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Q3664416 Meio Ambiente
A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo e também um dos biomas mais diversos do planeta, está constantemente ameaçada por atividades humanas que degradam seus ambientes naturais. Com o aumento da perda florestal, a Amazônia pode chegar ao que estudiosos chamam de “ponto de não retorno”, que significa:
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Q3664415 Raciocínio Lógico
Robson, Rodrigo, Roger e Ronaldo são amigos desde a infância. Suas idades são consecutivas e hoje somam 90 anos. Considerando-se que os nomes estão dispostos em ordem crescente de idade, assinalar a alternativa CORRETA.
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Q3664414 Matemática
Uma pesquisadora está estudando uma população de mosquitos em uma área de laboratório. No primeiro mês, a população de mosquitos é de 50. A cada mês, o número de mosquitos triplica em relação ao mês anterior, devido à rápida reprodução. Qual será a população de mosquitos no 4º mês?
Alternativas
Q3664413 Matemática

A imagem abaixo representa um ônibus de viagem e os assentos livres e ocupados. Com base na imagem, assinalar a alternativa CORRETA.



Imagem associada para resolução da questão

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Q3664412 Matemática Financeira
Um capital de R$ 2.000,00 foi aplicado a uma taxa de juros compostos de 5% ao mês. Qual será o montante após 2 meses?
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Q3664411 Matemática
Um fábrica de camisetas possui 12 máquinas em funcionamento e conta com 8 funcionários para operá-las. Com essa estrutura, a fábrica consegue produzir 480 camisetas em 6 horas. Certo dia, uma manutenção inesperada desativou 4 máquinas, mas a empresa aumentou 2 funcionários. Mantendo as mesmas condições de trabalho, quantas camisetas serão produzidas em um período de 3 horas?
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Q3664410 Matemática
Um parque é formado por um retângulo de 80m de comprimento e 40m de largura, com um semicírculo anexado a um dos lados maiores. O diâmetro do semicírculo é igual à largura do retângulo. Considerando π = 3,14, a área total do parque é: 
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Q3664408 Português
Assinalar a alternativa em que os termos sublinhados são classificados como uma oração subordinada substantiva apositiva.
Alternativas
Q3664407 Português

Sobre a pontuação, analisar os itens.



I. Em “Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line”, as vírgulas separam núcleos do sujeito composto.


II. Na frase “Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada”, a vírgula separa um adjunto adverbial de longa extensão deslocado.


III. Em “O número de pessoas cujo trabalho é informar online cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver”, a vírgula é empregada antes da conjunção aditiva em razão de que as duas orações têm sujeitos diferentes.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3664406 Português
Os eventuais acentos das palavras abaixo foram retirados. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual a sequência de vocábulos deve receber, obrigatoriamente, acentuação gráfica. 
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Q3664405 Português
Assinalar a alternativa em que a crase é FACULTATIVA. 
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Q3664404 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

Considerando-se a estruturação linguística do 2º parágrafo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) O termo “Tejo” exerce função sintática de aposto.


( ) As expressões “da capital” e “de fumaça” exercem, respectivamente, funções sintáticas de complemento nominal e adjunto adnominal.


( ) O termo “por um tsunami”, sintaticamente, é um objeto indireto da forma verbal “foram seguidos”.


( ) A expressão “pelo grande número de velas” funciona, sintaticamente, como agente da passiva. 

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Q3664403 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa. [...]” (1º parágrafo)
Nessa passagem, a expressão “a cerca de” foi bem empregada. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que o termo homônimo também está adequadamente empregado.
Alternativas
Q3664402 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“[...] As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. [...]” (3º parágrafo)


Nesse segmento do texto, encontramos: 

Alternativas
Q3664401 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

No 3º parágrafo, o texto faz referência à expressão “O demônio do terror”, escrita por Goethe, famoso escritor alemão. Considerando o seu contexto de aplicação, podemos afirmar que é um exemplo de: 
Alternativas
Q3664400 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

Sobre os aspectos gerais e específicos do texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3664399 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“[...] Atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.” (4º parágrafo)


A palavra sublinhada poderia ser substituída, sem prejuízo ao contexto, por:  

Alternativas
Q3664358 Engenharia Civil

Em relação ao software Autodesk AutoCAD 2014 — versão em inglês, analisar os itens.



I. Através do comando OSNAP, é possível tomar como base pontos muito precisos para a inserção de um objeto.


II. O comando ARRAY permite organizar múltiplas cópias de um objeto ou grupo de objetos em um padrão, podendo ser em múltiplas linhas e colunas.


III. O comando EXTRUDE serve para criar objetos 3D a partir de objetos 2D.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3664357 Engenharia Civil

Sobre elementos estruturais metálicos submetidos à flexão, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Vigas metálicas com contenção lateral não estão sujeitas ao fenômeno de flambagem lateral.


( ) Uma viga de seção compacta é aquela que atinge o momento de plastificação total e exibe suficiente capacidade de rotação inelástica para configurar uma rótula plástica.


( ) Enrijecedores verticais podem ser colocados em vigas para aumentar a resistência ao esforço cortante e para evitar a ruptura localizada da alma devido à aplicação de cargas concentradas.


( ) Em vigas de alma cheia, não é possível executar contraflecha.

Alternativas
Q3664356 Engenharia Civil
Na vistoria de uma estrutura de cobertura com peças de madeira coladas, o engenheiro responsável identificou sinais de falha adesiva em algumas conexões. Considerando os critérios técnicos para ligações coladas em elementos de madeira, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
3301: B
3302: D
3303: A
3304: C
3305: D
3306: B
3307: C
3308: A
3309: D
3310: A
3311: C
3312: C
3313: B
3314: A
3315: D
3316: C
3317: B
3318: D
3319: C
3320: B