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Q3313106 Matemática
João comprou um anel de ouro para sua esposa. Ao ser questionado sobre o peso do anel, João disse que não se lembrava, mas que pagou R$ 1.872,00 por ele. Sabendo-se que cada grama custa R$ 360,00, assinalar a alternativa que corresponde ao peso do anel.
Alternativas
Q3313105 Matemática
Qual o quadrado da soma dos elementos que compõem o número 3.724?  
Alternativas
Q3313104 Matemática
Henrique encomendou duas pizzas e um refrigerante. No pagamento, ele entregou 8 cédulas de R$ 20,00 e recebeu R$ 12,65 de troco. Qual foi o valor total do pedido de Henrique?
Alternativas
Q3313103 Matemática
Dois amigos estão participando de um jogo em que há uma urna posicionada na frente de cada um. Cada urna contém as mesmas bolas, sendo elas 5 bolas de cores distintas (azul, vermelho, amarelo, verde e roxo). Se ambos os amigos tirarem aleatoriamente uma bola de suas respectivas urnas, qual é a probabilidade de ambas as bolas serem azuis?
Alternativas
Q3313100 Matemática

Assinalar a alternativa que apresenta o resultado da expressão numérica abaixo.



Q14.png (136×48)

Alternativas
Q3313099 Matemática
Certo quadrado tem uma área de 144cm². Sabendo-se disso, qual é o valor de seu perímetro?
Alternativas
Q3313097 Matemática

Uma fábrica de mochilas vende cada unidade por 85 reais. Após uma avaliação financeira para determinar os custos e os lucros, verificou-se que o custo total de produção das mochilas é dado por 1.000 + 30x. Considerando essas informações, assinalar a alternativa que contém a expressão que representa o lucro.

Alternativas
Q3313096 Português
Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3313095 Português
Assinalar a alternativa que apresenta tritongo.
Alternativas
Q3313093 Português
Sobre o plural, com base nas regras gramaticais do português, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Aviãos.
( ) Feijões.
( ) Hambúrgueres.
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Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Q3313091 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Na frase “Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta.”, o adjetivo sublinhado quer dizer que as dores podem ser:
Alternativas
Q3313090 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Metade dos jovens que participaram do estudo sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes.
( ) As costas, as pernas e o pescoço são as regiões do corpo mais afetadas.
( ) Não é necessário levar as queixas a sério, pois todas as dores somem com o tempo.
Alternativas
Q3313089 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
As aspas presentes no final do primeiro parágrafo foram utilizadas para:
Alternativas
Q3313088 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Com base nas ideias do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3313087 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3311369 Engenharia de Pesca
Na piscicultura, a fertilização dos viveiros é de extrema importância, uma vez que aumentam a quantidade de fitoplâncton existente na água. O fitoplâncton serve de alimento para microscópicos animais chamados de zooplânctons. O fitoplâncton e o zooplâncton são chamados genericamente de plâncton e são o principal alimento natural de uma grande variedade de espécies cultivadas. Um piscicultor deseja fertilizar seu viveiro de 0,1 ha (1.0000 m2 ) com superfosfato simples (20% de P205) e ureia (45% de N). Para aplicar 2kg de P205 ha-1 e 2kg de N ha-1 , quantos quilos de superfosfato simples e ureia o piscicultor terá que aplicar em seu viveiro?
Alternativas
Q3311368 Engenharia de Pesca
De acordo com os parâmetros físicos e químicos da água para o cultivo de peixes tropicais em viveiros, analisar os itens.

I. Temperatura ideal entre 26 a 30°C. II. Gás Carbônico acima 10mg/L. III. Amônia Tóxica abaixo de 0,2mg/L. IV. Nitrito acima de 0,5mg/L.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3311367 Segurança e Saúde no Trabalho
Com base nas práticas de segurança no trabalho, ao operar um cortador de grama, são ações inadequadas e que representam um risco à segurança do trabalhador:

I. Deixar de utilizar equipamentos de proteção individual como luvas e óculos de proteção.
II. Operar o cortador de grama em terrenos irregulares ajustando a altura das lâminas de corte para o nível mais baixo possível.
III. Afiar as lâminas do cortador antes de iniciar a operação do cortador de grama.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3311366 Veterinária
Na Piscicultura, se é realmente necessária uma intervenção medicamentosa, deve-se estar atento ao controle do destino dos efluentes e ao impacto que ele possa causar ao ambiente de cultivo ou ao meio ambiente de modo geral. Sobre o uso de medicamentos na Piscicultura, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Causar dano ao tecido do animal tratado. ( ) Apresentar degradação rápida. ( ) Não oferecer perigo a humanos e animais. ( ) Deixar resíduo na água, no substrato ou no tecido do animal tratado.
Alternativas
Respostas
11821: A
11822: B
11823: C
11824: D
11825: B
11826: C
11827: A
11828: D
11829: B
11830: A
11831: C
11832: B
11833: A
11834: B
11835: D
11836: A
11837: C
11838: B
11839: A
11840: D