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Q3435898 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
“Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos.”. Sobre esse fragmento do texto, podemos afirmar que
Alternativas
Q3435897 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
A expressão "RGs" substitui ou, por contiguidade, sugere "pessoas". Esse recurso caracteriza uma figura de linguagem em que um termo é empregado no lugar de outro com o qual mantém uma relação de proximidade — neste caso, o documento de identidade representando o indivíduo. Que figura de linguagem é essa?
Alternativas
Q3435896 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
No trecho “O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão” temos seguramente 
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Q3435895 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
“A questão é: quem ‘de coração’ se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse ‘lindo’ papel?”. Nesse trecho, os termos ‘coração’ e ‘lindo’ conferem ao período um tom de
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Q3435894 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
Em qual fragmento, extraído do texto, há uma metáfora?
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Q3435893 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
"O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo.". Qual das alternativas melhor interpreta o argumento implícito no fragmento? 
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Q3435892 Português
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O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
"Paradoxo", uma figura de linguagem, praticamente intitula o texto. No campo das ideias, por exemplo, essa figura desafia o pensamento convencional ao confrontar dualidades. No texto em questão, o autor provoca uma reflexão que 
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Q3435891 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

O Paradoxo do Lucro e da Responsabilidade Social

        Vivemos em um sistema no qual os números financeiros falam mais alto que os RGs. Em empresas, movidas pelo lucro, as decisões são pautadas por balanços financeiros, não por histórias individuais. Os resultados vêm antes das pessoas, e o CPF do funcionário ou do cliente torna-se um detalhe secundário diante das metas estabelecidas. O que importa é o crescimento, a rentabilidade, a expansão.

        No entanto, há um paradoxo. Apesar da frieza dos números, muitas empresas investem em programas sociais. Isso pode parecer contraditório, mas faz parte de uma lógica bem definida: ao criar iniciativas voltadas para a sociedade, a empresa melhora sua imagem e, consequentemente, atrai mais consumidores e investidores. O compromisso social, em muitos casos, não é um ato de altruísmo puro, mas uma estratégia bem calculada.

        A ironia está em como essas mesmas organizações justificam suas ações: dizem ter um olhar social aguçado, mesmo considerando os números mais importantes do que os CPFs. Isso nos leva a questionar até que ponto há um verdadeiro interesse pelo bemestar coletivo ou apenas uma adaptação às exigências do mercado. O capitalismo exige lucro, mas também compreende que a sociedade valoriza empresas que demonstram algum compromisso social.

        O mais paradoxal dos paradoxos é que não estaríamos discutindo nada disso não fora o próprio capitalismo. Afinal, as ações sociais, as melhorias na qualidade de vida, o progresso e os avanços tecnológicos são, em grande parte, frutos desse sistema tão criticado. Governos não produzem riquezas por si só, mas as administram — e, sem um setor produtivo dinâmico, não haveria recursos para investimentos sociais.

        Além disso, não há como negar que a Natureza, o Planeta nos deu tudo que temos e nos dá tudo de que precisamos. Porém, tudo, que é de todos, está lá na forma bruta, precisa ser alcançado, trabalhado, modificado e pronto para servir-nos. A questão é: quem “de coração” se prontifica a ir lá..., retirar e transformar para o bem comum? Quem exerceria esse “lindo” papel?

        No fim das contas, a aparente contradição do capitalismo não é um defeito, mas sim um reflexo de sua natureza adaptativa. Ele equilibra interesses individuais e coletivos, impulsionando inovação, progresso e crescimento. Se há desafios e desigualdades, também há oportunidades e transformações que só ocorrem porque alguém decidiu agir, produzir e transformar. No fim, a engrenagem do sistema não gira apenas pelo lucro, mas também pela necessidade constante de reinventar-se e responder às demandas sociais.

(by: results economy).
O texto apresenta uma visão crítica do capitalismo, argumentando que ele prioriza o lucro em detrimento da responsabilidade social. No entanto, o autor também reconhece que o capitalismo tem um papel importante na promoção do progresso e do crescimento. Qual é a principal razão pela qual o autor não rejeita completamente o capitalismo?
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Q3021418 Auditoria
O __________________ da auditoria é a delimitação estabelecida para o trabalho e é expresso pelo objetivo, pelas questões e pelos procedimentos de auditoria, no seu conjunto. Ele deve explicitar a profundidade e a amplitude do trabalho para alcançar o objetivo da auditoria.
Assinale a alternativa que completa a lacuna.
Alternativas
Q3021417 Auditoria
Auditoria é um processo sistemático que busca avaliar objetivamente uma situação com base em critérios a ela aplicáveis e relatar os resultados dessa avaliação. Uma característica desse processo é que ele envolve a obtenção e o tratamento de dados e informações relacionadas à situação examinada e aos critérios de auditoria aplicáveis. Dados e informações a respeito do objeto auditado são, portanto, insumos essenciais de uma auditoria. A análise desses insumos é especialmente importante para
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Q3021416 Auditoria
Assinale a alternativa CORRETA em relação às regras constitucionais sobre o controle interno.
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Q3021414 Administração Financeira e Orçamentária
Sobre os restos a pagar é INCORRETO afirmar que
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Q3021413 Administração Financeira e Orçamentária
Os restos a pagar classificam-se em ____________, quando não processados até o final do exercício, e ____________, quando já foram empenhados e liquidados, faltando apenas o pagamento.

Assinale a alternativa que completa respectivamente as lacunas.
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Q3021411 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a alternativa correta que indica o princípio orçamentário responsável por determinar que o orçamento deve conter todas as receitas e despesas referentes aos três Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta.
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Q3021404 Direito Administrativo
Analise as afirmativas abaixo sobre o controle da administração pública.

I. A avaliação contínua da eficiência e eficácia dos serviços públicos é um mecanismo de controle interno que visa garantir a qualidade da gestão pública.

II. A realização de auditorias internas e externas é fundamental para assegurar a transparência e a eficiência na administração pública, atuando como um instrumento de fiscalização financeira e operacional.

III. A participação dos cidadãos e das entidades representativas na gestão e na avaliação dos serviços públicos contribui para o controle social, fortalecendo a democracia e a accountability.

IV. A existência de mecanismos de controle específicos para a prevenção e a detecção de atos ilícitos e de corrupção na administração pública é uma exigência para o combate à improbidade administrativa.



Pode-se afirmar que
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Q3021403 Direito Administrativo
É INCORRETO afirmar que, no âmbito do processo administrativo 
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Q3021402 Direito Administrativo
No que se refere à improbidade administrativa, é INCORRETO afirmar que
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Q3021400 Direito Administrativo
Sobre os atos administrativos, é CORRETO afirmar que
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Q3021398 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
O Estatuto do Funcionários Públicos de Três Rios ressalta que serão considerados membros da família do funcionário, desde que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual,
Alternativas
Q3021397 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Em conformidade com o Estatuto do Funcionários Públicos de Três Rios, o funcionário será aposentado compulsoriamente aos
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: A
144: C
145: B
146: D
147: C
148: B
149: B
150: A
151: C
152: D
153: B
154: B
155: A
156: B
157: D
158: A
159: D
160: B