Questões de Concurso
Para objetiva
Foram encontradas 41.251 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considerando as regras de crase, analisar os itens.
I. Levei um pedaço de bolo à minha vizinha.
II. Ontem almocei bife à milanesa.
III. Dirigiu-se àquele lugar com veemência.
IV. Vou à Roma nas férias.
Está CORRETO o que se afirma:
Considerando as regras de regência verbal, analisar os itens.
I. É importante aliar a alimentação saudável com o exercício físico.
II. O amigo de João implicou comigo.
III. Meu colega desobedeceu os pais e foi à festa.
IV. Ela aspira o cargo de gerente da empresa.
Está CORRETO o que se afirma:
Considerando o uso da pontuação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Dois-pontos.
(2) Reticências.
(3) Vírgula.
( ) A receita pede vários ingredientes, como ovos, farinha, açúcar, manteiga ___
( ) Este é o segredo para o sucesso ___ dedicação constante.
( ) Maria ___ minha melhor amiga ___ veio me visitar ontem.
Considerando a concordância nominal, analisar os itens.
I. Água é bom para hidratar a pele.
II. Minha amiga é meia tímida.
III. A água que bebemos é boa.
IV. É proibido entrada de estranhos.
Está CORRETO o que se afirma:
Sobre o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
As livrarias ______ eu passei estavam todas abertas, mas não quis entrar ______ sei que ficaria horas por lá e, quando eu finalmente voltasse para casa, minha mãe perguntaria o ______ da demora.
Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.
( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.
( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.
( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.
Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.
( ) Devem chover reclamações gigantescas.
( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.
( ) Viva os vencedores da gincana!
Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.
Analisar os itens.
I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.
II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.
III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.
Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção.
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).
Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que:
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.
I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.
II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.
III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.
IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.
Está CORRETO o que se afirma:
O filósofo, médico, psicólogo e político francês Henri Wallon, amplamente reconhecido por seu trabalho científico na área da Psicologia do Desenvolvimento — com foco especial na infância —, concebia o desenvolvimento humano como um processo contínuo de construção. Para ele, esse processo era caracterizado pela alternância de fases em que predominam, de forma sucessiva, os aspectos afetivos e cognitivos. Cada uma dessas fases possui características singulares e uma coesão interna, determinada pelo tipo de atividade que se sobressai. Essas atividades predominantes, por sua vez, refletem os recursos disponíveis para a criança em cada momento, capacitando-a a interagir com o ambiente. Para ilustrar essa concepção de forma mais tangível, Wallon detalhou as peculiaridades centrais de cada um dos cinco estágios propostos em sua teoria. Sobre um dos cincos estágios da psicogenética walloniana, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
Por volta dos seis anos, inicia-se o estágio ___________, que, graças à consolidação da função simbólica e à diferenciação da personalidade realizadas no estágio anterior, traz importantes avanços no plano da inteligência. Os progressos intelectuais dirigem o interesse da criança para as coisas, para o conhecimento e a conquista do mundo exterior, imprimindo às suas relações com o meio preponderância do aspecto cognitivo.
Com base na psicoterapia dinâmica, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
As interpretações raramente levam a revelações súbitas ou curas imediatas, sendo frequentemente rejeitadas pela resistência do paciente. Por isso, exigem repetição constante por parte do terapeuta em diversos cenários. A repetição dessa interpretação da transferência e da resistência, até que a compreensão se integre completamente à consciência do paciente, é um processo chamado de ________.
A respeito do distúrbio de eliminação enurese, analisar os itens.
I. Repetição de episódios de urina na cama ou na roupa, de forma involuntária ou proposital.
II. A idade cronológica é de no mínimo 3 anos, ou o nível de desenvolvimento correspondente.
III. O problema não é causado por substâncias (como medicamentos) ou outra condição médica.
Está CORRETO o que se afirma: