islã vicejou. Hábil em conservar seus fiéis, empenhava-se em atrair mais partidários. As crianças muçulmanas abraçavam a religião dos pais – e as famílias costumavam ser numerosas. Em 1893, os muçulmanos representavam cerca de 12% da população global; exatamente um século mais tarde, esse índice havia chegado aos 18%. Era a segunda religião em número de fiéis, maior que o número de hinduístas e budistas somados. Os cristãos ainda eram mais numerosos, com um terço da população do planeta, mas sua liderança estava – e está - sob ameaça. Atualmente, estima-se que 1,6 bilhão de pessoas professem a religião islâmica.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 165).
As concepções do islamismo e do cristianismo haviam se modificado. Seus modos de pensar eram semelhantes em 1900. Nessa época, as nações cristãs zelavam pela instituição da família, eram mais atentas ao uso excessivo do álcool e consideravam o domingo um dia sagrado. Sua atitude em relação às mulheres era mais parecida com a atitude dos islâmicos do que é hoje. Os crimes mais graves eram vistos com mais severidade e frequentemente punidos com a morte. O domingo em Iowa tinha muito em comum com a sexta-feira no Cairo. Nos cem anos que se seguiram, as nações cristãs se tornaram mais seculares. O modo de vida norte-americano fazia propaganda do álcool e das drogas, além de tolerar aventuras sexuais e rebeldia dos jovens. Os muçulmanos mais devotos rejeitavam o espírito mercantilista, o consumismo e a moral frouxa que o Ocidente ostentava através da televisão, dos filmes de Hollywood e do estilo de vida das estrelas pop internacionais. O Islã deplorava as rápidas mudanças do Ocidente, e o Ocidente deplorava a lentidão das mudanças no Islã. O Ocidente lamentava a falta de liberdades pessoais do Islã, e o Islã lamentava o que o Ocidente havia feito com a própria liberdade. Nas décadas seguintes, o Islã vicejou. Hábil em conservar seus fiéis, empenhava-se em atrair mais partidários. As crianças muçulmanas abraçavam a religião dos pais – e as famílias costumavam ser numerosas. Em 1893, os muçulmanos representavam cerca de 12% da população global; exatamente um século mais tarde, esse índice havia chegado aos 18%. Era a segunda religião em número de fiéis, maior que o número de hinduístas e budistas somados. Os cristãos ainda eram mais numerosos, com um terço da população do planeta, mas sua liderança estava – e está - sob ameaça. Atualmente, estima-se que 1,6 bilhão de pessoas professem a religião islâmica.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 165).